Custo de vida em João Pessoa sob 0,94% no mês de outubro

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Quarta, 11 Novembro 2015 23:36

 

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da cidade de João Pessoa apresentou um acréscimo nos preços médios de 0,94% no mês de outubro, de acordo com o Instituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual (Ideme). Com esse resultado, o acumulado no ano do custo de vida ficou em 8,74% e nos últimos 12 meses em 10,66%. Dos sete grupos que compõem o estudo, apenas Alimentação e Saúde apresentaram quedas de 1,60% e 2,38%, respectivamente.

De acordo com a pesquisa, as maiores quedas de preços médios registradas no grupo Alimentação ocorreram nos seguintes itens: pescado (5,71%), tubérculos e raízes leguminosas (4,18%), frutas (3,70%) e hortaliças e verduras (1,64%). Os maiores aumentos foram registrados nos itens: frango e ovos (3,50%), alimentação fora do domicílio (2,27%), leite e derivados (1,23%) e sal e condimentos (1,15%).

No grupo Saúde e Cuidados Pessoais, houve decréscimos de preços registrados nos itens: higiene e cuidados pessoais (2,95%) e produtos farmacêuticos (2,11%) comercializados na capital paraibana.

Já os outros cinco grupos utilizados pelo Ideme para calcular o IPC: Transporte e Comunicação, Vestuário, Serviços Pessoais, Artigos de Residência e Habitação apresentaram variações positivas entre 4,60% a 0,56%.

Levando-se em consideração alguns aumentos individuais acumulados de janeiro a outubro deste ano, destacaram-se produtos como: feijão carioquinha (50,31%), macaxeira (44,11%), energia elétrica (25,06%), laranja pêra (24,52%), gás de cozinha (22,22%) e charque de 1ª (12,67%).

Técnicos do Parque Arruda Câmara cuidam de tartarugas marinhas resgatadas

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Quinta, 19 Novembro 2015 23:28

 

O Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica), administrado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), está contribuindo para tentar salvar a vida de duas tartarugas marinhas. Desde a semana passada, técnicos do parque estão tratando de duas tartarugas verdes, espécies que correm risco de extinção no Brasil e que foram encontradas bastante debilitadas na praia do Bessa, na Capital, e em Mamanguape, Litoral Norte paraibano.

Os animais, um macho e uma fêmea, foram entregues pela Polícia Ambiental, depois de terem sido resgatadas pela Organização Não Governamental Guajiru e pela Reserva Biológica Guaribas (Rebios). Esta é a segunda vez que a equipe técnica da Bica atua no salvamento de tartarugas marinhas.

Thiago Nery, médico veterinário do Parque Arruda Câmara, explica que, geralmente, quando esses animais são encontrados, já estão há bastante tempo à deriva e com a saúde debilitada pela ingestão de lixo nas praias. Essa condição, além do risco de intoxicar o animal, compromete a sua função intestinal e faz com que fiquem boiando, sem conseguir submergir, expostos à incidência de Sol que pode lhes ser fatal.

“Se não for feita a terapia correta, o animal morre. Então tivemos que forçar a alimentação por meio de sondas, administrar antibióticos, antitóxicos e outra série de medicamentos. Por causa dessa suspeita, também fazermos lavagens intestinais para estimulá-las a regurgitar o material estranho”, afirmou.

O casal de tartarugas está sendo tratado em um setor do parque isolado de visitação pública. As tartarugas ficam acondicionadas numa caixa d'água, abastecida por garrafões de água trazida do mar.

Além do médico veterinário Thiago Nery, estão mobilizados na reabilitação dos répteis estagiários dos cursos de Biologia, Ecologia, Medicina Veterinária e Zootecnia, além de toda a equipe da Bica.

Cuidados veterinários - Para Jair Azevedo, diretor do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, a Bica é uma instituição que tem um dever a cumprir dentro das metas estabelecidas de desenvolvimentos dos zoológicos.

“O zoológico não é apenas um local que recebe animais selvagens e os coloca dentro de recintos. Aqueles que têm condições de voltar à natureza, a ela voltam. Já no caso das tartarugas marinhas, como não temos lugar para acomodá-las, oferecemos todo o suporte veterinário e devolvemos para o seu hábitat depois de reabilitadas”, explica.

