GBoard guarda histórico de conteúdos copiados pelo usuário

Publicado em Tecnologia
Quarta, 24 Outubro 2018 14:54

Trata-se de um gerenciador de área de transferência, que guardará um histórico de todo o conteúdo copiado no aparelho

Você já perdeu algum link ou texto importante após copiar outro conteúdo no Android? O GBoard pode ganhar, em breve, uma novidade que promete ajudar os usuários a evitar esse tipo de problema. Trata-se de um gerenciador de área de transferência, que guardará um histórico de todo o conteúdo copiado no aparelho.

De acordo com a publicação do 9to5Google, a novidade foi encontrada escondida dentro da última atualização do GBoard. O recurso funcionará da seguinte forma: sempre que o usuário copiar um texto no Android, o GBoard guardará essa informação em uma sessão do aplicativo. Caso o usuário deseje utilizá-la novamente, basta acessar esse histórico e tocar para colar ou fixar o conteúdo.

Nos últimos meses, diversos aplicativos tem investido em gerenciadores de área de transferência. No próprio Android, o SwiftKey também pode guardar um histórico de informações copiadas pelos usuários. Além disso, a última atualização do Windows 10 trouxe o suporte ao Cloud Clipboard, que sincroniza dados entre computadores e deve em breve ser integrado ao teclado da Microsoft para Android.

Outros recursos a caminho

O GBoard 7.7 também trouxe referências a uma função de digitação por voz offline. Segundo os dados encontrados na atualização, o usuário poderia ditar coisas para o teclado sem impactar no seu pacote de internet 3G ou enviar os clipes de voz para os servidores do Google. Para isso, contudo, seria necessário baixar um pacote de idioma previamente como já acontece com a função de tradução.

Por fim, o Google estaria preparando outras duas surpresas menores. A primeira seria um novo tema batizado de “Areia” e outros 53 novos visuais para o tecladinho para Android. Além disso, o Gboard deve mudar em breve a organização dos emojis.

Por enquanto, ainda não há uma previsão sobre quando as novidades do GBoard serão liberadas. No entanto, é provável que a empresa faça isso aos poucos nos próximos dias. Neste fim de semana, o teclado ganhou uma interface flutuante, permitindo que o usuário o movimente livremente sobre a tela.

Como a chinesa Huawei pode se tornar a nova Samsung

Publicado em Tecnologia
Terça, 06 Novembro 2018 19:23

A Huawei é a segunda maior vendedora de smartphones do mundo, desde que ultrapassou a Apple em agosto

A Samsung tem se mantido na liderança do mercado global de smartphones pela maior parte dos últimos sete anos. Mas, nos últimos tempos, o seu reinado vem sendo ameaçado por uma marca pouco conhecida no Brasil: a Huawei.

A Huawei é a segunda maior vendedora de smartphones do mundo, desde que ultrapassou a Apple, em agosto. Seus produtos são poderosos, nem sempre são muito baratos e são vendidos principalmente na China e partes da Europa.

A Huawei chegou a vender smartphones no Brasil durante algum tempo, mas saiu após uma participação tímida no mercado. No último trimestre, a empresa viu seu volume de vendas aumentar e o da rival Samsung diminuir, o que só inflama a competição.

Seria a Huawei a nova Samsung? Há quem aposte que sim. Mas para responder a esta pergunta, é preciso dar uma olhada no histórico da coreana e ver como ela chegou ao topo, além de observar o caminho que a chinesa vem trilhando e suas conquistas até aqui.

Foi em outubro de 2011 que a Samsung assumiu a liderança do mercado de smartphones segundo estimativas de agências como IDC. Até então, a principal concorrente era a Apple, cujo iPhone pautava boa parte das ideias do mercado em busca de celulares inteligentes.

A Huawei já era uma gigante das telecomunicações na China em 2004, quando lançou seu primeiro celular, anos antes do iPhone mudar o mercado. O primeiro aparelho Android só chegou em 2009. E foi só em 2012 que ela chegou ao terceiro lugar no ranking da IDC, com 10 milhões de dispositivos vendidos no quarto trimestre.

Desde então, a Samsung cresceu apostando na diversificação do portfólio. A marca vende produtos nas mais diversas faixas de preço e variações de especificação: a linha Galaxy J é de entrada e possui os preços mais acessíveis, seguida pela linha Galaxy A de intermediários e a Galaxy S de tops de linha.

Já a Huawei foca nas linhas P, Y e Mate, ocasionalmente lançando um produto da linha Nova. Todos eles são de aparelhos intermediários ou top de linha, com recursos de última geração e preços um pouco mais salgados. Mas a Huawei também é dona da marca Honor, que opera de forma separada e aposta em produtos mais acessíveis.

A Samsung se popularizou vendendo smartphones de entrada, pulverizando a marca e colocando celulares nas mãos do maior número possível de pessoas ao redor do mundo. Já a Huawei apostou no seu próprio quintal, a China e seus mais de 1,3 bilhão de habitantes, enquanto chamava a atenção do resto do mundo com produtos de tecnologia de ponta.

Se por um lado a Samsung foi pioneira no uso de "telas infinitas", curvando as bordas do Galaxy S6 e expandindo o display no Galaxy S7, a Huawei, por sua vez, foi uma das primeiras a colocar até seis câmeras em um mesmo smartphone para tirar fotos mais impressionantes do que qualquer concorrente.

Para o futuro próximo, as duas asiáticas têm ambições semelhantes: telas dobráveis e 5G. A Huawei já declarou que quer tomar o primeiro lugar do mercado em breve, enquanto a Samsung tem colocado cada vez mais recursos nos aparelhos mais baratos para impulsionar a estratégia de democratização do smartphone.

