Abelardo 24HorasPB

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Verba para vacinas cai 7%, mas governo nega impacto

Publicado em Brasil
Quinta, 19 Setembro 2019 15:59

Governo diz que redução de 7% no orçamento não afetará a cobertura vacinal

O orçamento para a compra e distribuição de vacinas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) sofrerá em 2020 uma redução de 7% em relação a este ano, conforme previsto no Projeto de Lei Orçamentária Anual 2020 (PLOA 2020). O Ministério da Saúde esclareceu nesta quinta-feira (19/09) ao G1 que a variação de quase R$ 400 milhões não afetará as ações do Calendário Nacional de Vacinação.

Entenda o Orçamento em seis tópicos:

1 - Vacinação em 2020 terá orçamento 7% menor que em 2019
2 - Valor será o mesmo que 2018: R$ 4,9 bilhões
3 - Orçamento ainda precisa aprovado pelo Congresso
4 - Ministério diz ter reduzido custos com compras em quantidade
5 - Pasta diz que valores podem ser remanejados em caso de eventual surto
6 - Governo afirma que vacinas contra febre amarela, rotavírus, poliomielite e tetra viral já foram compradas

A proposta orçamentária ainda deve ser analisada pelo Congresso Nacional. O Projeto de Lei Orçamentária destina para a Saúde R$ 134,8 bilhões. Em 2019, o montante foi de R$ 122,2 bilhões.

Dentro desse valor, serão R$ 4,9 bilhões para aquisição e distribuição de imunobiológicos e insumos. Em 2019, o orçamento foi de R$ 5,3 bilhões.

Evolução nos últimos 4 anos

 

Compra e distribuição de vacinas

Ano Orçamento Despesas
2016 3,8 3,8
2017 4,6 4,6
2018 4,9 4,9
2019 (até 16/9) 5,3 3,4
2020 (PLOA) 4,9

 


Redução nos preços

O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, disse ao G1 que a variação no orçamento para o próximo ano ocorre por negociações da pasta na compra das vacinas em grandes quantidades.

Gabbardo explicou que a aquisição de vacinas como a tríplice viral – que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola –, pelo Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), gerou uma economia de 75% no valor unitário.

Segundo o ministério, as doses compradas antes a R$ 24 caíram para R$ 6. Somente neste ano foram adquiridas 10 milhões de doses. Ainda segundo Gabbardo, outra vacina que teve seus preços reduzidos foi a Meningocócica ACWY, que protege contra a meningite.

Ministério garante que cobertura vacinal está protegida no país — Foto: Fabiane de Paula/SVM

 

Ministério garante que cobertura vacinal está protegida no país — Foto: Fabiane de Paula/SVM

 

O secretário ressaltou que o orçamento foi enviado pelos técnicos do próprio ministério e não sofreu outras interferências dentro do Executivo. Também assegurou que não haverá cortes na oferta de vacinas, que não podem ser contingenciadas.

Gabbardo explicou que o orçamento é uma proposta inicial e que se for identificada, durante o próximo ano, alguma necessidade de realocação de verbas para controlar algum surto (como o caso do sarampo em São Paulo nos últimos três meses), os valores poderão ser revistos.

Aumento na cobertura

A Sociedade Brasileira de Imunização (Sbim) disse temer que o corte nas verbas das vacinas possa impedir o acesso aos imunizantes e que ações de prevenção sejam ampliadas.

Isabella Ballalai, médica pediatra e vice-presidente da Sbim comentou não acreditar que a redução no orçamento afete a cobertura vacinal já alcançada no país, mas defendeu que os valores economizados poderiam ser destinados à ampliação de campanhas.

Por sua parte, o ministério explicou que além da aquisição das vacinas de rotina, a pasta deve repor os estoques estratégicos do Programa Nacional de Imunização e comentou também que parte das aquisições programadas com o orçamento de 2019 serão entregues no próximo ano, a partir de janeiro.

Entre as vacinas compradas em 2019 para entrega em 2020 estão as contra a febre amarela, rotavírus, poliomielite e tetra viral.

 

Projeto Ártemis: EUA preparam colonização da lua

Publicado em Tecnologia
Quarta, 18 Setembro 2019 15:42

A partir de 2020, Nasa enviará missões ao satélite natural da Terra para coletar dados

Ártemis

2024. Este é o prazo estipulado pela Nasa para voltar a pisar na lua. 50 anos depois do primeiro pouso, realizado pelo projeto Apollo, a agência espacial norte-americana prepara a ‘missão irmã’ de seu pontapé inicial no desbravamento da lua: o projeto Ártemis tem objetivos bastante audaciosos e não quer apenas visitar, mas sim permanecer no satélite terrestre (na foto acima, astronautas se preparam para as missões realizando tarefas em ambiente próximo ao da lua / Reprodução / Nasa).