Essa é a segunda vez que a equipe de médicos veterinários se dedica à recuperação de tartarugas marinhas resgatadas. Nery destaca que pelo fato de serem exemplares aquáticos que sobem à superfície para respirar, acabam mais suscetíveis à ingestão de rejeitos. “O tempo de recuperação é indeterminado e depende da evolução do tratamento. Assim que estiverem recuperadas, acionaremos a Polícia Ambiental e acompanharemos o processo de soltura”, espera.

Serviço - Para resgatar tartarugas encontradas no Litoral paraibano, deve-se acionar a Polícia Ambiental pelo telefone 3218 - 7222.

Técnicos da SMS monitoram cartões de vacinação infantil em 54 bairros de João Pessoa

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Domingo, 22 Novembro 2015 17:22

 

Aproximadamente 280 técnicos da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), coordenados pelo Setor de Imunização, estão visitando casas em 54 bairros de João Pessoa para monitorar os cartões de vacinação de crianças com idade entre 6 meses e menores de 5 anos. A ação segue até às 17h deste sábado (21) e deve rastrear os cartões de 2,7 mil crianças residentes na Capital.

De acordo com a coordenadora de Imunização da SMS, Chiara Dantas, o monitoramento permitirá ao setor ter uma amostragem de quais regiões da cidade tem menos crianças vacinadas. “Queremos monitorar os cartões de vacinação infantil para poder verificar o estado vacinal as campanhas realizadas durante o ano e, a partir daí, criar medidas de intensificação de vacinação”, afirmou.

Durante as visitas das equipes, as crianças que não compareceram aos postos de imunização nos períodos das campanhas receberão as vacinas necessárias. Já aquelas que não estiverem em domicílio no momento da visita dos técnicos, serão encaminhadas para serem vacinadas na próxima semana na Unidade de Saúde da Família (USF) mais próxima de sua residência.

Moradora do bairro José Américo, a dona de casa Edilma Nascimento procura estar sempre em dia com a caderneta de vacinação do seu filho Juan, de apenas 2 anos e 6 meses. “Acho que é importante para mantê-lo saudável e imune a algumas doenças”, disse.

A pequena Alice, de 4 anos, estava com o cartão desatualizado, mas após a visita da equipe da SMS recebeu a segunda dose da vacina contra poliomielite e da DTP, contra coqueluche, tétano e difteria. “É muito bom ter essa visita em casa, porque às vezes nós não podemos levar nossos filhos até os postos de vacinação”, disse a estudante Patrícia Ísis, mãe da menina.

Para viabilizar o trabalho das equipes, é importante a colaboração de pais ou responsáveis pelas crianças no sentido de receber os profissionais de saúde do município e apresentar os cartões para avaliação. Cada equipe é formada por um enfermeiro, um técnico em enfermagem e um agente de saúde, todos devidamente identificados com crachá. Em caso de dúvidas ou para mais informações, a população pode entrar em contato com a SMS pelo telefone 3218-6170.

Contraindicações – Crianças com febre, imunossupressão, alergia ao componente da vacina, uso de corticoide em doses altas, quimioterapia ou que tenham realizado transplante de medula óssea, não devem tomar a vacina.

Imunização – As vacinas têm um papel preventivo. É muito melhor e mais fácil prevenir uma enfermidade do que tratá-la. A vacinação é uma das medidas mais importantes e eficazes de prevenção contra doenças. No Brasil, a vacinação foi responsável pela erradicação da varíola e da poliomielite (paralisia infantil).

Prefeitura reúne representantes de maternidades para discutir atendimentos para casos de Microcefalia

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Segunda, 23 Novembro 2015 23:05

 

Com o objetivo de traçar metas para diagnóstico e assistência à saúde nos casos de bebês nascidos com microcefalia na Capital, a Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) reuniu na manhã desta segunda-feira, 23, representantes das maternidades públicas e privadas para discutir fluxo e protocolo assistencial. Até o momento, no Instituto Cândida Vargas, apenas dois casos foram registrados de residentes em João Pessoa, de acordo com o boletim epidemiológico.

