JAC apresenta a picape e o carro elétricos mais baratos do BR

Publicado em Tecnologia
Segunda, 16 Setembro 2019 20:46

Montadora chinesa também trouxe ao país um caminhão e um SUV de porte médio movidos a bateria

Reprodução

A JAC Motors anunciou, nesta segunda-feira (16/09), quatro novos veículos movidos a bateria. Entre eles estão o carro elétrico mais barato do Brasil e a "primeira picape elétrica do mundo", de acordo com a empresa chinesa.

A picape se chama iEV330P (na foto acima). Com preço de R$ 229,9 mil, o veículo tem 320 km de autonomia e 800kg de carga útil. O automóvel mede ainda 5,61 m de comprimento e possui uma caçamba de 1,81 m. As vendas efetivas do veículo começam em dezembro.

O carro elétrico considerado o mais em conta do país é o SUV compacto iEV 20 (na foto ao lado), com preço sugerido de R$ 119,9 mil. Ele tem autonomia de 400 km, de acordo com a JAC, e custo de recarga completa de apenas R$ 23, com base na tarifa cobrada em São Paulo. As primeiras unidades serão entregues em novembro.

Os outros dois lançamentos são o SUV de porte médio iEV60 e o iEV1200T, um caminhão elétrico com peso bruto de seis toneladas. O primeiro conta com autonomia de aproximadamente 400 km e está à venda por R$ 198,9 mil – as entregas começam um pouco mais tarde, em maio de 2020. Por sua vez, o caminhão é um VUC (veículo urbano de carga) e pode ser reservado por R$ 259,9 mil, com chegada prevista para dezembro.

Com isso, a JAC se transforma na marca com mais veículos elétricos à venda no país: além das quatro novidades, há alguns meses a fabricante comercializa o iEV40, variante a baterias do SUV T40. Todos os lançamentos da montadora estão em pré-venda e podem ser encomendados nas concessionárias.

Marinha dos EUA revela autenticidade de vídeos de OVNIs

Publicado em Tecnologia
Terça, 17 Setembro 2019 20:20

Objetos foram documentados em vídeos que vieram a público entre o fim 2017 e início de 2018

OVNIs existem, acreditando você ou não em vida extraterrestre. A questão é que a sigla não tem, necessariamente, a ver com alienígenas, mas sim com eventos aéreos que não puderam ser compreendidos quando foram presenciados. Agora, a Marinha dos EUA reconheceu que três vídeos que vieram a público entre o fim de 2017 e o início de 2018, publicados inicialmente pela organização To The Stars Academy of Arts and Science e que tiveram o alcance ampliado após divulgação pelo New York Times.

Em comunicado, o órgão das forças armadas dos Estados Unidos afirmaram que os vídeos são verdadeiros e representam “fenômenos aéreos não-explicados”, o que, como dito acima, não significa que se trata de um disco voador ou uma espaçonave similar, mas apenas algo que não foi compreendido.

A confirmação veio por meio do site The Black Vault, mantido por um jornalista independente chamado John Greenewald, dedicado a armazenar e debater documentos governamentais que deixaram de ser confidenciais. Quando questionada diretamente sobre três vídeos, que ficaram conhecidos pelos codinomes de “FLIR1”, “Gimbal” e “Go Fast”, a Marinha confirmou sua autenticidade. Abaixo está o “Go Fast”:

“A Marinha descreve os objetos contidos nestes vídeos como fenômenos aéreos não-identificados”, diz o comunicado. Greenewald insistiu um pouco mais no tema e questionou o uso das palavras “fenômeno aéreo” em vez de “objeto voador” e obteve mais detalhes. Joseph Gradisher, porta-voz da organização, explicou que “a terminologia ‘Fenômeno Aéreo Não-Identificado’ é usada por oferecer uma descrição básica para avistamentos/observações de objetos/aeronaves não-autorizados/não-identificados que foram observados entrando/operando no espaço aéreo de várias áreas de treinamento controladas pelas forças armadas”.

Ao site Motherboard, Gradisher reafirmou o que disse ao The Black Vault: “a Marinha considera os fenômenos contidos/representados nesses três vídeos como não-identificados”, disse o comunicado.

TIM é investigada por vazamento de dados dos clientes

Publicado em Tecnologia
Terça, 17 Setembro 2019 20:27

Senacon instaurou um processo administrativo para apurar possível brecha na plataforma TIM Negocia que culminou no vazamento de dados dos consumidores

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), instaurou processo administrativo para apurar a acusação de supostos vazamentos de dados e valores de dívidas dos consumidores do serviço "TIM Negocia".

