Meninas são internadas após mutilação genital em Burkina Faso

Publicado em Mundo
Terça, 18 Setembro 2018 22:51

Governo do país africano ainda não identificou todas as mais de 50 meninas mutiladas

Mais de 50 meninas – incluindo algumas com menos de quatro anos de idade – foram internadas em um hospital de Burkina Faso, depois de serem submetidas ao procedimento de mutilação genital feminina, prática proibida no país desde 1996.

Duas mulheres e alguns parentes das meninas foram presos. Segundo a ministra de Assuntos das Mulheres, Laurence Marshall Iboudo, afirmou à BBC News , nem todas as crianças que sofreram a mutilação genital feminina (MGF, na sigla em português) foram identificadas. O procedimento foi realizado em Kaya, a norte da capital Ouagadougou.

A ONG “Voix de Femmes”, que administra um centro na periferia da capital para sobreviventes da MGF, também chamada de " circuncisão feminina ", afirmou que presta socorro a cinco meninas, enquanto muitas outras foram levadas para hospitais locais.

Mutilação genital feminina e mortes prematuras

Na Mauritânia, meninas participam de uma campanha de sensibilização para acabar com a mutilação genital feminina

UNICEF/Dragaj

Na Mauritânia, meninas participam de uma campanha de sensibilização para acabar com a mutilação genital feminina

Nesta terça-feira (18/09), ativistas na Somália anunciaram que a terceira garota havia morrido em menos de uma semana, após ter sido mutilada na região de Puntland. Suheyra Qorane Farah foi cortada junto da irmã, Zamzam. Ambas apresentaram complicações graves e entraram em coma.

De acordo com o The Guardian, Zamzam apresentou melhora no estado de saúde, mas Suheyra não teve a mesma sorte. Ela foi diagnosticada com tétano e morreu nessa segunda-feira (17). Ainda na Somália, a morte de Suheyra ontem foi seguida de duas irmãos, Aasiyo e Khadijo Farah Abdi Warsame, de 10 e 11 anos. As duas morreram na última semana.

O governo somali anunciou recentemente que aconteceria o primeiro julgamento ligado à prática de circuncisão feminina, depois da morte de uma garota de 10 anos. Mas, até agora, o processo pouco avançou.

Hawa Aden Mohamed, diretora-executiva do Centro Galkayo, em Puntland, organização que auxilia crianças afetadas pela MGF no país, afirmou que espera que as mortes “possam servir como alerta aos responsáveis para que vejam a necessidade de haver uma lei que proteja meninas dessa prática hedionda”.

A mutilação genital feminina é ilegal em Burkina Faso desde 1996, um dos primeiros países africanos a proibir legalmente a prática. De acordo com a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), 75% das mulheres entre 15 e 49 anos do país foram submetidas a esse procedimento, ligado a grupos étnicos e religiosos – geralmente realizados em áreas rurais.

Livro revela tramas na Igreja para derrubar papa Francisco

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Terça, 06 Novembro 2018 16:58

O volume parte do dossiê elaborado pelo arcebispo Carlo Maria Viganò contra Francisco

Os vaticanistas Andrea Tornielli e Gianni Valente lançaram o livro Il Giorno del Giudizio (O Dia do Juízo, em tradução livre), que narra os bastidores do assalto da ala ultraconservadora da Igreja Católica contra o pontificado de Francisco (na foto).

O volume parte do dossiê elaborado pelo arcebispo italiano Carlo Maria Viganò, ex-núncio apostólico em Washington, no qual ele acusa o Papa de ter ignorado denúncias de abuso sexual contra seminaristas por parte do ex-cardeal norte-americano Theodore McCarrick, removido do clero apenas em julho deste ano, após também ter sido acusado de pedofilia.

Além de julgar a denúncia contra Jorge Bergoglio como infundada, Tornielli e Valente narram, com base em documentos e testemunhos inéditos, as tramas de facções da Igreja Católica para atingir um pontífice marcado pelo progressismo.

Segundo os vaticanistas, a acusação de Viganò, revelada durante a viagem de Francisco à Irlanda, é uma "tentativa de golpe". O Papa se pronunciou explicitamente sobre a denúncia apenas uma vez, quando disse que "o dossiê fala por si só". "Leiam atentamente aquele comunicado e façam o julgamento de vocês. Não direi uma palavra sobre isso", afirmou na ocasião.