“Os técnicos da Secretaria de Saúde estão empenhados para garantir o acesso e assistência na rede municipal de Saúde. A reunião com os diretores das principais maternidades de João Pessoa faz com que os trabalhos sejam unificados, os encaminhamentos sejam mais dinâmicos e a assistência seja garantida.”, destacou Aleuda Cardoso, Secretária de Saúde de João Pessoa. “Estaremos intensificando as ações de combate ao vetor, juntamente com a equipe de vigilância ambiental e, sobretudo, com a participação da população, que é primordial”, completou.

No que diz respeito ao Sistema Único de Saúde (SUS) em João Pessoa, todo acesso aos serviços continua sendo realizado por meio da Atenção Básica, nas Unidades de Saúde da Família. As gestantes realizarão os exames e acompanhamento do pré-natal como parte do programa Rede Cegonha e, caso necessário, serão encaminhadas para um dos hospitais de referência para atendimento de alto risco, que podem ser o Instituto Cândida Vargas, Hospital Universitário Lauro Wanderley ou a maternidade Frei Damião.

“Em rede, estamos trabalhando para construir um protocolo de atendimento e acompanhamento das gestantes que apresentem ou que já tenham recebido algum diagnóstico, durante os exames e ultrassonografia, de microcefalia. O que foi definido na reunião de hoje (segunda-feira), levaremos para apreciação da Secretária de Saúde e Prefeito, que consolidarão o fluxo nos serviços”, ressaltou Ana de Lourdes, diretora geral do Instituto Cândida Vargas.

A reunião foi conduzida pela direção do Instituto Cândida Vargas e teve a participação de representantes da maternidade Frei Damião, Hospital Universitário, Edson Ramalho, da Clim, Hospital Militar general Edson Ramalho, Unimed e de gestores da Secretaria Municipal de Saúde.

Investigação dos casos - A investigação desses casos está sendo realizada pelo Ministério da Saúde de forma integrada com as secretarias estaduais e municipais de saúde, com o apoio de instituições nacionais e internacionais. Comitês de especialistas apoiarão o Ministério da Saúde nas análises epidemiológicas e laboratoriais, bem como no acompanhamento dos casos.

Microcefalia - A microcefalia não é um agravo novo. Trata-se de uma malformação congênita, em que o cérebro não se desenvolve de maneira adequada. Na atual situação, a investigação da causa é que tem preocupado as autoridades de saúde. Neste caso, os bebês nascem com perímetro cefálico (PC) menor que o normal, que habitualmente é superior a 33 cm. Esse defeito congênito pode ser efeito de uma série de fatores de diferentes origens, como as substâncias químicas, agentes biológicos (infecciosos), como bactérias, vírus e radiação.

Rede Cegonha - É uma estratégia do Ministério da Saúde que visa implementar uma rede de cuidados para assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como assegurar às crianças o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e desenvolvimento saudáveis.

TJ acata pedido da OAB-PB e regulamenta “férias dos advogados”

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Quarta, 25 Novembro 2015 22:49

 

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB) acatou, na sessão plenária desta quarta-feira (25), ofício da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), solicitando a suspensão de todos os prazos, audiências e sessões de julgamento no período de 20 de dezembro de 2015 a 20 de janeiro de 2016, para assim regulamentar as chamas “férias dos advogados”.

O TJPB também acatou o pedido da OAB-PB para vedação de publicação de notas de expediente no Diário de Justiça Eletrônico, bem como nos processos virtuais dos Juizados Especiais pelo sistema EJUS e PJE pelo mesmo período de 30 dias. Em 2013 e 2014, o TJPB também atendeu os pedidos da Ordem.

O presidente da OAB-PB, Odon Bezerra, que fez sustentação oral durante a sessão do TJPB, destaca que o pleito da Ordem não atrapalhar a regular distribuição de processos e o normal atendimento aos jurisdicionados.

Além do TJPB, a OAB-PB também pediu a suspensão dos prazos, no mesmo período, no Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (TRT-PB), Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), Justiça Federal na Paraíba, Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Procon Estadual.

O TCE e o Procon estadual também deferiram o pleito da OAB-PB.

Poderia sua doença ser explicada pela deficiência endocanabinóide?