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) teve conhecimento da possível irregularidade por meio da mídia. De acordo com a notícia que embasou a instauração, a plataforma TIM Negocia possuía uma brecha que permitia o acesso de cibercriminosos ao sistema. Ainda não se sabe quantos clientes foram afetados.

Segundo o DPDC, existem indícios de ofensa aos princípios da vulnerabilidade, transparência, confiança, educação, informação, harmonização de interesse e da boa-fé, além dos direitos de liberdade de escolha, informação adequada, proteção contra práticas abusivas e efetiva prevenção e reparação de danos.

Em resposta, a operadora afirmou que a plataforma TIM Negocia permite que consumidores consultem e quitem eventuais pendências financeiras, mas que com conhecimento da possível brecha, o site e a plataforma foram tirados do ar como medida preventiva e de proteção de dados dos clientes.

Após a instauração dos processos, a TIM será intimada à sede de Defesa Administrativa e poderá ser multada em aproximadamente R$ 10 milhões caso os indícios sejam confirmados.

Projeto Ártemis: EUA preparam colonização da lua

Publicado em Tecnologia
Quarta, 18 Setembro 2019 15:42

A partir de 2020, Nasa enviará missões ao satélite natural da Terra para coletar dados

Ártemis

2024. Este é o prazo estipulado pela Nasa para voltar a pisar na lua. 50 anos depois do primeiro pouso, realizado pelo projeto Apollo, a agência espacial norte-americana prepara a ‘missão irmã’ de seu pontapé inicial no desbravamento da lua: o projeto Ártemis tem objetivos bastante audaciosos e não quer apenas visitar, mas sim permanecer no satélite terrestre (na foto acima, astronautas se preparam para as missões realizando tarefas em ambiente próximo ao da lua / Reprodução / Nasa).

Com novas tecnologias, e novidades até mesmo na tripulação que fará parte da empreitada, a Nasa projeta a realização de missões espaciais mais fáceis e acessíveis já a partir de 2028 sonha com a construção da primeira colônia humana na lua e, quem sabe, até em Marte. Para isso o Projeto Ártemis tem grande importância.

O que é o projeto?

Na mitologia grega, Ártemis, deusa da caça e da lua, é a irmã gêmea de Apolo , deus do sol e da luz, que anos atrás foi homenageado pela NASA ao dar nome às primeiras expedições lunares. Como em uma tradição familiar, agora é chegada a vez de a deusa receber tal homenagem, cedendo seu nome para a mais nova empreitada audaciosa de conquista do espaço por parte dos norte-americanos.

O objetivo da missão é claro: voltar a colocar pés humanos na lua até 2024, incluindo aí a participação da primeira mulher astronauta a visitar o satélite natural da Terra , e conhecer o polo sul lunar, local ainda desconhecido para a humanidade.

Como a própria agência revela, o conhecimento adquirido nas viagens até a lua, seja nas alunissagens ou apenas nas análises realizadas em órbita, servirá para passos ainda maiores no futuro, com Marte sendo a próxima parada do projeto de colonização espacial.

Preparativos

Apesar de ainda distante, o voo já está sendo bastante planejado pela equipe. Inclusive, missões não tripuladas devem ocorrer a partir de 2020, com a Ártemis 1 , que testará a nova espaçonave Space Launch System (SLS) para as futuras viagens. Na sequência, apenas dois anos depois, está programada a primeira viagem com tripulantes.

Por isso, os astronautas estão realizando exercícios para se preparar para o ambiente lunar. Na última semana, a Nasa divulgou imagens de um grupo trabalhando ao lado de cientistas da agência dentro de uma piscina. O objetivo da atividade era recriar, mesmo que em escala menor, o ambiente que os tripulantes da missão irão enfrentar na lua. Debaixo d’água, eles tiveram que caminhar, realizar tarefas, coletar amostras e até realizar experimentos.

Objetivos

Entre os principais objetivos do projeto da Nasa, além do óbvio estabelecimento dos EUA como líder e principal concorrente na corrida pela conquista da lua, está a criação de novas tecnologias para auxiliar na exploração espacial e incentivar futuras gerações a olhar para o espaço com novos olhos, como diz a própria agência.

Além do aspecto prático e financeiro, existe o lado científico da exploração. Segundo os cientistas , as missões trarão benefícios que possibilitarão a criação de uma base lunar. Porém, para que isso ocorra, precisam confirmar que existe água e oxigênio que garantam a sobrevivência dos humanos.

