Firefox 65 traz novas opções para controle de privacidade

Publicado em Tecnologia
Quarta, 30 Janeiro 2019 18:41

Ficará mais fácil para o usuário utilizar o controle de bloqueio de conteúdos não relacionados que perseguem durante a navegação

O Firefox 65 foi lançado e a atualização traz uma nova interface, que torna mais fácil para o usuário utilizar o controle de bloqueio de conteúdos não relacionados que os perseguem durante a navegação.

As opções básicas ainda são muito parecidas com as oferecidas na versão antiga: a maioria dos usuários escolhe entre o que o Firefox chama de “modo padrão”, que bloqueia rastreadores em janelas privadas e o “modo restrito”, que bloqueia todos esses rastreadores em todos os momentos (mas podem causar problemas com certos sites).

Mas no Firefox 65, o navegador coloca muito mais claramente essas opções para o usuário, além de oferecer melhores explicações do que cada opção significa. Tem até mesmo um novo modo customizado, que garante ainda mais controle (em adição ao antes oferecido “modo exceção” que deixa as pessoas listarem os sites específicos para serem bloqueados).

Para somar com os filtros mais transparentes, o Firefox também tornou as novas opções mais fáceis de serem encontradas. Você agora poderá clicar no botão “i” na barra de navegação para ver exatamente quais são as configurações de bloqueio, quais rastreadores estão atualmente ativos no site que você está e também conseguir um link direto para mudar as configurações que quiser.

Junto com o menu atualizado de privacidade, o Firefox 65 também adiciona compreensão de vídeo AV1 para usuários do Windows e uma ferramenta atualizada de gerenciamento, que ajuda usuários a acompanharem abas lentas ou extensões e as fecharem ou desinstalarem quando necessário.

Google usa impressoras 3D para recriar objetos antigos

Publicado em Tecnologia
Quinta, 31 Janeiro 2019 11:11

Sempre quis conhecer monumentos históricos? Então conheça o projeto do Google que os imprime em 3D

As impressoras 3D sempre tiveram um apelo bastante forte: criar objetos extraordinários, que seria difícil ou impossível de obter por métodos tradicionais. Apesar disso, um novo projeto que uniu o Google à Stratasys (uma fabricante de impressoras 3D industriais) tem buscado recriar itens que já são conhecidos.

O projeto do Google Arts and Culture se chama Open Heritage e começou com o escaneamento de itens, em parceria com a CyArk, em abril de 2018. Agora, ele busca produzir peças táteis a partir dos dados obtidos.

Para isso, a equipe usa a J750 3D, da Stratasys, uma impressora colorida prototipadora, para criar réplicas de modelos de objetos, construções e monumentos antigos. A ideia do projeto é que frequentadores de museus e pesquisadores tenham acesso a criações raras ou únicas, bem como garantir que essas estruturas sejam preservadas de possíveis estragos provocados pela ação do tempo.

Segundo Bryan Allen, designer de tecnologia do Google, a ideia do projeto é explorar fisicamente esses itens na tentativa de fazer as pessoas ficarem mais empolgadas e interessadas em ver peças expostas em um museu ou no contexto de um projeto de pesquisa.

Allen explica que foi aí que surgiu a ideia de usar a impressão 3D. Esses equipamentos estão cada vez mais sofisticados e é possível obter objetos com cores melhores, finalização de alto padrão de qualidade e até propriedades mecânicas mais robustas. Dessa forma, os protótipos produzidos que saem das máquinas são muito mais realistas e o produto final sai pronto diretamente da máquina.

A decisão de mapear tudo em cores e de forma a capturar todos os detalhes foi fundamental para a recriação dos objetos em 3D. Para isso, as equipes participantes usaram scanners 3D para criar um desenho das peças em CAD.

O Open Heritage tem, atualmente, 26 renders em 3D de lugares com importante significado histórico dos seis continentes. O catálogo com toda a coleção pode ser visto gratuitamente no endereço do projeto na nuvem. Além disso, quem se interessar por ter um dos itens em casa pode imprimi-los se tiver uma impressora 3D.

Banheiro automatizado recolhe cocô e xixi do seu cachorro

Publicado em Tecnologia
Sexta, 01 Fevereiro 2019 10:16

Sistema cuida da limpeza e até mesmo refresca o ambiente, para que o cômodo não fique com o cheiro

Reprodução

A ideia de muitos donos de cães é treinar seus animais de estimação para fazerem suas necessidades (número "1" ou "2") longe de casa. Então, muitos têm que esperar por horas para fazê-lo. A ideia deste chamado "banheiro automatizado" é resolver essa questão, coletando e embalando o cocô do cachorro diretamente em casa e de forma automática.

