May pede 'esforço' da União Europeia para aprovar Brexit

Publicado em Mundo
Sexta, 08 Março 2019 19:07

Premiê britânica também alertou que o Reino Unido poderá jamais sair do bloco europeu

Faltando apenas quatro dias para o Parlamento britânico votar novamente seu controverso acordo sobre o Brexit, a primeira-ministra Theresa May (na foto) pediu nesta sexta-feira (08/03) aos dirigentes da União Europeia um incentivo maior que ajude na aprovação do texto.

"É necessário um esforço suplementar", insistiu May, em um momento em que as negociações de última hora com Bruxelas parecem em ponto morto.

A premiê britânica também alertou que, se os deputados britânicos rejeitarem o acordo novamente na próxima terça-feira, o Reino Unido poderá jamais sair da União Europeia.

O tempo está se esgotando para May.

Líderes britânicos e europeus realizaram nos últimos dias uma nova rodada de negociações que devem recomeçar neste fim de semana antes de uma segunda votação decisiva, na terça-feira (12) na Câmara dos Comuns, depois que, em janeiro, já rejeitou o texto acordado entre Londres e Londres e Bruxelas.

Se os deputados rejeitarem novamente o texto na terça, no dia seguinte deverão decidir se querem um Brexit sem acordo.

Se descartarem uma saída abrupta do bloco europeu, deverão se pronunciar em 14 de março sobre uma proposta de prorrogação "limitada" da data de saída, ideia que May acabou colocando sobre a mesa diante da pressão de alguns ministros.

Mas a três semanas da data prevista para o Brexit (29 de março), os contatos entre as duas partes, que o governo britânico classificou de difíceis, não permitiram, segundo a Comissão Europeia, identificar nenhuma solução para a questão mais delicada do acordo: a salvaguarda irlandesa.

Este mecanismo visa a impedir a reintrodução de uma fronteira física entre a República da Irlanda - país membro da UE - e a província britânica da Irlanda do Norte, para proteger o acordo de paz que em 1998 pôs fim a décadas de conflito sangrento em a região.

Os deputados britânicos eurocéticos temem que esta salvaguarda deixe o país indefinidamente preso em uma união aduaneira com a UE, dificultando negociar acordos comerciais com terceiros.

UE pressionada

Ante o aparente bloqueio nestas negociações de última hora, May decidiu aumentar a pressão sobre a UE com um discurso pronunciado na pequena cidade de Grimsby, nordeste da Inglaterra, um porto pesqueiro que votou 70% a favor do Brexit no referendo de junho de 2016.

"Temos dado duro durante mais de dois anos neste acordo que prevê uma saída ordenada da UE e que estabelece uma plataforma para uma relação ambiciosa no futuro", afirmou.

Em Bruxelas, o porta-voz da Comissão Europeia, Alexander Winterstein, não quis comentar o discurso de May, mas também mencionou um trabalho intensivo do lado do bloco europeu.

"A UE já ofereceu ideias sobre como dar mais garantias em relação à salvaguarda irlandesa".

Podemos não sair

A primeira-ministra também aproveitou a oportunidade para alertar a opinião pública e, de quebra, os eurocéticos de seu Partido Conservador, que se o Parlamento rejeitar o texto na próxima semana, existe o risco de todo o processo ir a pique.

"Poderemos jamais sair da UE", alertou, recordando as caóticas consequências para as duas partes caso ocorra um Brexit sem acordo.
O Banco da Inglaterra alertou que um Brexit assim vai mergulhar o país em uma grave crise econômica, desencadeada pelo desemprego e inflação, colapso da libra e do preço da habitação e quase 10% de redução no PIB.

"Aos europeus interessa que o Reino Unido chegue a um acordo. Estamos trabalhando com eles, mas as decisões que a União Europeia tomar nos próximos dias terá um impacto significativo no resultado da votação de terça", enfatizou.