Com novas tecnologias, e novidades até mesmo na tripulação que fará parte da empreitada, a Nasa projeta a realização de missões espaciais mais fáceis e acessíveis já a partir de 2028 sonha com a construção da primeira colônia humana na lua e, quem sabe, até em Marte. Para isso o Projeto Ártemis tem grande importância.

O que é o projeto?

Na mitologia grega, Ártemis, deusa da caça e da lua, é a irmã gêmea de Apolo , deus do sol e da luz, que anos atrás foi homenageado pela NASA ao dar nome às primeiras expedições lunares. Como em uma tradição familiar, agora é chegada a vez de a deusa receber tal homenagem, cedendo seu nome para a mais nova empreitada audaciosa de conquista do espaço por parte dos norte-americanos.

O objetivo da missão é claro: voltar a colocar pés humanos na lua até 2024, incluindo aí a participação da primeira mulher astronauta a visitar o satélite natural da Terra , e conhecer o polo sul lunar, local ainda desconhecido para a humanidade.

Como a própria agência revela, o conhecimento adquirido nas viagens até a lua, seja nas alunissagens ou apenas nas análises realizadas em órbita, servirá para passos ainda maiores no futuro, com Marte sendo a próxima parada do projeto de colonização espacial.

Preparativos

Apesar de ainda distante, o voo já está sendo bastante planejado pela equipe. Inclusive, missões não tripuladas devem ocorrer a partir de 2020, com a Ártemis 1 , que testará a nova espaçonave Space Launch System (SLS) para as futuras viagens. Na sequência, apenas dois anos depois, está programada a primeira viagem com tripulantes.

Por isso, os astronautas estão realizando exercícios para se preparar para o ambiente lunar. Na última semana, a Nasa divulgou imagens de um grupo trabalhando ao lado de cientistas da agência dentro de uma piscina. O objetivo da atividade era recriar, mesmo que em escala menor, o ambiente que os tripulantes da missão irão enfrentar na lua. Debaixo d’água, eles tiveram que caminhar, realizar tarefas, coletar amostras e até realizar experimentos.

Objetivos

Entre os principais objetivos do projeto da Nasa, além do óbvio estabelecimento dos EUA como líder e principal concorrente na corrida pela conquista da lua, está a criação de novas tecnologias para auxiliar na exploração espacial e incentivar futuras gerações a olhar para o espaço com novos olhos, como diz a própria agência.

Além do aspecto prático e financeiro, existe o lado científico da exploração. Segundo os cientistas , as missões trarão benefícios que possibilitarão a criação de uma base lunar. Porém, para que isso ocorra, precisam confirmar que existe água e oxigênio que garantam a sobrevivência dos humanos.

O futuro

Segundo a Nasa, “voltar a pisar na lua será a grande conquista, um momento brilhante para esta geração”, chamada pela agência de ‘Geração Ártemis ’. Caso tenha sucesso, o sonho de conhecer Marte de perto estará próximo de se tornar realidade. E a partir daí, quem poderá dizer quais serão os próximos passos?

Coreia do Norte recebe presidente chinês com entusiasmo

Publicado em Mundo
Quinta, 20 Junho 2019 17:28

Kim Jong Un e Xi Jinping posaram para as câmeras em frente às bandeiras dos dois países

O presidente da China, Xi Jinping, chegou nesta quinta-feira à Coreia do Norte para uma visita que busca reforçar a aliança bilateral, num momento em que a aproximação entre o líder norte-coreano Kim Jong Un e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, parece se desfazer.

Xi foi recebido com muito entusiasmo no país aliado. Segundo emissora de televisão chinesa CCTV, “centenas de milhares de pessoas” o receberam nas ruas de Pyongyang enquanto passava numa limusine conversível ao lado de Kim Jong Un

Ambos posaram para as câmeras (ver na foto acima) em frente às bandeiras dos dois países antes do início de uma reunião, acompanhados por suas delegações, focada no programa nuclear norte-coreano, que mantém o regime de Kim isolado internacionalmente.

Pequim, que aplica as sanções internacionais, continua sendo o único aliado importante de Pyongyang.