Seu nome é Inubox e, de acordo com seus criadores, é um vaso sanitário automático para cães que demarca uma área onde o cão pode fazer xixi ou cocô. Uma vez que eles fazem suas necessidades, o sistema vai cuidar da limpeza e até mesmo refrescar o ambiente, para que o quarto ou qualquer outro cômodo em que está o equipamento não fique com o cheiro.

Depois que o cão faz cocô ou xixi, um mecanismo levanta a base e fecha para ser efetuada a limpeza da mesma. Os resíduos caem em uma caixa de areia e um braço robótico retira a sujeira e empacota em um saco, jogando-o em uma lata de lixo interna, tudo fechado e sem cheiro, pronto para o dono do pet apenas retirar de lá.

Claro que parte do processo depende da pessoa treinar seu animal de estimação para usar aquele lugar, mas, como informaram os criadores de Inubox, a superfície que serve de banheiro tem um aroma projetado para atrair o pet para fazer suas necessidades lá. Além disso, ele também dá um "prêmio" (ou cookie) cada vez que é usado, para encorajá-lo.

Se você estiver interessado, o Inubox é um projeto e está em campanha no site Kickstarter e você pode ajudar com pequenas quantias para que ele saia do papel. Porém, se desembolsar o valor de US$ 840, já garante seu exemplar. Quando a empresa conseguir arrecadar o valor necessário para produzir o Inubox em linha de produção, o preço final ao público será de US$ 1.200.

É uma ótima idéia para quem tem animais de estimação, mas será um gasto alto para deixar de lado as caminhadas com seu cachorro. Se você faz parte das pessoas que trabalham em regime de hjome office, leve seu cachorro ao jardim ou para passear como deveria. Com o saquinho higiênico, claro. Seu animal de estimação vai agradecer.

Pílula desenvolvida no MIT pode auxiliar no emagrecimento

Publicado em Tecnologia
Sexta, 01 Fevereiro 2019 10:21

Após a ingestão, a pílula aumenta de tamanho e atinge as dimensões aproximadas de uma bola de golfe

Todo mundo que quer perder peso pensa que poderia existir uma pílula para resolver isso rapidamente. Bem, a equipe do professor associado de engenharia mecânica, Xuanhe Zhao, do Massachussetts Institute of Technology (MIT), desenvolveu algo parecido com isso: trata-se de uma pílula que diminui o espaço disponível no estômago e evita que se consumam calorias em excesso.

Isso é possível porque, após a ingestão, a pílula aumenta de tamanho e atinge as dimensões aproximadas de uma bola de golfe. E assim ela pode permanecer no estômago do paciente por cerca de um mês. No momento, ela ainda está na fase de testes, em modelos semelhantes ao trato gastrointestinal humano.

Trata-se de uma opção interessante para quem quer evitar cirurgias. Afinal, essas, além de serem irreversíveis, têm vários riscos associados. Segundo Zhao, o grande apelo da pílula é sua simplicidade — ela é feita de dois tipos de hidrogel (que misturam polímeros e água). Depois de ingerida, adquire uma consistência semelhante à do tofu.

Para removê-la do estômago, o paciente precisa tomar uma solução à base de cálcio (em concentração superior àquela encontrada no leite). Isso faz as pílulas encolherem e voltarem a seu tamanho original para que possam passar pelo sistema digestivo.

Zhao explica que a perda de peso é apenas um dos usos potenciais da tecnologia. Já há muito tempo os pesquisadores têm buscado desenvolver uma pílula capaz de permanecer no corpo humano por várias semanas (e até meses).

A ideia é que ela carregue equipamentos capazes de monitorar as condições internas do corpo do paciente. Isso garantiria o controle de tumores, por exemplo, ou da ingestão de medicações — já que muitos indivíduos não seguem seus tratamentos como prescritos.

Infográfico sistematiza os 15 anos do Facebook em 15 números

Publicado em Tecnologia
Segunda, 04 Fevereiro 2019 22:31

Confira dados que explicam porque o Facebook é uma das gigantes da Tecnologia do século 21

É impossível pensar no Facebook sem pensar em seus números superlativos. Para o bem ou para o mal, a empresa fundada por Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin foi uma das companhias de Tecnologia que transformou o mundo, deixou-o mais conectado e, como nada é perfeito, também pisou na bola quando o assunto é privacidade.