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Quinta, 26 Novembro 2015 00:00

 

O sistema endocanabinóide é um divisor de águas na medicina de hoje e é um das grandes fronteiras para a saúde moderna.

Deficiência Endocannabinoide Clínica (CECD) é uma desordem especulativa que provoca permanentemente baixos níveis de endocanabinóides no indivíduo afetado. Embora ainda temos muito a aprender sobre este transtorno, os pesquisadores acreditam que isso pode explicar várias doenças que até agora não tiveram causa estabelecida.

O que é Clinical Endocannabinoid Deficiency (CECD) ?

Em português seria Deficiência Clinica de Endocanabinoides , termo dado a um fenómeno relatadado num certo número de pacientes que sofrem de certas doenças crónicas em que os níveis endocannabinoides (EC) encontram-se persistentemente mais baixa do que em pacientes saudáveis. Em outras palavras, baixos níveis de CE poderia ser a causa das doenças crónicas, em vez de um sintoma.

Neste artigo, iremos entender:

explicar o sistema endocanabinóide e princípios básicos do CECD
listar os transtornos primários associados com CECD
discutir as possíveis causas do CECD, que pode ser congênita ou adquirida
fornecer conselhos simples sobre a seleção de tensão e método de entrega
Qual é o sistema endocanabinoide, e como é afetado?

O sistema endocanabinóide (CE) é um sistema complexo que inclui receptores de proteína conhecidos como canabinóides (CB) – receptores que estão situados em vários tecidos do corpo – e um conjunto de ácidos graxos endógenos (produzida dentro do corpo) , conhecidos como canabinóides.

Dois principais receptores de canabinóides foram identificados até agora (apelidado o receptor CB1 e CB2), juntamente com dois canabinóides endógenos principais, conhecidos como anandamida e 2-AG.

Dos canabinóides endógenos conhecidos (endocanabinóides), anandamida parece ser a chave para entender CECD. A Anandamida é um agonista, o que significa que ele tem a capacidade de se ligar a um receptor e causar a ocorrência de atividade biológica.

A ideia é que, como a Anandamida circula no sangue, encontra e liga-se aos receptores CB-. Este vínculo importante – que a ciência médica está apenas agora começando a entender – controles ou auxilio na regulação de vários sistemas corporais, incluindo o sono, o apetite, o controle motor, percepção da dor e resposta imune.

Em CECD, os níveis de anandamida permanentemente baixa, e, como resultado, esses vários processos metabólicos e de regulamentação podem ser prejudicada ou interrompida completamente.

O remédio, como os pesquisadores estão começando a entender, encontra-se dentro da planta cannabis. Porque THC também é um agonista, ele também estimula os receptores CB-, enquanto que substâncias como o CBD, que são antagonistas, bloqueiam os receptores e levá-los a tornar-se inativo. Isso explicaria como CBD pode atenuar os efeitos do THC, diminuindo alguns dos efeitos colaterais mais intensos.

O sistema CE só foi descoberto no início de 1990, embora a sua existência foi postulada por várias décadas até então. Vinte e tantos anos depois, estamos ainda só começando a entender os princípios básicos desse sistema muito complexo. Assim, pode ser mais décadas antes de sermos capazes de compreender o efeito potencial sobre a saúde individual para aqueles que sofrem de CECD.

Os distúrbios que têm sido associados a CECD

As seguintes condições têm sido repetidamente ligado a inerentemente baixos níveis de endocanabinóides. Esta comunhão tem levado pesquisadores a propor que uma única doença comum, CECD, é a causa subjacente.

Fibromialgia

A fibromialgia é caracterizada por hiperalgesia (a experiência subjetiva de dor em resposta a estímulos não dolorosos) e dor em certos pontos-chave do corpo. Fibromialgia sofrem informalmente relatam experimentar alívio dos sintomas após o uso de cannabis medicinal. Estudos têm demonstrado que os agonistas / antagonistas inversos provocam hiperalgesia em modelos animais, sugerindo que os agonistas devem prevenir ou reduzir.

Enxaqueca

Dores de cabeça crónicas são causadas por um mecanismo biológico complexo que tem sido repetidamente demonstrado que envolvem tanto a sistemas serotonérgico e endocannabinoid. Agonistas canabinóides incluindo THC foram mostradas para inibir a libertação de serotonina, que alivia os sintomas em muitos sofredores de enxaqueca.