Xi garantiu a seu anfitrião seu apoio pelos “esforços” da Coreia do Norte para “manter a paz e a estabilidade na península da Coreia e promover sua desnuclearização”, segundo a CCTV.

A tensão entre este país e o resto do mundo caiu drasticamente no ano passado, após ter alcançado o nível máximo após testes nucleares e mísseis disparados pelo regime de Pyongyang. Mas a histórica reunião ente Kim e Trump em Singapura em 2018 reduziu a pressão.

A última visita de um presidente chinês à Coreia do Norte foi há 14 anos.

– “Uma nova página” –

O principal jornal norte-coreano, Rodong Sinmun, destacou que a visita de Xi marca “uma página nova e duradoura na história da amizade” entre os dois países.

O presidente chinês viajou acompanhado da esposa e de seu ministro das Relações Exteriores, Wang Yi, além de outros membros do governo.

As principais avenidas e praças da capital norte-coreana estavam decoradas há dias com emblemas e bandeiras das duas nações.

O gigante asiático teve um papel central na Guerra da Coreia (1950-1953) em defesa do governo de Kim Il Sung -avô do atual líder norte-coreano- contra os Estados Unidos.

Contudo, os primeiros anos de Kim no poder não foram fáceis para os diplomatas chineses. Pequim se uniu às sanções internacionais para forçar Pyongyang a abandonar seu programa de armas nucleares, e as relações bilaterais ficaram estremecidas.

Xi e Kim se esforçaram pessoalmente para recompor a relação. Apesar do líder norte-coreano ter esperado até 2018 para fazer a primeira viagem à China, os dois dirigentes se encontraram quatro vezes no ano passado.

Pequim percebe que a Coreia do Norte precisava dos chineses para poder falar de igual para igual com os americanos. Apesar de Trump ter prometido a Kim um fabuloso desenvolvimento econômico caso Pyongyang desista de seu programa nuclear, Xi espera lembrar sobre o papel central de seu país, que absorve nada menos do que 90% do comércio exterior nortecoreano.

“Xi quer que todo o mundo saiba que pode influenciar Kim e que nenhum acordo global e duradouro com a Coreia do Norte pode ser concluído sem a ajuda e a aprovação chinesa”, disse Scott Seaman, analista de centro de reflexão americano Eurasia Group.

De qualquer maneira, a imprensa estrangeira não poderá acompanhar o encontro e não há previsão sobre a emissão de um comunicado conjunto ao fim do mesmo.

– “Um grande projeto” –

Para o governo norte-coreano, a reunião entre Kim e Xi “servirá para mostrar aos Estados Unidos que tem o apoio da China e para dizer a eles que devem deter sua política de máxima pressão”, opinou Eul-chul, professor da Universidade de Kyungnam, na Coreia do Sul.

O contexto é mais favorável a Pequim, já que a segunda reunião entre Kim e Trump, em fevereiro, terminou sem acordos e as conversas entre os dois países seguem interrompidas no que se refere à desnuclearização da península coreana.

Os Estados Unidos insistem que essa desnuclearização se torne realidade ou que comece antes do fim das sanções, uma postura que Pyongyang recusa.

Como forma de mostrar seu apoio a seu aliado, a China -seguida pela Rússia- bloqueou na terça na ONU uma iniciativa americana para impedir o envio de petróleo refinado para a Coreia do Norte.

Washington parece convencido de que Pyongyang recebe entregas ilegais de combustível em alta mar, e que teria superado sua cota estabelecida para 2019.

O presidente chinê tem outra preocupação, que discutirá com Trump na próxima semana no Japão na reunião do G-20: a guerra comercial entre os dois países.

Presidente deve ser ouvido ou mandar respostas por escrito até esta sexta-feira

O juiz da 3ª Vara da Justiça Federal de Juiz de Fora (MG), Bruno Savino, intimou o presidente Jair Bolsonaro (PSL) a prestar depoimento no processo sobre a facada que sofreu durante ato de campanha (na foto) em setembro do ano passado, quando ainda era candidato.

O autor do ataque, Adélio Bispo, confessou o crime e recentemente foi considerado inimputável, ou seja, não pode ser punido criminalmente – mas pode ser alvo de medida de segurança, como internação por período a ser determinado pela Justiça.

A TV Globo teve acesso à decisão em que o juiz afirmou que Bolsonaro precisa ser ouvido “por força de disposição legal”, citando o artigo 201 do Código de Processo Penal.