Achadas caixas-pretas de Boeing que caiu na Etiópia

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Segunda, 11 Março 2019 14:32

O acidente com a aeronave da Ethiopian Airlines matou 157 pessoas

A companhia Ethiopian Arlines anunciou nesta segunda-feira (11/03) que as duas caixas-pretas de seu Boeing 737 MAX 8 (ver destroços na foto) que caiu no domingo (10/03) a sudeste de Adis-Abeba, acidente que deixou 157 mortos, foram recuperadas.

A caixa-preta com os dados técnicos do voo e a caixa que grava as conversas dentro da cabine foram recuperadas, anunciou a Ethiopian Airlines no Twitter.

Parlamento britânico rejeita novo acordo de May para Brexit

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Terça, 12 Março 2019 22:12

Os parlamentares votaram contra um acordo modificado de May, com placar de 391 votos a 242

O Parlamento britânico rejeitou nesta terça-feira (12/03), pela segunda vez, o acordo da primeira-ministra, Theresa May, para o país deixar a União Europeia (UE), aprofundando a pior crise política do país em gerações, 17 dias antes do prazo para a saída da nação do bloco.

Os parlamentares votaram contra um acordo modificado de May, com placar de 391 votos a 242, enquanto suas conversas de última hora com líderes da União Europeia na segunda-feira para acalmar as preocupações de críticas se mostraram infrutíferas (na foto, a primeira-ministra Theresa May fala após Parlamento britânico rejeitar acordo do Brexit 12/03/2019 Reuters TV/via REUTERS).

A votação coloca a quinta maior economia do mundo em território desconhecido sem um caminho óbvio à frente: deixar a UE sem um acordo, adiar o prazo de 29 de março para o divórcio, uma eleição antecipada ou até mesmo um novo referendo são possibilidades.

May pode até tentar uma terceira vez obter apoio parlamentar na esperança de que eurocéticos linha-dura em seu Partido Conservador, os críticos mais duros do acordo que ela negociou, mudem de ideia se ficar mais claro que o Reino Unido pode acabar permanecendo na UE.

Apesar da derrota, a margem foi menor do que a de 230 votos sofrida em janeiro.

Cardeal pega seis anos de cadeia por pedofilia na Austrália

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Quarta, 13 Março 2019 16:04

Ao definir a sentença, o juiz Peter Kidd declarou que levou em conta os delitos “horríveis” e a avançada idade do clérigo, que enfrentava uma pena máxima de até 50 anos pelo crime

O cardeal australiano George Pell (na foto), ex-número três do Vaticano e mais alto representante da Igreja Católica a ser condenado por pedofilia, recebeu uma pena de seis anos de prisão por abusos contra crianças.

A Corte de Melbourne (sul da Austrália) havia declarado o religioso, de 77 anos, culpado em 27 de fevereiro por agressão sexual e outras quatro acusações de atentado ao pudor contra dois coroinhas – de 12 e 13 anos – na sacristia da Catedral de São Patrício em Melbourne e, 1996 e 1997.

Ao definir a sentença, o juiz Peter Kidd declarou que levou em conta os delitos “horríveis” e a avançada idade do clérigo, que enfrentava uma pena máxima de até 50 anos pelo crime.

Pell, que insiste em sua inocência, manteve o silêncio enquanto o juiz descrevia os ataques contra os menores e avaliava que “poderá não viver o suficiente para ser libertado”.

A declaração de Kidd foi transmitida ao vivo pela televisão australiana, o que demonstra a grande repercussão do caso.

O cardeal foi obrigado a assinar o registro de agressores sexuais e deverá cumprir no mínimo três anos e oito meses de prisão da sentença de seis anos.

De acordo com Kidd, Pell sofre de problemas cardíacos mas poderia ser beneficiado por uma transferência para liberdade monitorada no fim de 2022.