O futuro

Segundo a Nasa, “voltar a pisar na lua será a grande conquista, um momento brilhante para esta geração”, chamada pela agência de ‘Geração Ártemis ’. Caso tenha sucesso, o sonho de conhecer Marte de perto estará próximo de se tornar realidade. E a partir daí, quem poderá dizer quais serão os próximos passos?

Snapchat lança filtro que aplica efeito 3D em selfies

Publicado em Tecnologia
Quarta, 18 Setembro 2019 15:49

Por enquanto, a novidade está disponível para os donos de iPhone X ou superior

Nos últimos meses o Snapchat lançou diversos filtros que fizeram com que ele voltasse a ser um dos apps mais utilizados pelos amantes de fotos descontraídas. Agora, o aplicativo lançou sua mais nova aposta: o 3D Camera Mode. Com esse filtro, os usuários podem adicionar efeitos em 3D a suas fotos.

O 3D Camera Mode captura e processa informações de profundidade usando a câmera frontal dos smartphones. Os usuários podem ativar o recurso abrindo a câmera do aplicativo e selecionando a opção "3D" no menu suspenso à direita ao tirar uma selfie. Depois, basta deslizar o menu para adicionar lentes e filtros diferentes.

As criações podem ser compartilhadas nos stories, chats ou até mesmo armazenadas nos dispositivos. Para visualizar o efeito aplicado às fotos, basta rotacionar ou agitar o telefone após ter aplicado o filtro.

Por enquanto, o 3D Camera Mode está disponível para criação e compartilhamento de conteúdo apenas para os usuários do iPhone X ou superior. Porém, todos os usuários de Android e iOS podem visualizar as capturas em 3D.

ONU premia estudante da Bahia por projeto inovador

Publicado em Tecnologia
Quinta, 19 Setembro 2019 19:58

Anna Luísa Beserra, de 21 anos, criou tecnologia para filtrar água por meio da luz solar

Estudante da BA criou tecnologia para filtrar água através da luz solar em regiões do semiárido  — Foto: Divulgação

A estudante baiana que criou uma tecnologia para filtrar água por meio da luz solar ganhou um prêmio internacional da Organização das Nações Unidas (ONU), graças ao projeto.

A informação foi divulgada no site da instituição na terça-feira (17/09). O Prêmio Jovens Campeões da Terra é voltado para jovens empreendedores com ideias inovadoras para o futuro do planeta.

Anna Luísa Beserra (na foto acima) tem 21 anos e ficou entre 35 finalistas globais e concorreu na categoria América Latina e Caribe com outros 4 jovens. É a primeira vez que uma brasileira recebe o prêmio.

A premiação será realizada durante uma cerimônia na 74ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, no dia 26 de setembro, em Nova York.

Em abril, o projeto ganhou um outro prêmio que reuniu 400 startups de tecnologia nos Estados Unidos. O prêmio foi R$ 25 mil.

Aqualuz

Além de Anna, também ganharam o prêmio pelo projeto Letícia Nunes Bezerra, Marcela Sepreny e Lucas Ayres — Foto: Divulgação

O nome do projeto é "Aqualuz". Anna Luísa, que é formada em Biotecnologia pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), teve a ideia quando tinha 15 anos e ainda estava no ensino médio. Ela contou com apoio de outros três estudantes (na foto ao lado) para desenvolver a startup.

São eles: Letícia Nunes Bezerra, aluna do Curso de Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Ceará (UFC); Marcela Sepreny, graduanda em Engenharia Química no Centro Universitário Senai Cimatec (BA), Lucas Ayres, profissional formado em Ciência da Computação pela Ufba, responsável pelo design e marketing do Aqualuz.

O sistema do grupo usa radiação solar para tornar a água contaminada própria para consumo em regiões castigadas pela seca de forma sustentável.

Trata-se de uma caixa de inox que é coberta por um vidro e uma tubulação simples ligada à cisterna, um reservatório comumente usado para armazenar água da chuva ou de caminhão-pipa. A filtragem da água ocorre sem a necessidade de uso de compostos químicos. Como consequência, ajuda na redução dos índices de doenças.

Cada ciclo de filtragem dura, em média, 4 horas. O dispositivo, que filtra até 28 litros de água por dia, dura cerca de 15 anos e precisa apenas de limpeza com água e sabão, troca do filtro natural (com o estoque de refil já fornecido), sem precisar de manutenção externa ou energia elétrica.

Testes preliminares feitos em laboratório certificado, que usaram parâmetros do Ministério da Saúde, revelaram que o "Aqualuz" reduziu em 99,9% a presença de bactérias de referência.

Atualmente, o "Aqualuz" já distribui água potável para 265 pessoas, na Bahia, Pernambuco, Ceará e Alagoas, e o objetivo é alcançar mais 700 ainda este ano.