O magistrado explicou que, em razão do cargo, Bolsonaro pode ser ouvido pessoalmente ou responder por escrito. “Em respeito à relevância e à dignidade do cargo ocupado pela vítima – o Excelentíssimo Presidente da República Jair Messias Bolsonaro – faculto-lhe a tomada de seu depoimento por escrito, por aplicação analógica da norma contida no art. 221, §1°, do CPP [Código de Processo Penal]”, escreveu o juiz.

O procurador do caso, Marcelo Medina, confirmou à TV Globo o teor das perguntas enviadas ao presidente Jair Bolsonaro. Ele explicou como as respostas podem ajudar no desfecho do processo e disse que é um direito da vítima contar sua versão dos fatos. Segundo o procurador, são cinco os questionamentos formulados ao presidente:

- qual o momento em que Bolsonaro decidiu viajar para atos de campanha em Juiz de Fora (MG);
- quando essa viagem foi divulgada;
- se o presidente percebeu a aproximação de Adélio antes da facada;
- encontrou condições de se defender, de se esquivar? (existe agravante quando o crime é praticado sem a possibilidade de a vítima se defender)
- como tem sido recuperação (esse questionamento pode levar a dobrar a pena, por considerar lesão corporal grave).

Muitas dessas questões já foram abordadas pelo presidente publicamente em discursos e entrevistas. Mas, para efeito de decisão no processo, precisam ser respondidas formalmente pela defesa.

Bolsonaro foi intimado a depor porque a defesa dele atua no processo como assistente da acusação. Na prática, isso quer dizer que os advogados auxiliam o Ministério Público na acusação, podendo propor meios de prova e formular perguntas a testemunhas.

O juiz Bruno Savino estabeleceu que a data limite para a resposta do presidente termina na sexta-feira (07/06). “Face à urgência requerida pelo feito, que envolve réu preso há mais de 8 (oito) meses, as partes deverão formular, no prazo de 48h, suas perguntas, as quais serão transmitidas por ofício à vítima, a quem será solicitada a devolução das respostas até 07/06/2019, último dia útil anterior à data da audiência de instrução designada para eventual oitiva das testemunhas de acusação”.

O juiz ressaltou que na hipótese de preferir que o depoimento seja prestado na presença da autoridade Judicial, a defesa de Bolsonaro deve indicar dia, horário e local “ rogando ao Excelentíssimo Presidente da República que o ato seja marcado para data anterior à da audiência de instrução, a ser realizada no dia 10/06/2019 às 14h”.

Embora inimputável, Adélio Bispo – autor da facada – seguirá sendo processado. O juiz negou a absolvição sumária, sob o argumento de que a produção de provas no processo deve prosseguir para, ao final, haver um desfecho. Embora não possa ser uma sentença criminal, esse desfecho pode ser uma medida de segurança, como internação em estabelecimentos de tratamento psiquiátrico.

O processo precisa seguir para o juiz verificar o grau de periculosidade que Adélio pode representar à sociedade em razão do distúrbio mental.

No processo que culminou na inimputabilidade de Adélio, o juiz explicou que "se não for reconhecida a cessação de sua periculosidade no decorrer da execução da medida de segurança, o réu pode permanecer custodiado em manicômio judicial por até 20 anos".

Parlamento israelense abre caminho para nova eleição

Publicado em Mundo
Quinta, 30 Maio 2019 14:13

"Venceremos", prometeu Benjamin Netanyahu, líder de 69 anos do partido de direita Likud

Parlamentares de Israel decidiram dissolver o Parlamento nesta quinta-feira (30/05), abrindo caminho para uma nova eleição depois que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu (na foto) fracassou na tentativa de formar um governo de coalizão antes do prazo de meia-noite.

Netanyahu preferiu uma nova votação, marcada para 17 de setembro, à alternativa: o presidente Reuven Rivlin pedir a outro político que tentasse compor uma coalizão governamental.

Mas a necessidade de voltar às urnas tão pouco tempo depois do pleito de 9 de abril, no qual Netanyahu alegou vitória, mostrou uma nova dimensão da fraqueza de um líder que está no poder há uma década que, para muitos, se tornou o rosto de Israel.

Possíveis indiciamentos em três casos de corrupção só aprofundaram as dúvidas sobre a sobrevivência política de Netanyahu.

"Venceremos", prometeu Netanyahu, líder de 69 anos do partido de direita Likud, depois de o Parlamento votar pela nova eleição, depois que venceu o prazo para que ele montasse seu quinto governo.