Na semana seguinte, no entanto, Bergoglio convocou orações contra as "divisões" na Igreja Católica e afirmou que a Santa Sé é alvo de "ventos contrários e violentos".

Coreias desarmam 22 postos de guarda na fronteira

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Sábado, 10 Novembro 2018 09:45

Medida é passo inicial de acordo em que os 2 países se comprometeram a retirar armas e pessoal de todos os postos de guarda da chamada zona desmilitarizada

Militares da Coreia do Norte e Coreia do Sul concluíram a retirada de tropas e armas de 22 postos de guarda neste sábado, enquanto continuam implementando um amplo acordo alcançado em setembro para reduzir as tensões na fronteira mais fortificada do mundo, informou um oficial do Ministério da Defesa sul-coreano.

A Coreia do Sul diz que o acordo militar é um passo importante de reconstrução da confiança que vai ajudar a estabilizar a paz e avançar na reconciliação entre os rivais. Mas os críticos dizem que o Sul arrisca perder parte de sua força militar convencional antes que a Coreia do Norte dê passos significativos na desnuclearização - uma ansiedade que cresce à medida que as maiores negociações nucleares entre Washington e Pyongyang aparentemente caminham para um impasse.

A Coreia do Sul reporta ter cerca de 60 postos de guarda - estruturas de concreto semelhantes a bunkers, cercadas por camadas de cercas de arame farpado e que abrigam soldados equipados com metralhadoras - ao longo da ironicamente chamada zona desmilitarizada.

A fronteira, com milhões de minas terrestres, tem sido palco de conflitos ocasionais entre as duas forças desde a Guerra da Coreia de 1950-53. Acredita-se que o norte tenha cerca de 160 postos de guarda dentro da zona desmilitarizada.

No acordo militar de setembro, alcançado nos bastidores de uma cúpula em Pyongyang entre o líder norte-coreano Kim Jong Un e o presidente sul-coreano Moon Jae-in, as Coreias se comprometeram a eventualmente retirar todos os postos de guarda dentro da Zona Desmilitarizada, mas concordaram a começar removendo 11 de cada lado como uma medida "preliminar".

Promessa de paz nas Coreias: o que se sabe e o que falta saber

O oficial Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse que soldados concluíram o desarmamento de 11 postos de guarda no lado sul da zona desmiliarizada e que acredita que o Norte também finalizou a retirada de pessoal e armas de 11 postos de guarda do seu lado. Ele não quis ser identificado.

As Coreias planejam destruir 20 das estruturas até o final de novembro, enquanto simbolicamente deixarão um posto de guarda desmilitarizado em cada lado. Os dois países planejam verificar conjuntamente os resultados em dezembro.

Manifestações deixam vários mortos e feridos no Haiti

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Segunda, 19 Novembro 2018 22:33

Milhares de pessoas foram às ruas das principais cidades do país para denunciar a corrupção do governo e exigir a renúncia imediata do presidente Jovenel Moïse

Três pessoas morreram atingidas por disparos durante manifestações (na foto) realizadas no domingo (18/11) no Haiti, informou nesta segunda-feira (19/11) a Polícia Nacional (PNH), enquanto a oposição denuncia uma cifra de 11 mortos em todo o país.

"Um jovem foi morto ontem em Pétionville (localidade na região metropolitana de Porto Príncipe, a capital) e foi aberta uma investigação", disse o porta-voz da Polícia haitiana, Gary Desrosiers.

Algumas fontes atribuíram os tiros a um segurança particular, enquanto um jornalista acusa a Polícia de ter apertado o gatilho, indicou.

Outra morte, também por disparos de origem desconhecida, foi registrada em Petit-Goave, enquanto outro jovem foi executado na segunda cidade do país, Cap-Haitien, por um agente de segurança.

No mesmo dia, 18 de novembro, a Polícia também registrou outras seis mortes a tiros, não relacionadas com as manifestações, segundo Desrosiers.

Sem surpresas, este balanço contrasta com o fornecido pela oposição, que acusou as forças de ordem de quererem minimizar os resultados da repressão.

André Michel, membro de um dos movimentos que convocaram uma das manifestações de domingo, afirma que 11 pessoas morreram atingidas por disparos nos deslocamentos e outras 47 ficaram feridas pelos projéteis.