Síndrome do intestino irritável (IBS)
Esta desordem digestiva é muitas vezes presente ao lado da enxaqueca e / ou fibromialgia, e também é pensada para ser associada com ambos serotonérgica e sinalização endocannabinoid. Atualmente, as drogas que alvejam os receptores de serotonina são muitas vezes utilizados para tratar IBS, com eficácia limitada, e as pesquisas sugerem que os receptores CB-tornaria um alvo superior.

Transtorno do espectro do autismo (ASD)
Vários estudos demonstram que ASD está fundamentalmente ligada à sinalização endocanabinóide disfuncional. Existem vários estudos que demonstram que crianças com ASD exibem expressão endocanabinóide alterada, e há vários relatos de pais que tiveram sucesso com a administração de THC.

A fibrose cística (CF)
Este estudo argumenta que a doença pulmonar congênita fibrose cística crônica é o resultado de níveis de endocanabinóides em desequilíbrio, e que o THC e outros agonistas são bons candidatos para futuras pesquisas. É também possível que outros distúrbios respiratórios / imunológicos, tais como a asma estão ligadas ao fenómeno.

Causas do CECD: congênita e adquirida

A desordem especulativa conhecida como CECD pode ser congênita ou adquirida. A doença congênita é aquela que é ou hereditária (genética na origem e herdado de um dos pais) ou adquirida durante o estágio de desenvolvimento do feto.

Com CECD, é provável que alguns casos tem um elemento genético, tal como várias mutações dos genes que codificam para a expressão de endocannabinoids e CB-receptores têm sido associados a doenças específicas. Por exemplo, um estudo envolvendo 17 crianças com ASD mostrou que os sujeitos apresentaram níveis aumentados de gene que codifica para CB2 receptores, mas nenhuma diferença no que codificação para CB1-receptores.

Vários estudos demonstraram a actividade do sistema CE a ser elevada em vários pontos-chave durante o desenvolvimento fetal, e é também possível que alguns casos de CECD são causadas por anormalidades nos esta atividade.Assim como esta, existe a possibilidade de que poderia ser CECD adquirido no decurso do tempo de vida de um indivíduo, quer devido a lesão ou infecção.

Será que a cannabis medicinal pode ajudá-lo?
Um monte de pessoas têm tratado com sucesso suas doenças relacionadas com o CECD com a planta cannabis. Mas, atualmente, é difícil de aplicar qualquer padrão de tratamentos à base de maconha, simplesmente porque as pessoas reagem de forma indiferente tanto para a planta , cannabis, quanto para a CECD.

No futuro, os procedimentos de ensaio se tornar mais eficaz e acessível, deve ser possível desenvolver tratamentos direcionados para o indivíduo.

No entanto, se você se sentir a sua condição é causada por uma deficiência de endocanabinóide subjacente, nesta fase, é mais sobre encontrar uma estirpe ou estirpes que aliviar seus sintomas. A partir do estado atual da investigação, parece que as estirpes de alto THC e baixo CBD são ideais para condições relacionadas à CECD.

Enquanto para estirpes de alto THC parece ser o caminho a seguir, você pode querer experimentar com os níveis de CBD ligeiramente inferiores ou superiores, como alguns pacientes relatam melhores resultados ao usar os dois compostos em combinação.

Se você decidir experimentar estirpes, os níveis de dosagem, e vários métodos de entrega, lembre-se que muitas vezes as tentativas dão errado antes que os pacientes de maconha médicinal encontrem o seu regime ideal.

‘Vida nova’, dizem pais de menina que há 2 anos usa derivado da maconha

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Domingo, 29 Novembro 2015 02:11

 

Canabidiol zerou convulsões de garota que tinha até 80 crises por semana. Mais de mil pessoas foram autorizadas a utilizar compostos desde 2013.