Pell se aproximou das duas crianças quando elas eram bolsistas do tradicional colégio St. Kevin e cometeu os crimes de abuso em dezembro 1996. Ainda segundo os dados levantados, um dos meninos voltou a sofrer a agressão sexual dois meses depois.

“Há um nível adicional de degradação e humilhação que cada uma de suas vítimas deve ter sentido ao saber que o abuso que sofreram foi visto pelo outro”, disse o magistrado, acrescentando que o condenado era o cardeal, e não a Igreja Católica.

Um dos coroinhas vítimas de Pell morreu em 2014 em decorrência de uma overdose.

“Não há descanso para mim”, afirmou a vítima conhecida apenas como “J”, em uma nota lida por sua advogada, Vivian Waller.

“Aprecio que o tribunal tenha reconhecido o dano que sofri quando era um menino”, completou “J”, mas destacou que “tudo fica confuso pelo recurso de apelação que se aproxima”.

A família da vítima que faleceu em 2014 divulgou um comunicado curto no qual indica a “decepção” com o tempo de sentença de Pell.

O cardeal, que foi prefeito da secretaria de Assuntos Econômicos (o terceiro cargo em importância na estrutura administrativa da Igreja), ocupou o cargo de arcebispo de Melbourne entre 1996 e 2001 e depois se tornou arcebispo de Sidney até 2014, quando foi para o Vaticano, convidado pelo papa Francisco para responder pelas finanças entidade.

A apelação de Pell será objeto de audiências nos dias 5 e 6 de junho.

EUA anunciam sanções contra Tribunal Penal Internacional

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Sexta, 15 Março 2019 14:47

As relações entre Washington e esse tribunal com sede em Haia sempre foram tumultuadas

Os Estados Unidos anunciaram, na sexta-feira (15/03), suas primeiras sanções contra o Tribunal Penal Internacional (TPI), negando vistos a qualquer pessoa envolvida na possível investigação de militares americanos no Afeganistão, ou em outro lugar.

“Hoje (…) estou anunciando uma política de restrição de vistos àquelas pessoas diretamente responsáveis de qualquer investigação de pessoal americano”, disse o secretário de Estado americano, Mike Pompeo (na foto), em entrevista coletiva.

Sem revelar o número, ou seus destinatários, Pompeo disse que já foram emitidas as primeiras proibições de vistos.

Em novembro de 2017, a procuradora-geral do TPI, Fatou Bensouda, anunciou que iniciaria uma investigação formal sobre os supostos crimes de guerra cometidos no Afeganistão, inclusive pelo Exército dos Estados Unidos.

Na sexta, Pompeo disse que as novas restrições de visto incluem “pessoas que tomem, ou tenham tomado, medidas para solicitar, ou promover, uma investigação desse tipo”.

O governo de Donald Trump questionou energicamente o TPI, um organismo encarregado de julgar crimes de guerra e de lesa-humanidade, do qual os Estados Unidos não são membros.

“O TPI reivindica jurisdição quase universal sobre os cidadãos de todos os países, violando todos os princípios de justiça, equidade e devido processo. Nunca cederemos a soberania dos Estados Unidos a uma burocracia global não eleita e irresponsável”, garantiu Trump em discurso na última Assembleia Geral da ONU.

Também em setembro passado, a Casa Branca ameaçou prender e processar juízes e outros funcionários do TPI, se o tribunal tomar ações por crimes de guerra contra americanos que combateram no Afeganistão, ou se iniciavam investigações contra Israel e outros aliados.

O TPI é regido pelo Estatuto de Roma, um tratado ratificado por 123 países e que entrou em vigor em 2002.

As relações entre Washington e esse tribunal com sede em Haia sempre foram tumultuadas. Os Estados Unidos se negaram a fazer parte do organismo e fazem todo o possível para evitar que seus cidadãos possam ser alvo de investigações.