No domingo, milhares de pessoas, sobretudo jovens, se manifestaram nas principais cidades haitianas para denunciar a corrupção do governo e exigir a renúncia imediata do presidente Jovenel Moïse.

BBC: trabalhadores da Tailândia escravizados em Israel

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Sexta, 23 Novembro 2018 22:14

Cerca de 25 mil tailandeses estão empregados atualmente em fazendas israelenses em condições precárias

Uma investigação realizada ao longo de um ano pelo serviço tailandês da BBC revelou abusos cometidos contra cidadãos do país que vivem e trabalham em Israel, sob um acordo entre os dois países.

Cerca de 25 mil tailandeses (na foto) estão empregados atualmente em fazendas israelenses.

Muitos estão sujeitos a condições de trabalho inseguras e precárias e vivem em condições sanitárias inadequadas.

Alguns não têm como escapar desta situação porque não têm dinheiro.

E, desde que o acordo foi implementado, ocorreram dezenas de mortes sem explicação.

Apresentador é preso no Egito por entrevistar homossexual

Publicado em Mundo
Segunda, 21 Janeiro 2019 21:03

Mohammed al Ghaity pegou um ano de prisão e a pagar multa por 'desprezo à religião, libertinagem e propagar a homossexualidade'

Um tribunal do Egito condenou neste domingo (20/01) a um ano de prisão o apresentador Mohammed al Ghaity (na foto), acusado de "desprezo à religião, libertinagem e propagar a homossexualidade" por ter convidado ao seu programa ao vivo um jovem homossexual.

O apresentador foi condenado a um ano de prisão, uma multa de 3.000 libras egípcias (R$ 626,72 no câmbio atual) e a um ano de vigilância por ter convidado ao programa "Sah al Num" do canal egípcio "LTC" o jovem homossexual, cuja imagem aparecia pixelada. Ainda cabe recurso em uma instância judicial superior.

O advogado egípcio Samir Sabry foi quem denunciou Ghaity à Procuradoria Geral por "contradizer as regras e os pilares mais básicos religiosos", além de "evitar totalmente" as leis, segundo afirmou à Agência Efe.

"O apresentador começou a fazer muitas perguntas, e todas sujas e de baixo nível. As respostas ao vivo foram todas inclusive piores e que não podem ser transmitidas na televisão nem em outros veículos de comunicação", comentou o advogado.

Em agosto de 2018, um jovem, que não foi identificado, compareceu ao programa de Ghaity para relatar a sua vida como profissional do sexo e a sua relação com um homem de um país do Golfo.

"Você entrou no mundo da prostituição como um homem?", "Foi desejado?" e "Qual era o seu preço?" foram algumas das perguntas feitas ao convidado.

Segundo Sabry, Ghaity "começou a mencionar os lucro econômicos das práticas da homossexualidade que o homossexual obteve", por isso que o apresentador fez, segundo o advogado, "uma convocação para propagar a libertinagem".

Após a exibição, o programa foi suspenso durante duas semanas em setembro do ano passado pelo Conselho Supremo de Regulação dos Veículos de Comunicação devido às repetidas "violações do canal".

O órgão estatal, em comunicado, acusou o programa de "violar uma decisão do conselho que dizia que não podia convidar homossexuais e propagar as suas ideias".

A transmissão do programa já foi suspensa durante uma semana em fevereiro deste ano por criticar um dos candidatos que concorreram à presidência nas eleições egípcias do ano passado.

Atualmente, a homossexualidade não é considerada crime no Egito, mas as autoridades reprimiram dezenas de membros da comunidade LGBT com uma lei que pune a "libertinagem" com penas de até três anos de prisão e, em alguns casos, também com a lei contra a prostituição.

Vórtice polar: entenda a onda brutal de frio que atinge os EUA

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Sexta, 01 Fevereiro 2019 10:00

Pelo menos 84 milhões de americanos teriam enfrentado temperaturas negativas

A maior onda de frio dos Estados Unidos dos últimos 34 anos fez, até a noite de quinta-feira (31/01), pelo menos doze vítimas. Chicago, cidade do estado do Illinois e terceira mais populosa do país, virou um dos principais símbolos das baixas temperaturas: quem vive ali vem enfrentando termômetros na casa dos -30ºC – algo que motivou os cidadãos locais a apelidarem a cidade de “Chibéria”, em referência ao frio siberiano da região do norte da Rússia.

