Em exposição, mulheres que marcaram história na PB

Escrito por  Da Assessoria
Publicado em Cultura
Segunda, 16 Março 2015 15:12

 

Visitação a exposição vai ocorrer até o dia 26 de abril, de terça a sexta-feira, das 9h às 21h. Já nos sábados, domingos e feriados o horário de visitação é das 10h às 21h, com entrada aberta ao público

Uma exposição que retrata o universo feminino contado através da história impressa em folhas de jornais são alguns das coisas que o visitante vai ver na exposição “Elas – Memórias e Conquistas” aberta na galeria da Estação das Artes ao lado da Estação Cabo Branco (foto), no bairro do Altiplano, Zona Leste da Capital.

A exposição é comemorativa ao mês internacional da mulher, comemorado em março e foi concebida pela A União - Superintendência de Imprensa e Editora em parceria com a Estação Cabo Branco. A visitação a exposição vai ocorrer até o dia 26 de abril, de terça a sexta-feira, das 9h às 21h. Já nos sábados, domingos e feriados o horário de visitação é das 10h às 21h, com entrada aberta ao público.

Durante a exposição, o visitante vai encontrar um espaço interativo com mulheres paraibanas que fizeram história, a exemplo de Elizabeth Teixeira, Margarida Maria Alves e Zabé da Loca.

Em um outro espaço, o público vai encontrar uma seleção de páginas do jornal A União, em que constam reportagens, artigos e notícias sobre a atuação da mulher na história da Paraíba, do Brasil e do mundo.

Também estão inseridas na exposição, reportagens sobre movimentos feministas, os direitos sociais ampliados da mulher, o perfil da mulher no trabalho e suas principais conquistas, destacando a moda da década de 1970, quando a estilista inglesa Mary Quant lançou a minissaia, num país tradicionalmente machista e conservador. Kay France, a paraibana de nome inglês, que foi a primeira brasileira a atravessar, a nado, o Canal da Mancha, terá seu lugar reservado no evento.

A mostra sobre a mulher também explora curiosidades, como textos e fotos sobre a primeira mulher a dirigir ônibus no Brasil, justamente uma gaúcha do interior, que nasceu e cresceu num ambiente machista. As poesias de Violeta Formiga, assassinada pelo marido em 1982, e o papel da atuante Margarida Maria Alves, em favor do operariado das usinas, morta na década de 1980, por pistoleiros financiados pelo latifúndio.

Lido 602 vezes Última modificação em Segunda, 16 Março 2015 15:17

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