Mas ele estava de olho nas fileiras do Likud durante a votação, o que alguns comentaristas interpretaram como temor de uma rebelião de última hora -- nenhum parlamentar da sigla hesitou para votar a favor de uma eleição.

Como a formação de uma coalizão pode se estender até novembro depois da nova votação, parece provável que a incerteza adiará ainda mais o plano que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prepara para resolver o conflito israelo-palestino.

Em Jerusalém, a equipe da Casa Branca encarregada da proposta de Trump, que inclui seu genro, Jared Kushner, conversou com Netanyahu, mas não fez comentários públicos sobre nenhum cronograma para a divulgação do plano.

A crise surgiu --ao menos oficialmente-- de uma desavença entre supostos aliados do premiê, o ex-ministro da Defesa e secularista de extrema-direita Avigdor Lieberman e partidos judeus ultraortodoxos, sobre o alistamento militar.

Estes partidos querem que jovens estudantes de religião sejam dispensados em massa do serviço militar obrigatório, mas Lieberman e muitos outros israelenses dizem que eles deveriam dividir o fardo.

Diante da perspectiva de ter que sair de cena ao final de um período de 42 dias para formar um governo, Netanyahu optou por angariar apoio para dissolver o Knesset.

Ele retratou Lieberman como um político de esquerda por ter, na prática, impedido a criação de um governo de direita, e disse que seu ex-aliado almeja derrubá-lo.

Medida tem como objetivo recuperar até R$ 4 bilhões para o banco e será focada na população que ganha entre um e quatro salários mínimos

A Caixa Econômica Federal vai lançar um amplo programa de renegociação de dívidas para tentar reaver até R$ 4 bilhões. O foco do banco está em cerca de 3 milhões de pessoas que estão inadimplentes e que fazem parte das camadas mais pobres da população, com renda entre um e quatro salários mínimos.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães (na foto), o plano é dar descontos — que podem variar de 40 a 90% na renegociação — e permitir que essas pessoas possam tomar empréstimos consignados, que têm taxas reduzidas, entre 2% e 3% ao mês.

Guimarães ressaltou que esse tipo de perda financeira é pequena e já está prevista pelo banco, e acaba sendo benéfica. "90% dessa renegociação será de dívidas até 2 mil reais. É um dinheiro que já está contabilizado como perda da Caixa. O que vamos fazer é trazer de volta essas pessoas que estão à margem da dinâmica de crédito, e poder oferecer produtos a elas. Todo mundo ganha", explicou.

A estimativa do presidente é que até R$ 4 bilhões — ou ao menos R$ 1 bilhão — sejam recuperados com o programa de renegociação de dívidas no longo prazo. "Imagine que 3 milhões estão negativados, estão tomando dinheiro a 10%, 15%, 20% ao mês. Serão cerca de 2,6 milhões de pessoas e 300 mil pequenas e médias empresas beneficiadas", disse.

Setor imobiliário

Guimarães afirmou, ainda, que a Caixa pretende reestruturar suas linhas de crédito imobiliário . A ideia é que o IPCA ou a tabela Price sejam a base de correção das linhas, e não apenas a TR, taxa referencial de juros que hoje determina a correção monetária dos empréstimos.
Leia também: Caixa vai avaliar capacidade de pagar contas para conceder Minha Casa Minha Vida

"Vamos incluir IPCA e Price também. Isso é importante porque o mercado compra IPCA. A gente acredita que vai conseguir mais de R$ 10 bilhões em carteira de crédito com essa mudança, ou seja, 400 mil pessoas, ou 46 mil imóveis. A gente ganha dinheiro e ajuda a sociedade", disse o presidente da Caixa.

Partido é alinhado a um movmento de extrema direita que emerge na Europa

O partido espanhol Vox, alinhado a um movimento de extrema-direita mais amplo que emerge em toda a Europa, tornou-se o foco de uma especulação sobre oscilações nas intenções de voto desde que as pesquisas oficiais sobre a eleição nacional da Espanha terminaram quatro dias atrás.

Nenhum partido isolado parece sequer perto de obter uma maioria, e as chances de um Parlamento preso em um impasse e de uma segunda votação são altas (na foto acima, simpatizantes do partido Vox participam de comício em Madri / 26/04/2019 / REUTERS / Juan Medina).

Líderes das cinco siglas que disputam um papel no governo terão sua última oportunidade de cortejar o eleitorado em comícios na noite desta sexta-feira, quando encerram uma campanha caracterizada mais por apelos aos corações do que aos bolsos.