Projeto criado por estudante baiana permite filtragem de água com luz solar — Foto: Divulgação

Projeto criado por estudante baiana permite filtragem de água com luz solar — Foto: Divulgação

A filtragem

A filtragem ocorre por etapas. São elas:

1 - Primeiro, a água é bombeada da cisterna até a caixa, por meio de um encanamento, passando por um filtro ecológico que é feito de sisal;
2 - O filtro ecológico retém partículas sólidas;
3 - Depois, já com a água armazenada na caixa de inox, ocorre a desinfecção, em que o líquido é exposto à radiação solar para eliminação dos micro-organismos patogênicos. A alta temperatura na caixa ajuda a eliminar impurezas.
4 - Por fim, um dispositivo acoplado à caixa muda de cor e alerta quando a água pode ser retirada da caixa, já pronta para o consumo, por meio de uma torneira.

Biorreator usa algas para transformar CO2 em oxigênio

Publicado em Tecnologia
Quinta, 19 Setembro 2019 20:11

Máquina desenvolvida absorve CO2 até 400 vezes mais rapidamente que as árvores

Por uma boa razão, muitas pessoas estão preocupadas com a quantidade de dióxido de carbono (CO2) que está sendo bombeado para a atmosfera. Esse gás tem um alto poder de retenção de calor na atmosfera, o que, consequentemente, causa o que conhecemos como efeito estufa.

Para resolver esse problema, uma empresa de inteligência artificial (IA) chamada Hypergiant Industries criou um biorreator que combina IA e algas para absorver CO2 até 400 vezes mais rápido que as árvores. O dispositivo usa um princípio chamado de "Sequestro de Carbono". Isso se refere à captura e armazenamento de dióxido de carbono usando processos biológicos. Essa é uma extensão da fotossíntese, na qual plantas, como árvores, usam energia do sol para transformar dióxido de carbono em oxigênio.

"O dispositivo [que criamos] é um modelo de sistema fechado", explicou Ben Lamm, CEO da Hypergiant Industries. "Todas as partes do processo de crescimento são rigidamente controladas e otimizadas para maximizar o consumo de CO2. A IA monitora luz, calor, crescimento, velocidade da água, pH, CO2 e produção de oxigênio, tudo para garantir condições ideais de crescimento."

As algas são uma das máquinas mais eficientes da natureza para o consumo de dióxido de carbono. As algas precisam de três elementos-chave para crescer: dióxido de carbono, luz e água. Por esse motivo, elas foram escolhidas para o projeto.

"Um dos nossos biorreatores é capaz de retirar a mesma quantidade de carbono da atmosfera que um acre inteiro de árvores", disse Lamm. "Somos uma empresa de tecnologia que produz produtos e soluções de IA – mas primeiro somos humanos e queremos criar produtos que melhorem a condição humana."

O biorreator da Hypergiant é bastante compacto pelo que se propõe, medindo 91 cm de largura por 2,13 metros de altura. Pequeno o suficiente para caber em edifícios de escritórios que querem adotar soluções mais sustentáveis.

Apesar dos resultados obtidos, Lamm enfatizou que o projeto ainda está em seus estágios iniciais. A ideia da empresa é implantar a tecnologia aos poucos, mas por enquanto o objetivo de Lamm é mostrar que a tecnologia funciona e pode ser uma alternativa para melhorar a qualidade do ar.

Matemáticos resolvem problema sem solução há 60 anos

Publicado em Tecnologia
Sexta, 20 Setembro 2019 15:29

Pesquisadores tentavam descobrir qual soma de três cubos resultava no número 3

Um famoso problema de matématica dizia que todos números inteiros menores que 101 poderiam ser representados pela soma de três cubos. Os únicos números que não tinham solução era o "42" e o "33", mas um grupo de matemáticos conseguiu encontra-las no início do mês. Agora, essa mesma equipe resolveu outra parte do problema.

Andrew Sutherland (na foto acima) e Andrew Booker, da Universidade de Bristol, descobriram a equação que resolve o problema proposto em 1953 por Luis Mordell: encontrar solução para a primeira soma não trivial de três cubos cujo resultado é 3. Segundo os pesquisadores, o resultado é:

569936821221962380720³+(-569936821113563493509)³+(-472715493453327032)³= 3

Por décadas, os cientistas procuravam os números "a", "b" e "c" que satisfizessem a equação a³+b³+c³=n, onde "n" é um número inteiro. Contudo, enquanto 1 e 2 possuem infinitas soluções para o problema, o 3 possuia apenas duas soluções triviais: 1³+1³+1³ e 4³+4³+(-5)³.