O caso mais extremo, porém, vem do norte do estado de Minnesota. Em Ponsford, as temperaturas chegam a menos de 54 graus negativos, o que leva a sensação térmica a beirar os 60 graus abaixo de zero. A página do Serviço Nacional do Clima aponta que, das 20 cidades que mais sofreram com o frio, 17 estão no Minnesota.

Segundo informações da rede de TV americana CNN, 216 milhões de americanos foram afetados de alguma forma pela onda de frio, e pelo menos 84 milhões enfrentaram temperaturas negativas no momento mais frio desta quinta-feira (31).

O frio digno do Alasca pode ser explicado por um fenômeno chamado vórtice polar. Ele é resultado de ciclones de baixa pressão formados no Polo Norte, que costumam circular na estratosfera sobre regiões polares nessa época do ano.

O problema é que, desta vez, a ventania gelada foi perturbada por um aquecimento repentino, causado por uma massa de ar quente vinda do Marrocos. O calor inesperado deixou a massa de ar gelado mais instável e a obrigou a se expandir para o sul, espalhando ar frio por onde passa – no caso, o centro-oeste e a costa leste dos Estados Unidos, além do norte do Canadá.

Apesar dos efeitos estarem especialmente evidentes em 2019, o vórtice polar não é um fenômeno desconhecido. Na verdade, ele foi descrito pela primeira vez ainda em 1853.

O frio desproporcional obrigou o sistema de correios a suspender suas atividades em parte dos estados de Illinois, Indiana, Michigan, Ohio, Pensilvânia e Wisconsin. A Cruz Vermelha americana afirmou que precisou cancelar 370 viagens que transportavam doações de sangue desde que a friaca começou para valer.

O problema mais bizarro da lista aconteceu, quem diria, em Chicago. Como você pode assistir no vídeo ao lado, a solução para manter o funcionamento adequado das linhas de trem da cidade foi, literalmente, fazê-las pegar fogo.

As labaredas da imagem, na verdade, não vem do metal em si, mas são acesas paralelamente aos trilhos. Com o calor, a ideia é evitar que o material trinque e forme rachaduras, além de derreter qualquer gelo acumulado no caminho dos trens.

A tendência é que as médias de temperatura extremas nas regiões mais afetadas pelo vórtex polar tenham um alívio nos próximos dias – e voltem a cair de novo no fim da próxima semana. Haja gelo.

 

Noivos pedem divórcio logo após o casamento por motivo fútil

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Sexta, 01 Fevereiro 2019 10:10

Os familiares dos noivos entraram em uma discussão intensa por causa da comida que estava sendo servida no jantar e isso acabou com a união

Depois da noiva que cancelou o casamento um dia antes da festa porque percebeu que não amava o noivo, outra (quase) união está causando polêmica. O caso aconteceu na Índia, onde os casamentos seguem uma série de rituais e a participação das famílias é bastante ativa durante a organização das cerimônias — mas parece que algumas participam até do divórcio.

Os noivos, que são da região de Gujarat, haviam realizado todos os rituais de um típico casamento indiano e estavam se preparando para comemorar em um jantar, que é tradicionalmente oferecido após a cerimônia. Porém, a felicidade de recém-casados não durou por muito tempo, já que a refeição terminou em divórcio .

Segundo as informações divulgadas pelo portal local The India Times, a família do noivo não gostou dos pratos que estavam sendo servidos na recepção do casamento e começou a brigar com os familiares da noiva, que decidiram revidar. Ao ver que a discussão estava acalorada, um dos convidados chamou a polícia, que interrompeu a briga.

Imediatamente após o ocorrido, as duas famílias ligaram para seus respectivos advogados para oficializar a separação dos noivos ainda durante a festa. Eles também devolveram todos os presentes que foram trocados durante a cerimônia.

Medo de noivo faz outro casamento acabar em divórcio

Mesmo antes do divórcio, a noiva pediu para cancelar casamento após ela perceber que o noivo tinha medo de raios

Outro casamento indiano terminou em polêmica, mas, dessa vez, antes mesmo da oficialização do relacionamento. Segundo o jornal britânico “The Telegraph”, a noiva pediu para cancelar a cerimônia ao perceber que o noivo havia agido de uma forma "estranha" durante uma tempestade e acabou percebendo que ele tinha medo de raios.