E nesta segunda-feira (04/02), o Facebook comemora 15 anos de vida. E para uma empresa que foi fundada em um dormitório na universidade de Harvard, o seu desempenho até aqui não é nada mal. Tem a maior rede social do mundo, o messenger mais usado do planeta e, por mais que você tente escapar, com certeza usa ou já utilizou algum produto da companhia.

E para comemorar a década e meia de vida do "Face", o Olhar Digital fez um infográfico com números superlativos da maior rede social do planeta. Confira:

Reprodução

Vazamento de dados da Netshoes custa R$ 500 mil à empresa

Publicado em Tecnologia
Terça, 05 Fevereiro 2019 22:10

Acordo feito com o Ministério Público evita ação civil pública contra a companhia, mas exige medidas práticas para evitar novas ocorrências

Os vazamentos de dados têm custado caro para as organizações. Exposições ocorridas em 2017 e 2018 vão custar à Netshoes R$ 500 mil como indenização por danos morais. O acordo extrajudicial foi fechado com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para evitar uma ação coletiva.

O MPDFT classifica o caso como um dos maiores incidentes de segurança registrados no Brasil. Isso porque as ações espalharam informações de 1.999.704 clientes: nome completo, e-mail, CPF, data de nascimento e produtos comprados. Senhas e números de cartões de crédito não foram comprometidos.

O órgão, então, ameaçou a empresa com uma ação civil pública. Como a Netshoes colaborou com a investigação, as partes chegaram a um acordo na forma de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Assim, a marca concordou em informar os clientes sobre o vazamento e pagar a indenização por danos morais coletivos.

Além do pagamento, a companhia se comprometeu a reforçar a segurança de sua loja virtual. O acordo, assinado em janeiro de 2019, envolve Marcio Kumruian, cofundador e CEO da Netshoes, e Frederico Meinberg Ceroy, promotor do MPDFT e coordenador da Unidade Especial de Proteção de Dados e Inteligência Artificial (Espec).

Se a empresa descumprir essas medidas, fica sujeita a uma ação coletiva no valor de R$ 10 milhões somada a um processo por danos patrimoniais (de R$ 85 milhões). Isso representa R$ 5 por cada dado atingido pelo vazamento.

Buscador online usa mapa do metrô para encontrar imóveis

Publicado em Tecnologia
Terça, 05 Fevereiro 2019 22:13

Quer morar perto do metrô? Essa ferramenta pode ajudá-lo a encontrar opções a até 1Km de estações na capital paulista

Encontrar um imóvel perto do metrô, seja para alugar, seja para comprar, é o desejo de boa parte dos paulistanos — já que a mobilidade urbana é uma preocupação cada vez mais recorrente. Essa tarefa acaba de ficar mais fácil: a administradora e imobiliária Lello usou o mapa do metrô para desenvolver um buscador on-line.

Lançado em dezembro, o sistema mostra opções a até 1Km de estações de metrô nas diversas linhas da cidade (azul, vermelha, verde, amarela, lilás e prata). A ideia surgiu a partir de um levantamento que apontou que, nos últimos três meses de 2018, 50% dos fechamentos de negócio foram de imóveis com localização nesse raio de distância.

O interessado pode visualizar as linhas inteiras para escolher o imóvel desejado e agendar as visitas on-line. Há 10 mil imóveis disponíveis no buscador, que são identificados com o símbolo do metrô e da linha correspondente, bem como com a distância até as estações próximas.

Menino de 11 anos já programou mais de 100 videogames

Publicado em Tecnologia
Sexta, 08 Fevereiro 2019 17:26

Antonio García Vicente desenvolve projetos para seus professores e desafios do Clube de Jovens Programadores da Universidade de Valladolid

Aos seis anos de idade, Antonio García Vicente (na foto acima e no vídeo ao lado) juntou-se ao Clube de Jovens Programadores da Universidade de Valladolid. Com oito, apresentou-se no TED pela primeira vez — sua palestra chamava-se Programar para aprender sem limites.

Agora, aos 11 anos de idade, ele afirma com convicção que "a programação é um super poder que permite que você faça o que quiser". E o pequeno prova isso: já criou mais de 100 jogos para videogames.

"O que mais gosto no mundo são meus dois hobbies: um é a programação e o outro é o futebol", diz Antonio, que é torcedor do Real Madrid. Ele mora em Villanubla, uma pequena cidade em Valladolid. No inverno, quando faz muito frio, o garoto passa as tardes programando. "Eu gosto de jogos de videogame como todas as crianças, mas também gosto de saber como eles são feitos e de criar os meus próprios. Obviamente, eles não são tão profissionais como o FIFA, mas criei um jogo em que vários usuários ficam no mesmo campo e jogam uns contra os outros", completa.