A menina Anny Fischer, de 7 anos, foi diagnosticada há dois anos com uma síndrome rara, que chegou a causar até 80 convulsões por semana. As crises duravam até dez minutos. Por conta dos ataques, ela desaprendeu a andar, não conseguia comer e passava os dias deitada na cama. Nenhum medicamento disponível ou a combinação entre eles ajudou a reduzir as crises. Foi então que os pais decidiram se arriscar e importar ilegalmente uma substância derivada da maconha, o canabidiol (CDB). O composto zerou as convulsões por nove meses e a decisão mudou a vida dos Fischer e de centenas de famílias do país.

Foi a única coisa que deu resultado. E resultado que digo, não é que a Anny vai se levantar e sair andando. Não é isso. É qualidade de vida. Os pais de crianças como a Anny, buscam coisas simples, que nossos filhos fiquem acordados ja é uma grande diferença. Queremos que eles consigam comer”

Katiele Fischer,
mãe de Anny
Na semana em que completam dois anos desde que a menina começou a usar a substância, os pais dela, Katiele e Norberto Fischer, comemoram a nova decisão da Justiça Federal, que determinou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retire o Tetrahidrocannabinol (THC), composto também presente na maconha, da lista de substâncias proibidas no Brasil. O TCH é usado em tratamento de doenças como epilepsia, mal de Parkinson e esclerose múltipla.

A compra do CDB e do TCH era ilegal porque os compostos são encontrados em uma droga ilícita. Ao contrário do entorpecente, as substâncias não alteram sentidos nem provocam dependência. Norberto Fischer diz que no início de novembro o Brasil atingiu a marca de mil autorizações individuais concedidas para importação excepcional de produtos à base dos dois produtos derivados.

“Foi a única coisa que deu resultado. E resultado que digo não é que a Anny vai se levantar e sair andando. Não é isso. É qualidade de vida. Os pais de crianças como a Anny buscam coisas simples. Que nossos filhos fiquem acordados ja é uma grande diferença. Queremos que eles consigam comer”, diz a mãe, Katiele. “Quando falo que ela está melhor é porque consegue segurar a cabeça, saber que a mão vai na boca, cruzar a perna quando quer, fazer barulho e dar risadinha.”

annyfischerA menina Anny Fischer em tratamento
(Foto: Katiele Fischer/Arquivo pessoal)

Síndrome
Katiele conta que percebeu algo diferente na filha quando ela tinha em torno de 45 dias. “Ela deu uma tremidinha e revirou o olhinho. Parecia uma convulsão”, diz. “Pensei que não era nada, o tipo de coisa que ‘só acontece com os outros’. Aí ela fez de novo e não deu para negar.”

Por ser uma síndrome muito rara, os médicos levaram quatro anos para chegar ao dianóstico correto: CDKL5 – a família conseguiu localizar nove casos em todo o país, diz a mãe. “Nessa época, ela veio se desenvolvendo muito lentamente. Chegou a andar, mas tinha um espectro autista muito forte.” Todo o desenvolvimento de Anny estagnou quando ela completou 4 anos e as crises convulsivas se tornaram mais frequentes e intensas.

“Ela tinha de 60 a 80 convulsões por semana. Ficava até dez minutos convulsionando”, diz ela. “Em semanas ruins, dava uma média de uma crise a cada duas horas. Em um período muito curto de tempo parou de andar. Uma semana depois, não estava mais sentando e nem se mexendo. Tinhamos que virar ela na cama.”

A menina tem uma forma de epilepsia generalizada. Quando ultrapassava seis crises sequenciais, precisava ser levada ao hospital para ser monitorada. “Não dispara um ladinho do cérebro. Dispara em qualquer ponto, é um risco iminente porque o cérebro entra em colapso, são descargas anormais”, diz a mãe. “Era sempre uma tensão em casa. Antes, não conseguia atravessar o Eixão porque tinha parar no meio do caminho para acudir a Anny.”

“Ela zerou as convulsões com uma dose do tamanho de um grão de arroz. Ela ainda tem algumas crises, tem. Mas nada se compara ao que ela tinha antes. A qualquer momento, ela pode ter uma crise aqui. Mas com uma intensidade muito menor, e em quantidade muito menor”

Katiele Fischer,
mãe de Anny

Katiele diz que se sentia desesperada até que leu na internet sobre um pai americano que usou o canabidiol para controlar as convulsões da filha. Foi então que decidiu tentar arriscar. “No dia 11 de novembro [de 2013], demos a primeira dose para a Anny. Era mais uma cartada, em meio ao desespero. Nosso medo era de que um dia ela não aguentasse a crise e… Poderia morrer, ter uma crise que causasse uma parada cardiorreespiratória.”