Por tradição, a política fica ausente do dia anterior a uma eleição espanhola.

Dois prêmios principais ainda estão em disputa na reta final, e um deles diz respeito a qual dos blocos multipartidos de esquerda e direita rivais conseguirá mais votos.

O outro é quanto o Vox, estreante que desafia o Partido Popular (PP) e o partido de centro-direita Ciudadanos, pode avançar. Os institutos de pesquisa têm se empenhado em prevê-lo, e os veículos de mídia com acesso a sondagens extraoficiais feitas desde segunda-feira sugerem que o Vox pode se sair melhor do que o esperado.

A aliança frouxa de três partidos da direita é liderada pelo PP, partido conservador tradicional que se alternou no governo com os socialistas do primeiro-ministro em fim de mandato, Pedro Sánchez, desde a volta do país à democracia nos anos 1970.

O PP aparece com cerca de 20 por cento, o Ciudadanos com perto de 14 por cento e o Vox na casa dos 11 por cento, segundo a última compilação de pesquisas do diário El Pais publicada na última segunda-feira (22/04).

Começa, nesta quarta, a V Mostra Campinense de Dança

Publicado em Cultura
Quarta, 24 Abril 2019 13:14

O evento contará com espetáculos de outras cidades e estados na Mostra Convidados

O Teatro Municipal Severino Cabral realiza, a partir desta quarta-feira (24/04), V Mostra Campinense de Dança, uma realização do Balé Cidade de Campina Grande, através da Associação Amigos do Teatro Municipal Severino Cabral, com a participação de dezenas de grupos, escolas e bailarinos de todo o Brasil.

O evento, que acontecerá até o domingo (28/04) contará com espetáculos de outras cidades e estados na Mostra Convidados, além dela haverá a Mostra de Coreografias, Batalha All Styles, Workshop, Cursos, Oficinas, Seminários, lançamentos de livros, Mostra de Vídeo/Dança e a Mostra Palco Aberto com apresentações no Shopping Partage.

Entre os espetáculos estão: dia 24 (quarta), às 20 horas, Plural do Ballet Gonzalez de Recife/PE, e às 20h30 Repitologia do Grupo Redemoinho/UFPB, de João Pessoa/PB.

Serviço

Evento:
V Mostra Campinense de Dança

Onde:
Teatro Severino Cabral
Campina Grande - Paraíba

Entrada:
R$ 10 | R$ 5
Venda no local

Data e Horário:
24/04/2019 - 20:00

Classificação:
Livre

Ousmane Bah foi acusado de roubar várias lojas após seu rosto ser conectado a uma imagem do ladrão

Em um processo aberto na segunda-feira (22/04), um adolescente processa a Apple em US $1 bilhão de dólares após ter sido erroneamente acusado de ter realizado uma série de roubos nas lojas da empresa. O jovem foi preso, porque o seu rosto foi falsamente conectado ao do ladrão.

Ousmane Bah abriu o processo em um tribunal federal de Manhattan alegando que a Apple permitiu que sua identidade fosse erroneamente anexada a do ladrão. O jovem diz que perdeu sua carteira escolar que continha seu nome, mas nenhuma foto.

Bah foi preso às 4 horas da manhã (horário local), no dia 29 de novembro, com um mandado de prisão que possui uma foto do suspeito, que não parecia com o rosto do garoto de qualquer modo. Apesar disso, foi levado pela polícia, e, posteriormente, descobriu-se que no dia do roubo em Boston, Bah estava em sua festa de formatura.

"Como resultado da negligência da Apple, [Bah] foi acusado de múltiplos crimes em vários estados. Antes dessa ação, o Sr. Bah nunca enfrentou acusações legais ou enfrentou problemas com a aplicação da lei. Devido à negligência do réu, o Sr. Bah sofreu danos graves”, disse o advogado de Bah, Subhan Tariq, em um comunicado. O processo ainda diz que a prisão o deixou "sentindo-se humilhado, com medo e profundamente preocupado".

Detetives do Departamento de Polícia de Nova York acreditam que a pessoa responsável pelos roubos usou a licença de estudante de Bah como identificação durante um dos roubos, que é o que ligou seu nome ao do ladrão. Contudo, a ação menciona algo sobre a tecnologia de segurança de reconhecimento facial na loja da Apple, mas não especificou. O processo também menciona a Security Industry Specialists, uma empresa que cuida da segurança da Apple em algumas de suas lojas de varejo.

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