O episódio aconteceu na vila de Chitrasenpur, onde casamentos costumam ser eventos sociais que mobilizam todos os moradores. Por causa disso, a noiva precisou anunciar publicamente sua decisão de não se casar mais.

"Depois dos raios, o noivo passou a agir de forma estranha e se comportou como se tivesse medo daquilo. No anúncio oficial de cancelamento da cerimônia , a noiva chegou a citar o comportamento pouco usual de seu noivo como sendo um dos motivos", disse um representante da noiva ao jornal.

Após o anúncio, os familiares do noivo ficaram revoltados e protestaram, afirmando que parte dos rituais pré-nupciais já haviam sido celebrados pela vila e esse " divórcio " não poderia acontecer. A família da noiva não aceitou a reação e uma briga física irrompeu entre os envolvidos, de modo que foi necessário até chamar a polícia. Como resultado, três familiares da mulher acabaram sendo presos.

 

ONU diz que programa nuclear norte-coreano continua

Publicado em Mundo
Terça, 05 Fevereiro 2019 22:02

Pyongyang usa aeroportos e outras instalações para proteger suas armas contra possíveis ataques, segundo relatório

Os programas de armas nucleares e mísseis balísticos da Coreia do Norte permanecem intactos, e Pyongyang usa aeroportos e outras instalações para proteger suas armas contra possíveis ataques, disse um painel da ONU em relatório enviado ao Conselho de Segurança nesta terça-feira (05/02).

As sanções contra o país asiático foram "ineficazes", segundo os autores do documento ao qual a AFP teve acesso. O regime de Kim Jong Un adquiriu remessas ilegais de produtos petrolíferos, vendeu carvão, apesar da proibição imposta pela ONU, e violou um embargo de armas.

"O programa nuclear e de mísseis balísticos da República Popular Democrática da Coreia continua intacto", informou o relatório (na foto, imagem que KCNA diz ser o míssil balístico intercontinental Hwasong-14 de um local não identificado na Coreia do Norte, em julho de 2017 — Foto: Korean Central News Agency via AP).

"O painel descobriu que a Coreia do Norte está usando instalações civis, incluindo aeroportos para montar mísseis balísticos e testá-los com o objetivo de efetivamente evitar atentados à 'decapitação'".

O Conselho de Segurança da ONU recebe esse relatório enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se prepara para participar de uma segunda cúpula com Kim Jong-un este mês, na esperança de fazer progressos na desnuclearização da Coreia do Norte.

O governo dos EUA promoveu severas sanções econômicas contra a Coreia do Norte na ONU, em retaliação por seus testes nucleares e vários lançamentos de mísseis balísticos em 2017.

Mas o país realizou trocas ilegais de petróleo, gasolina e carvão usando uma rede de navios para contornar as sanções com as quais eles tentaram privá-lo da renda necessária para continuar com seus programas de armas.

"Essas violações tornam ineficaz as últimas sanções das Nações Unidas", disse o relatório.

Brigitte Bardot projeta cadeira no Parlamento Europeu

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Quarta, 06 Fevereiro 2019 20:42

Atriz de 84 anos diz que decidiu concorrer para defender animais, que são sua "razão de viver"

A atriz Brigitte Bardot (na foto), símbolo sexual nos anos 60 e também conhecida como defensora dos animais, anunciou nesta quarta-feira (6) que concorrerá às eleições para o Parlamento Europeu, em maio deste ano, na lista do Partido Animalista, da França.

A atriz de 84 anos disse em entrevista ao jornal local "Var Matin" que os animais são a sua "razão de viver", motivo pelo qual abraçou a causa.

Bardot adiantou que está previsto que o Partido Animalista se una ao ecologista REV, cujo objetivo a longo prazo é acabar com a exploração animal em todas as suas formas. Explicou também que, embora já tenha manifestado apoio aos coletes amarelos, prefere, no momento, não se juntar à lista do movimento cidadão para o pleito.

A protagonista de filmes como "E Deus criou a mulher", "Vingança de Mulher" e "A Verdade" é ativista na defesa dos animais tanto na França quanto no exterior através da fundação Brigitte Bardot. Entre as suas reivindicações, está a de instalar sistemas de videovigilância em matadouros.

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