Os primeiros resultados apareceram após nove semanas de uso. “Ela zerou as convulsões com uma dose do tamanho de um grão de arroz”, diz. Os ataques foram interrompidos completamente durante nove meses. “Ela ainda tem algumas crises? Tem. Mas nada se compara ao que ela tinha antes. A qualquer momento, ela pode ter uma crise aqui. Mas com uma intensidade muito menor, e em quantidade muito menor.”

Importação
O canadibiol, vendido como pasta, era enviado dos Estados Unidos dentro de uma seringa, camuflado em uma pequena caixa, como se fosse um presente. Depois de quatro meses, a alfândega detectou a substância e mandou para a Anvisa, que questionou a família.

Os Fischer então se mobilizaram para importar o medicamento de maneira legal e procuraram um advogado. Relataram o caso, apresentaram planilhas mostrando a redução das convulsões e levantaram informações sobre o canabidiol.

A família produziu um documentário de cinco minutos falando sobre a doença e sobre a substância, o que chamou a atenção da mídia. “Ficamos tão encantados por conta da melhora dela, que não dava para ficarmos quietos. Aí surgiu a proposta de fazer uma matéria [jornalística] e achamos que era a polícia que queria investigar”, afirma Katiele.

A decisão favorável da Justiça saiu poucos dias depois. “Foi tudo muito rápido. Aí acabou gerando uma demanda social. Outros pais também ficaram sabendo e o telefone aqui de casa não parava de tocar. Foi uma avalanche em nossas vidas, que viraram de cabeça para baixo”, diz a mãe.

Katiele afirma que a Anvisa reclassificou a substância após a decisão da Justiça e retirou o canabidiol da lista de substâncias proibidas, transferindo para a de medicamentos controlados. Meses depois, a Receita Federal simplificou o processo de importação e retirou os impostos cobrados.

“Agora, qualquer pessoa que precisa usar o remédio da maconha à base de canabidiol faz um processo normal, como se fosse comprar qualquer medicamento que não tem registro no Brasil”, diz. A anvisa ainda precisa autorizar a importação da substância.

Entraves
Cada seringa custa entre U$ 200 e U$ 500. O tempo de duração depende da pessoa e da dosagem. A família afirma que muitos pais recorrem ao Ministério Público para que o Estado custeie o medicamento. “É mais barato pagar canabidiol do que pagar UTI para essas crianças. Os relatos são impressionantes.”

Os Fischer afirmam que o processo de importação pode melhorar. A retirada do teto de U$ 3 mil por importação, o que impede que a compra seja feita em grande quantidade, é um dos pontos relatados pelo casal.

Katiele diz que o processo de importação também se tornou mais simplificado na alfândega, desde a liberação. Antes, era preciso ir até São Paulo ou pagar despachantes para que o produto passasse pelo desembaraço aduaneiro. A Receita Federal reviu a portaria que tratava do assunto. Atualmente, a própria empresa importadora se encarrega de fazer o medicamento chegar até as famílias.

O que queria enfatizar é que ela nao está curada, a síndrome não tem cura. O que ela tem hoje de diferente é qualidade de vida muito melhor do que tinha antes, fica acordada, interage, quando alguém chega ela olha, ela sorri, e isso não tem preço. O prognóstico da síndrome não é bom, porque é uma doença degenerativa. O grande passo é realmente a qualidade de vida. Lógico que a gente sempre tem esperança que ela melhore, volte a andar. É meu sonho.”
Katiele Fischer, mãe de Anny.

A família recebe ligações diárias de pessoas de países como Chile, Síria e Uruguai pedindo ajuda e informações. Katiele se emociona quando lê o recado que ela recebeu.

“Uma mãe nos mandou uma mensagem dizendo que a filha dela, de 38 anos de idade, pela primeira vez tinha ficado uma semana sem fazer xixi na fralda”, diz. “Outra mãe nos contou que pela primeira vez tinha ido ao shopping e ao parque passear, sem ter que levar o tubo de oxigênio.”