Premiê prepara novas leis para armas na Nova Zelândia

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Segunda, 18 Março 2019 17:13

Chefe de Estado do país anunciou que tomará medidas restritivas após o massacre a tiros que matou ao menos 50 pessoas em mesquitas na última sexta

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern (na foto), anunciou nesta segunda-feira (18/03) que divulgará um plano de reformas para a lei de acesso às armas vigente no país. A medida é decorrência do ataque a mesquitas que deixou ao menos 50 mortos na cidade de Christchurch, na última sexta-feira (15/03).

Além de restringir o acesso da população a armamentos, Ardern também pretende revisar as operações das agências de segurança neozelandesas.

No domingo, a premiê declarou que o principal suspeito pelo ataque – o australiano Brenton Tarrant, de 28 anos – estava em posse de cinco armas, incluindo duas semiautomáticas e duas espingardas. As armas foram compradas depois que ele obteve a licença correspondente, em novembro de 2017. Segundo Ardern, algumas das armas foram modificadas para se tornarem ainda mais mortais.

“Enquanto seguem os trabalhos para esclarecer a sequência de fatos que levaram tanto à licença quanto à posse das armas, posso assegurar uma coisa: nossas leis de armas irão mudar”, afirmou, sem dar detalhes.

Ardern disse que haverá uma “resposta rápida” de seu governo e que uma proibição de armas semiautomáticas será avaliada.

Tarrant compareceu ao tribunal de Christchurch, onde foi acusado de assassinato. Ele é suspeito de matar 41 pessoas na mesquita de Al Noor, no centro de Christchurch, antes de dirigir cerca de cinco quilômetros até a mesquita de Linwood, onde matou mais sete pessoas. As duas outras vítimas do massacre morreram no hospital.

Descrito por autoridades como um extremista de direita, Tarrant não tinha antecedentes criminais. A polícia investiga como foi possível que ele permanecesse longe da mira dos serviço de inteligência, apesar de suas visões extremistas.

Antes do ataque, ele publicou na internet um manifesto repleto de teorias populares de conspiração da extrema direita sobre como europeus brancos supostamente estariam sendo substituídos por imigrantes não brancos. O Brasil é mencionado na seção em que o terrorista faz críticas à diversidade racial.

Com uma câmera presa ao capacete que usava, Tarrant transmitiu ao vivo pelo Facebook o massacre na mesquita Al Noor, durante 17 minutos.

O australiano vivia em Dunedin, na Ilha Sul da Nova Zelândia, da qual Christchurch é a maior cidade. Ele era membro do clube de tiro Bruce Rofle Club, de acordo com a mídia neozelandesa. Segundo membros do clube, ele praticava com frequência tiros com um AR-15, fuzil semiautomático leve.

O AR-15 é uma versão semiautomática do fuzil militar americano M16. A idade mínima para a posse de armas na Nova Zelândia é 16 anos, ou 18 no caso de armas semiautomáticas de estilo militar.

Após o massacre desta sexta-feira, o presidente da Associação Policial da Nova Zelânia, Chris Cahill, apoiou leis sobre armamentos mais rígidos, afirmando que as armas usadas nas mesquitas foram proibidas na vizinha Austrália após o massacre de Port Arthur, em 1996, no qual 35 pessoas morreram. O AR-15 foi usado no atentado, assim como numa série de outros ataques a tiros nos Estados Unidos.

Já houve tentativas na Nova Zelândia de endurecer as leis sobre armas de fogo, mas um forte lobby e uma forte cultura de caça impediram os esforços. Estima-se que haja 1,5 milhão de armas de fogo no país, cuja população é de apenas 5 de pessoas. Apesar disso, os índices de violência ligados a armas de fogo são baixos.*Com informações da Deutsche Welle (agência pública da Alemanha).