Além disso, ele também desenvolveu um jogo para ensinar os planetas do sistema solar, outro que parece o jogo da velha e mais. O primeiro contato de Antonio com a programação aconteceu quando ele tinha 6 anos de idade e foi, com a irmã Noelia, ao Scratch Day (evento na Universidade de Valladolid que tem workshops de programação).

Como outras crianças que começam nesse mundo, ele primeiro aprendeu Scratch. Depois, passou a treinar com novas ferramentas e linguagens de programação e as usou para desenvolver projetos e apps. Agora, o pequeno já tem noções de App Inventor, App Lab e Arduino — as duas últimas são suas favoritas, pois permitem "lidar com coisas físicas". "Com o App Lab você pode fazer um aplicativo para o celular e com o Arduino você pode gerenciar sensores de umidade, fazer semáforos, botões..."

A maioria dos jogos de Antonio são desafios propostos pelo Clube de Jovens Programadores ou por professores. Eles preferem que o garoto lide com tópicos que está aprendendo na escola. Seu primeiro jogo serviu para aprender os ossos do corpo humano, por exemplo. "Percebi que a programação poderia ser usada para tornar o estudo mais divertido."

Tanto ele como sua irmã transmitiram aos amigos a paixão pelo desenvolvimento de jogos para videogames. Juntos, criaram o Clube de Programação El Páramo de Villanubla na escola. O grupo, que começou com 10 crianças, agora tem 54, de 6 a 15 anos de idade. "A melhor coisa é a sensação que dá quando você faz algo funcionar. É incrível!", diz.

Quando iniciar a programação

Para ele, a melhor idade para começar a programar é seis anos. "Como você ainda não sabe muito, é mais fácil aprender coisas novas. As pessoas imaginam que uma criança que programa está o tempo todo em casa, trancada no quarto com o computador, mas não é assim. Existem plataformas de programação, como o Scratch, nas quais é possível compartilhar as criações e comentá-las", explica.

Além de criar jogos, a programação permite que as crianças adquiram novos conhecimentos. Um exemplo é identificar uma variável ou conceitos relacionados a Física e Matemática. "Quando comecei a programar, uma das instruções que encontrei foi 'virar 90 graus'. Eu ainda não tinha aprendido o que eram graus na escola."

Antonio acredita que é importante que todas as crianças façam um programa obrigatório na escola. "Os empregos estão mudando e pessoas com pensamento computacional são cada vez mais necessárias. Acho que devemos receber aulas para estarmos preparados para o futuro", diz.

O garoto conta que gostaria de ser goleiro quando mais velho. "Eu sei que é muito difícil e, mesmo que eu consiga, a profissão logo está terminada. Então, depois quero ser inventor. Eu tenho um projeto na minha cabeça para eliminar a poluição, mas preciso estudar para poder realizá-lo”, conta.

Por enquanto, Antonio prefere manter seu projeto em segredo, mas diz que, para desenvolvê-lo, precisa estudar Física e Química. "Eu também gostaria de fazer Engenharia da Computação para aprender todas as linguagens de programação que eu puder. Para mim, a programação é divertida, é corajosa, é um desafio ", conclui o pequeno programador.

Conheça a evolução das famosas caixas pretas dos aviões

Publicado em Tecnologia
Segunda, 11 Fevereiro 2019 22:39

Os novos modelos poderão enviar informações em tempo real após acidentes aéreos

A companhia aeroespacial Honeywell International anunciou a criação de um novo tipo de caixa preta para aviões. O modelo poderá fazer o envio imediato e remoto de informações em caso de acidente, bem como aumentar a quantidade de dados registrados.

“Isso promete um tremendo valor para as investigações ao possibilitar uma visão rápida dos acidentes,” declarou o consultor de segurança aérea Bill Voss para o The Wall Street Journal. “Afinal, tem-se acesso aos dados imediatamente.”

Imediatismo não é uma opção quando se fala em recuperar informações de caixa preta. Na queda do voo 447 da Air France, em 2009, por exemplo, a caixa preta só foi recuperada no Oceano Atlântico mais de dois anos depois e as buscas no mar custaram R$ 40 milhões, de acordo com a CNN.

“Felizmente, eles acharam as caixas”, informou o inspetor de Segurança em Transporte Nacional, Greg Feith. “Pode ser, entretanto, que amanhã se perca outra aeronave e não se tenha a mesma sorte.”