Anny toma a substância três vezes ao dia. “Quando a gente fala qualidade de vida, é qualidade de vida mesmo. Não só dela, mas da família inteira”, diz. A família espera que a criança retorne à escola especial que ela frequentava, a partir de 2016.

“O que queria enfatizar é que ela não está curada, a síndrome não tem cura. O que ela tem hoje de diferente é qualidade de vida muito melhor do que tinha antes, fica acordada, interage, quando alguém chega ela olha, ela sorri, e isso não tem preço”, diz a mãe.

“O prognóstico da síndrome não é bom porque é uma doença degenerativa. O grande passo é realmente a qualidade de vida. Lógico que a gente sempre tem esperança que ela melhore, volte a andar. É meu sonho.”

OAB-PB atuará com o MP em inquérito civil que apura falta de combustíveis na Paraíba

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Quinta, 07 Janeiro 2016 11:56

 

O Presidente da Ordem dos Advogados, Seccional Paraíba, Paulo Maia, e vice-presidente, Raoni Vita, se reuniram, na tarde desta quarta-feira (06), com o diretor-geral do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (MP-Procon), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Promotor de Justiça Glauberto Bezerra, para discutir o desabastecimento de combustíveis (gasolina e etanol) no Estado e o aumento constante dos valores.

Na oportunidade, Paulo Maia designou o Presidente da Comissão de Direitos Difusos e Relação de Consumo da OAB-PB, Ronaldo Xavier Pimentel Júnior, para atuar em inquérito civil público instaurado pelo MP-Procon para apurar as responsabilidades pelo desabastecimento de combustíveis registrado desde a semana do Natal na Região Metropolitana de João Pessoa.

Paulo Maia destaca que, na sua gestão a OAB-PB, vai sempre atuar em defesa dos interesses da sociedade.

“Nossos principais desafios serão fortalecer a atuação profissional e atuar em prol da sociedade. A OAB não só pode, como vai intervir. Estamos desde ontem analisando essa situação da retirada do abastecimento pelo Porto de Cabedelo, que vai perder não só divisas, e uma média de R$ 40 milhões anuais. Estamos trabalhando para que a OAB possa dar contributo na solução deste problema”, revelou Paulo Maia.

Já o vice-presidente Raoni Vita destacou que a OAB-PB, já nesta fase inicial, “está acompanhando in-loco a coleta dos depoimentos dos proprietários e representantes das distribuidoras e demais envolvidos neste grave problema para auxiliar na sua elucidação”.

Bebida deixa bêbado sem causar danos à saúde

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Segunda, 11 Janeiro 2016 21:37

 

Com um copo da nova bebida você pode permanecer embriagado durante seis horas. Tomar a pílula antidoto e depois sair dirigindo!??

Durante anos, os pesquisadores britânicos disseram que eles estavam prestes a realizar "uma das descobertas mais importantes do milênio", referindo-se a uma bebida que imita o álcool produzindo a embriaguês, mas sem prejudicar a saúde ou causar ressaca, e cujos efeitos desaparecem com uma pílula. Agora, de acordo com um dos criadores do líquido, o professor David Nutt, a bebida já está perto das mesas dos consumidores.

Nutt disse em uma entrevista ao jornal "Metro", que tinha provado a sua criação, Synthohol batizados em seu próprio corpo e ainda mais, disse que sua equipe já havia comemorado no último Natal e que um dos membros da sua equipe ficou bêbado durante seis horas, depois de tomar um copo da bebida.

Mas por que esse efeito inebriante e inofensivo do Synthohol? O cientista disse que o princípio desta bebida revolucionária é que afetam os neurotransmissores que respondem ao prazer, e não aqueles que têm algo a ver com a percepção ou que gera a  dependência, tornando-se muito menos viciante.

Segundo os criadores da substância, a sua principal componte é a droga Alcosynth, o que pode ser adicionado a qualquer bebida para dar o efeito inebriante sem causar estragos no cérebro, coração, fígado e outros órgãos afetados pelo álcool.

A pílula antídoto, por sua vez, dizem os autores da descoberta, é um derivado de benzodiazepina, a substância de que é derivado Valium, mas não provoca sintomas de abstinência ou vicio.

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