Número de mortos pode chegar a mil no Leste da África

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Terça, 19 Março 2019 22:47

Segundo a ONU, a tempestade que atingiu os países africanos foi a pior da história no hemisfério sul

Representantes da Organização das Nações Unidas (ONU) afirmaram que a tempestade que atingiu Moçambique (na foto), Malaui e Zimbábue durante a passagem do ciclone Idai foi a pior da história no hemisfério sul. Moçambique foi o país mais afetado e, segundo a Cruz Vermelha Internacional e o governo do país, o número de mortos pode passar de mil.

Só em Moçambique, a FAO, agência da ONU para alimentação, estima que mais de 1,7 milhão de pessoas tenham sido afetadas. No Malaui, estima-se que cerca de 900 mil pessoas tenham sido atingidas pelas destruições causadas pelo ciclone Idai .

De acordo com o último balanço divulgado na segunda-feira (18/03) pelos governos, 88 mortes foram confirmadas em moçambique, 56 em Malaui e 98 em Zimbábue. Centenas de pessoas estão desaparecidas.

Além dos efeitos imediatos dos fortes ventos e da chuva, os países, em especial Moçambique, agora enfrentam grandes inundações. "Não temos números claros sobre mortos, mas estamos olhando para áreas enormes que estão debaixo d'água. Estamos vendo quilômetros de aldeias sob vários metros de água", afirmou Gerard Burke, do Programa Mundial de Alimentos da ONU .

Lola Castro, também do Programa Mundial de Alimentos da ONU, afirma que há áreas em que a água está seis metros acima do nível normal. O Rio Buzi, que fica na província de Sofala em Moçambique, saiu do seu leito, matando dezenas de pessoas. O presidente do país, Filipe Nyusi, pediu à população que mora perto de rios que abandonem a área “para salvar sua vida”.

As operações de socorro encontram dificuldades porque grande parte das pontes e estradas foram destruídas pelo ciclone. A ajuda humanitária tenta chegar às pessoas de helicóptero e em botes de borracha.

"Estamos trabalhando com a Nasa, a agência espacial norte-americana, e com a Agência Espacial Europeia para obter informações mais completas sobre as áreas afetadas e o número de pessoas presas lá”, afirmou Carolina Haga, da Cruz Vermelha Internacional.

A União Europeia anunciou nesta terça-feira (19/03) uma ajuda emergencial de 3,5 milhões de euros. Tanto os governos quanto a Cruz Vermelha acreditam que número de mortos em consequência da passagem do ciclone Idai vai aumentar muito.

Americana dá à luz bebê de 6,8 kg e 51 cm e bate recorde

Publicado em Mundo
Quarta, 20 Março 2019 20:27

“Eu senti como se tivesse sido atropelada por dois tratores de reboque. Foi bem violento. Ela ficou presa embaixo das minhas costelas”, relembra a mãe

A mãe conta que  nascimento de um bebê grande como Harper não é fácil, já que ela precisou da ajuda de três médicos

A norte-americana Joy Buckley (na foto ao lado) e a sua filha (na foto acima) bateram um recorde do estado de Nova York, nos Estados Unidos, por conta do tamanho da recém-nascida. Joy deu à luz um bebê grande que veio ao mundo pensando 6,8 kg.

Com 58 centímetros, a recém-nascida recebeu o nome de Harper e é a terceira filha da norte-americana. Para Joy, o nascimento do bebê grande foi um milagre. Isso porque a mãe foi diagnosticada como infértil ao longo dos últimos sete anos. Ela e seu marido, Norman, tinham menos de 15% de chance de engravidar.

Como é a gravidez e o parto de um bebê grande

Em entrevista ao “WTM”, Joy fala que já tinha um filho por anos tentou engravidar do segundo, mas nunca conseguiu. Após tantas tentativas, ela e o marido resolveram adotar uma criança. Por isso, a gravidez e o nascimento de Harper foi uma verdadeira reviravolta na vida da família.

“Ser mãe é algo que eu sempre quis na minha vida e quando eu descobri que estava grávida do meu primeiro filho fiquei muito feliz. Agora foi algo como: ‘meu Deus, eu vou ser mãe de três crianças!’”, fala.