Sutherland e Booker conseguiram realizar o feito utilizando a Charity Engine, que permite que cientistas façam cálculos extremamente complexos - este, por exemplo, levou aproximadamente 4 milhões de horas computacionais, de acordo com um comunicado enviado à imprensa.

"Para os teóricos dos números computacionais como eu, ter acesso a este tipo de poder é como dar a um astrônomo um novo telescópio que é 100 vezes mais poderoso do que qualquer outro que existia antes", disse Sutherland ao Gizmodo. "Não há como dizer o que você verá quando apontar para o que parecia ser uma mancha escura do céu".

Ford usa tecnologia 5G em 1º teste de direção remota

Publicado em Tecnologia
Sexta, 20 Setembro 2019 15:36

Veículo da marca foi controlado por meio de sinais transmitidos a 3 km de distância

A primeira demonstração de direção remota através de rede 5G aconteceu hoje na China. Realizada pela Ford durante a Smart China Expo - feira internacional de tecnologia em Chongqing - o teste teve como objetivo analisar o desempenho da tecnologia, que terá papel importantíssimo para o avanço da conectividade e da automatização, mobilidade e segurança no trânsito.

No teste, foi utilizado um Lincoln MKZ Hybrid (na foto acima), com plataforma de direção autônoma adaptada para recepção de sinais 5G.

O veículo foi controlado por meio dos sinais transmitidos da sala de operações da Smart Expo, localizada a 3 km de distância, via comunicação 5G. O motorista usou sinais de vídeo e áudio enviados pelo veículo para comandar remotamente as suas funções de direção, aceleração e frenagem.

A Ford aproveitou a feira para divulgar tecnologias inteligentes, que fazem parte dos novos modelos da Changan Ford. Uma delas é o SYNC+, sistema de tecnologia desenvolvido exclusivamente para os chineses, que conta com opções de entretenimento e conectividade do carro com casas inteligentes, além de navegação e assistente de voz.

Google reformula sua política de retenção de dados de áudio

Publicado em Tecnologia
Segunda, 23 Setembro 2019 11:45

Empresa irá apagar automaticamente dados que sejam mais velhos 'do que alguns meses'

O Google anunciou uma mudança em sua política de retenção de dados de voz. A empresa agora afirma que irá 'diminuir imensamente a quantidade de dados de áudio que armazena' e promete 'excluir a maioria dos dados de áudio associados à sua conta que sejam mais antigos do que alguns meses'.

Outra mudança é um novo ajuste de 'sensibilidade' da palavra-chave 'OK Google', para que os usuários possam evitar falsos positivos. Além disso, a empresa diz que irá novamente perguntar aos usuários se desejam compartilhar seus dados de voz para melhorar o serviço.

A mudança é uma resposta a notícias de que a empresa usava funcionários para escutar, e analisar, gravações feitas durante interações de seus usuários com o Google Assistente. Muitas destas interações eram acidentais, fruto do software interpretando um som qualquer como 'OK Google'. Segundo uma apuração do VRT NWS, alguns funcionários chegavam a ouvir e avaliar mais de mil clipes por semana, incluindo conversas pessoais dos usuários e, em um caso, o que parecia ser 'violência doméstica'.

O Google defendeu a prática, dizendo que operações com humanos são importantes para melhorar o funcionamento da IA, principalmente sua operação em vários idiomas. 'Esta é uma parte crítica do processo de criação da tecnologia de fala e é necessária para criar produtos como o Assistente do Google', disse David Monsees, gerente de produto da equipe de Pesquisa do Google.

Não foi só o Google que foi acusado de violar a privacidade de seus usuários. Amazon, com a Alexa, e Apple, com a Siri, também foram acusadas de submeter gravações a análise por funcionários próprios ou terceirizados.

Compartilhe nas Redes Sociais!

Temos 207 visitantes e Nenhum membro online

Telefones Úteis

Energisa - (83) 2106-7000
Ultragás - (83) 3292-2217
Audicon - (83) 3246-0599
Cagepa - 115
GVT - 10325
NET - 10621
SKY - 10611
Tely - (83) 3049-4229
Polícia - 190
Bombeiros - 193
SAMU - 192
(83) 3216-2500
Dele.da Mulher
(83) 3218-5316

Entre em Contato

 

Av. Senador Ruy Carneiro, 636 sl 201

Manaíra, João Pessoa, Paraíba, Brasil

Tel: (83) 3021-8885 - Cel: (83) 98725-1693

Email: redacao@24horaspb.com

Website: http://www.24horaspb.com

JoomShaper