Esse foi o caso do voo MH370 da Malaysian Airlines, que se perdeu misteriosamente em 2014. Apesar das buscas, a nave e sua caixa preta nunca foram encontradas — 239 famílias ficaram apenas com as mortes presumidas de seus parentes.

A atualização das caixas pretas já está em debate há alguns anos

Já há alguns anos, a atualização da tecnologia das caixas pretas se tornou um debate público — afinal, muitos viajantes se perguntam o motivo de ser possível usar uma conexão wi-fi em smatphones, notebooks e tablets durante os voos, mas as caixas pretas não serem contempladas com a tecnologia.

O The Wall Street Journal observa que está em curso um debate entre especialistas da indústria aeroespacial sobre dados em streaming versus dados físicos. Poderiam ser usados, por exemplo, gravadores destacáveis seriam ejetados da cauda do avião e flutuariam na água em caso de acidentes. “A importância de um gravador confiável para as vozes da cabine e os dados do voo não pode ser exagerada,” diz Bem Driggs, presidente de serviços e conectividade da Honeywell.

A companhia trabalha com a Curtiss-Write, que fabrica gravadores de voz da cabine e informações de voo. A ideia é “desenvolver a próxima geração de gravadores que aproveitam nossa expertise em hardware e software para atender ao requisito de 25 horas e, assim, identificar as informações certas e fornecê-las para as operadoras de linhas aéreas quando elas forem necessárias”.

Apple segue perdendo terreno para a Huawei na China

Publicado em Tecnologia
Terça, 12 Fevereiro 2019 20:10

Vendas de iPhone caíram em relação a 2018; Huawei lidera o mercado de smartphones no país

As vendas de iPhone na China nos últimos três meses de 2018 caíram 20% em relação ao mesmo período em 2017, de acordo com a International Data Corporation (IDC). E quando o valor é comparada com a venda total de celulares no país, a queda foi de 15%.

A dimiuição dos números coloca (mais um) um sinal de alerta no poder dos celulares da Apple no país que continua a perder terreno para uma poderosa rival local: a Huawei.

O declínio da Apple fez com que sua participação de mercado na China caísse para 11,5%, contra 12,9% um ano antes, de acordo com a IDC. Hoje, é companhia a quarta maior fornecedora do país; no início de 2015 era a primeira.

O CEO da Apple, Tim Cook, apontou a desaceleração econômica na China como culpada do declínio nas vendas do iPhone em território chinês.

Essa desaceleração, somada com a tendência global de troca menos frequente de modelos de celulares entre os consumidores, contribuíram para uma queda de 9,7% nas vendas totais de smartphones na China no último trimestre de 2018.

Em contrapartida, o relatório da IDC mostra que as vendas da Huawei subiram 23% em 2018. Com isso, a companhia é líder absoluta em vendas do setor, com 29% de participação no mercado chinês, segundo o IDC.

"O alto preço do iPhone X em 2017 aumentou a substituição [por outros aparelhos], enquanto os novos modelos de 2018 não têm inovações suficientes para fazer as pessoas os comprarem", disse o analista da IDC na China, Xi Wang. Ele acrescentou que a Huawei, por outro lado, investiu em tecnologias para tornar seus dispositivos mais competitivos.

A alta aceitação na China explica porque, apesar de seus telefones serem praticamente inexistentes nos Estados Unidos, as vendas globais de smartphones da Huawei cresceram 44% no quarto trimestre de 2018. O valor a classificou como a terceira maior fornecedora do mundo do setor de celulares no ano passado, ficando atrás da Samsung e da própria Apple.

Enquanto a companhia expande e fortalece seu mercado na China, os Estados Unido negociam com países aliados para impedir que seus operadoras de telecom comprem equipamentos de rede 5G da Huawei.

O lançamento de um telefone dobrável da Huawei, pronto para 5G, é amplamente esperado para o Mobile World Congress, maior evento mobile do mundo, que aconterá em Barcelona no final deste mês.

O sucesso dos smartphones, porém, é uma surpresa para a Huawei. Em dezembro, autoridades canadenses prenderam a diretora financeira da corporação, Meng Wanzhou. A CEO foi acusada de fazer negócios com o Irã durante 2009 e 2014, violando as sanções econômicas impostas contra o país pelos Estados Unidos. Wanzhou foi liberada no dia 11 do mesmo mês e a organização negou todas as acusações contra ela.

Já as vendas de outra fabricante querida do público, a chinesa Xiaomi, caíram 35% no último trimestre do ano passado, segundo a IDC. O relatório apontou poucos novos produtos e decepcionantes vendas de seu principal smartphone, o Mi Mix 3, como motivos para a queda dos números.

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