"Se tem um brasileiro que sabe que o Lula não é inocente, sou eu", declara Ciro Gomes

Publicado em Destaques
Terça, 25 Junho 2019 19:32

Político disse que boa parte do que sabe, deverá manter em sigilo, já que "soube em confiança"

O ex-ministro e ex-candidato à Presidência da República Ciro Gomes (na foto), do PDT, assumiu uma posição indiscutível durante uma declaração que deu nesta terça-feira (25/06), em entrevista á rádio Jovem Pan . "Se tem um brasileiro que sabe que o Lula não é inocente, sou eu", afirmou Ciro.

A declaração do ex-presidenciável acontece em um contexto de esclarecimento. Ciro Gomes foi confrontado pela redação da Jovem Pan sobre o seu posicionamento a respeito da prisão de Lula. Os jornalistas chegaram a afirmar que Ciro vem sendo contraditório quanto fala do petista.

Em resposta, o irmão do senador Cid Gomes (PDT) – que cunhou o bordão "O Lula está preso, babaca" – alertou que "não existe crime sem lei anterior que o defina" e afirmou que, embora não considere Lula inocente, aponta que não existe prova contra o ex-presidente no caso do tríplex do Guarujá – processo que resultou na sua prisão.

Em contraponto, o político afirmou ainda que boa parte do que sabe, deverá manter em sigilo, já que "soube em confiança". Segundo Ciro, essas informações devem "morrer com ele".

"Eu sei que o Lula sabia que Michel Temer era corrupto e botou ele na linha de sucessão. Eu sei que o Lula sabia que Eduardo Cunha era ladrão e entregou Furnas para ele, Briguei com Lula por isso, e foi ali que ele roubou o dinheiro para comprar deputados e se tornar presidente da Câmara", afirmou.

"Eu sei que o Lula sabia o que estava acontecendo na Petrobras, por que eu denunciei o Sérgio Machado na Transpetro e o Eunício de Oliveira, então se alguém sabe que o Lula não tem nada de inocente, sou eu", completou Ciro, porém reforçando: "O que eu estou dizendo é que, neste caso, do tríplex, não tem prova contra ele".

Para Ciro Gomes , não existe apenas a posição de quem é "Lula ou anti-Lula". Afinal, segundo o ex-ministro, há uma polarização desnecessária no País hoje. "Não acho que a vida deva dividir o Brasil, acho que o Brasil, inclusive, está indo para o brejo".

Quem pagou o advogado de Adélio, autor da facada em Bolsonaro? PF descobriu

Publicado em Destaques
Terça, 25 Junho 2019 19:34

Presidente sempre sustentou a hipótese de que o mandante da facada estaria por trás do pagamento dos honorários do advogado

Adélio Bispo de Oliveira (na foto), o autor da facada contra o presidente Jair Bolsonaro (PSL) durante a campanha eleitoral no ano passado, foi considerado inimputável por sofrer de transtorno delirante persistente, conforme laudos médicos da defesa do agressor e de peritos escolhidos pela acusação.

Por conta disso, o juiz federal Bruno Souza Savino, da 3ª Vara Federal em Juiz de Fora, absolveu Adélio e ele ficará internado por tempo indeterminado.

Se não fosse considerado inimputável, a pena do agressor do agora presidente poderia chegar a até 20 anos. A doença mental de Adélio já havia sido atestada por médicos e peritos no último dia 27 de maio.

E Bolsonaro não gostou da absolvição. O presidente sugeriu que a "jogadinha de maluco" do autor da facada que quase o matou é uma estratégia para que, no futuro, ele não possa fazer delação premiada.

No mesmo dia que deu essa declaração, Bolsonaro questionou a defesa de Adélio. "Ele foi filiado ao PSOL em 2014. Mais ainda tem uma banca de advogados caros que trabalha para ele até hoje. Dinheiro da onde? Tem muita coisa nebulosa. Se deus quiser, a Polícia Federal nossa vai descobrir essa grande rede que tentou interferir nas eleições do ano passado, tentando me assassinar", finalizou.

E a PF descobriu. De acordo com o colunista Lauro Jardim, a investigação acerca de Zanone Júnior , o advogado de Adélio, chegou a uma conclusão: ninguém pagou pela defesa. O advogado resolveu assumir o caso de graça e inventou uma história.

Jair Bolsonaro sempre sustentou a hipótese de que o mandante da facada estaria por trás do pagamento dos honorários do advogado. Zanone, por sua vez, havia dito que o dinheiro para defender Adélio lhe foi dado por “um religioso de Montes Claros (MG)”, que não queria aparecer.

O fato é que a defesa está agindo de graça. A motivação do advogado foi a mesma que o levou a defender gratuitamente Bola, o ex-policial que se envolveu no caso do goleiro Bruno. Ainda segundo o colunista, Zanone queria faturar com os holofotes de um caso supermidiático com o de Adélio.

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