Depois da surpresa, a gravidez correu bem e Harper nasceu de cesariana. No entanto, o parto exigiu uma ajudinha extra e três médicos foram necessários para trazê-la ao mundo. “Eu senti como se tivesse sido atropelada por dois tratores de reboque. Foi bem violento. Ela ficou presa embaixo das minhas costelas”, relembra.

A mãe ainda conta que a filha precisou ficar no hospital, onde está sendo monitorada pela equipe médica. “É difícil, mas em breve ela vai estar em casa. Agora está em boas mãos”, fala.

Assim como a filha, a mãe também está se recuperando após o parto do bebê grande. “Estou me movimentando e já posso andar. Estou tão aliviada por ter acabado com essa pressão física que estava sentindo”, diz.

Nova Zelândia planeja proibir venda de armas militares

Publicado em Mundo
Quinta, 21 Março 2019 15:55

Medida visa reduzir violência no país, após ataque a mesquitas que matou 50 pessoas

Nova Zelândia - Após o duplo ataque a mesquitas na Nova Zelândia, a primeira-ministra Jacinda Ardern (na foto) anunciou que armas semi-automáticas e automáticas de estilo militar não serão mais vendidas no país. O ataque provocou 50 mortos e muitos feridos.

Segundo Ardern, a lei deve entrar em vigor em 11 de abril. O governo estuda propostas para incentivar donos de armas deste tipo a entregá-las às autoridades.

"Toda arma semi-automática usada no ataque terrorista na sexta-feira será proibida", disse ela.

No último dia 15, pela manhã, fiéis muçulmanos estavam reunidos em mesquitas quando atiradores entraram, utilizando armas semi-automáticas e automáticas de estilo militar.

Quatro homens foram presos e um deles é considerado o principal responsável pela violência.

A proibição será aplicada a todos os semi-automáticos estilo militar (MSSA) e rifles de assalto, juntamente com peças usadas para converter armas em MSSAs e todas as revistas de alta capacidade.

Trump apoia soberania de Israel sobre Colinas de Golã

Publicado em Mundo
Quinta, 21 Março 2019 16:00

Maior parte da comunidade internacional reconhece a Síria como dona do território invadido por Israel em 1967

O presidente norte-americano, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (21/03) que os Estados Unidos devem reconhecer a soberania israelense sobre as Colinas de Golã – território na Síria ocupado por Israel desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967 (na foto, a fronteira entre os dois países).

No Twitter, Trump escreveu:

"Depois de 52 anos, está na hora de os EUA reconhecerem completamente a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã, algo de grande importância estratégica e na segurança do Estado de Israel e na estabilidade regional".

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, respondeu em seguida: "Enquanto o Irã procura usar a Síria como plataforma para destruir Israel, o presidente Trump reconhece com grandeza a soberania de Israel sobre as Colinas de Golã. Obrigado, presidente Trump!".

Campanha de Netanyahu usa fotos com Trump espalhadas por Tel Aviv, em Israel. — Foto: Jack Guez/AFP

Campanha de Netanyahu usa fotos com Trump espalhadas por Tel Aviv, em Israel. — Foto: Jack Guez/AFP

Pressão política

Caso se concretize, o reconhecimento das Colinas de Golã como território israelense marcaria uma mudança na política norte-americana uma semana antes da visita de Netanyahu a Washington. Segundo a agência Reuters, além do encontro com Trump, o premiê israelense deve discursar ao American Israel Public Affairs Committee (Aipac) – principal grupo de influência de Israel nos EUA.

Netanyahu, que concorre nas eleições israelenses de 9 de abril, tem pressionado os EUA a reconhecerem a soberania sobre as Colinas de Golã. Em 2017, o primeiro-ministro israelense reafirmou a possibilidade de esse reconhecimento ocorrer durante o governo Trump.

Colinas de Golã — Foto: Karina Almeida/ Arte G1

 

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