Com estes objetivos em mente, a estratégia da Huawei parece ser a de continuar sua expansão internacional (há possibilidade de retorno ao Brasil) e atacar a rival onde ela é dominante, sem perder de vista o consumidor chinês responsável por colocá-la acima da Apple. Cabe à Samsung defender seu título e mudar a trajetória atual. Porque neste ritmo, o jogo pode virar em breve.

BLU terá que mudar o nome de celulares no Brasil

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Terça, 20 Novembro 2018 22:31

O motivo foi um conflito com a Telefônica S.A., dona da operadora Vivo no Brasil

A fabricante norte-americana de smartphones BLU lançou recentemente os aparelhos VIVO XI e VIVO XI+ no varejo nacional. Contudo, se você estiver pensando em comprar um destes dois modelos durante a Black Friday, fique atento, pois o nome deles muda a partir desta terça-feira (20/11).

Os modelos BLU VIVO XI e BLU VIVO XI+ passarão a se chamar respectivamente BLU V XI e BLU XI+. O motivo disso foi um conflito gerado pela Telefônica S.A., dona da operadora Vivo no Brasil. Confira parte da nota oficial da BLU:

“A BLU PRODUCTS, INC. fabricante dos aparelhos celulares da Marca BLU nos mais variados modelos, vem comunicar aos distribuidores e consumidores de seus produtos que o telefone BLU VIVO XI e BLU VIVO XI+ serão de agora em diante comercializados no Brasil com a marca BLU V XI e BLU V XI+, em razão da TELEFÔNICA S.A. detentora da marca VIVO no Brasil ter criado oposições.”

A mudança no nome dos dois modelos ocorre apenas no Brasil.

O BLU V XI+, com 6GB de RAM e 128GB de armazenamento interno, pode ser comprado por 1.600 reais. Já a variante BLU V XI, com 4GB de RAM e 64GB de armazenamento interno, custa 1.300 reais. Os smartphones estão sendo vendidos pela NoteTec, MercadoLivre, Amazon e outros varejistas.

Sistema Solar abriga objetos outras galáxias, diz estudo

Publicado em Tecnologia
Segunda, 03 Dezembro 2018 19:17

Pesquisadores de Harvard estimam que podem existir 350 objetos interestelares no Sistema Solar

O Oumuamua pode não ser o único objeto misterioso proveniente de outro sistema estelar a nos visitar: um novo estudo, conduzido por pesquisadores de Harvard indica que podem existir 350 objetos interestelares no Sistema Solar — e quatro deles já foram identificados como fortes candidatos com a ajuda do Large Synoptic Survey Telescope (LSST).

Para tal, a equipe usou modelos computacionais para analisar objetos do Sistema Solar que apresentam fatores considerados excêntricos, como inclinação, período orbital, distância do periélio, entre outros. Dessa maneira, entre os potenciais 350 objetos que vieram de outro sistema estelar e, de alguma maneira, "caíram" no Sistema Solar, os quatro a seguir foram identificados: 2018 TL6, 2017 SV13, 2011 SP25 e 2017 RR2 — sendo que 66, do total de 350, podem se juntar aos quatro por meio de detecções feitas pelo LSST.

A equipe sugere o uso da espectroscopia de alta resolução para medir as proporções de substâncias químicas nas caudas desses objetos, o que poderia bater o martelo quanto à sua origem. Esse tipo de pesquisa é importante porque tais objetos podem fornecer dados valiosos para aprendermos mais sobre como os sistemas planetários se formam e como seus objetos podem interagir com outros sistemas estelares.

Esses objetos ficam presos no Sistema Solar porque Júpiter, nosso maior gigante gasoso, forma seu próprio sistema com o Sol, com sua intensa gravidade coletando objetos à medida que eles passam por ali. "O sistema Sol-Júpiter atua como uma rede de pesca que coleta objetos interestelares. Existem alguns milhares de objetos presos no Sistema Solar", declarou um dos autores da pesquisa.

O Oumuamua foi detectado passando pelo Sistema Solar no ano passado e rendeu muita polêmica desde então. Inicialmente, foi categorizado como um asteroide, depois como um cometa, depois como asteroide de novo, e houve até quem especulasse que ele seria, na verdade, alguma espécie de sonda alienígena enviada para nos estudar.

Recentemente, a NASA tentou observá-lo usando um telescópio poderoso, mas não encontrou nada na região em que o Oumuamua deveria estar, de acordo com as simulações de sua órbita. Isso não significa que o objeto não existe, tampouco que ele era mesmo uma nave alienígena que estaria navegando em rotas imprevisíveis para nós: para a agência espacial, na verdade isso mostra que o objeto deve ser muito menor do que o imaginado e, por isso, o telescópio não conseguiu visualizá-lo.

Seja como for, ele é um objeto para lá de especial, já que foi confirmado que sua origem não se deu no Sistema Solar. Agora, abrem-se as portas para a descoberta de muitos outros objetos que ficaram "presos" em nosso sistema, cuja origem também é desconhecida.

Chrome barra anúncios enganosos e cobranças indevidas

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Terça, 04 Dezembro 2018 23:13

O Chrome 71 traz aos usuários uma série de correções de bugs e novos recursos

O Google liberou nesta terça-feira (04/12) a mais nova versão do seu navegador. O Chrome 71 traz aos usuários uma série de correções de bugs e novos recursos, entre eles dois que já haviam sido prometidos: bloqueio de anúncios e alerta de cobranças.

O bloqueador de anúncios do Chrome não chega a ser tão completo quanto uma extensão "adblocker", por exemplo. O que o navegador faz a partir da versão 71 é barrar banners ou outros elementos que tentem se passar por caixas de diálogo ou de chat para enganar usuários.

Propagandas que surgem na tela avisando de um vírus ou de um e-mail urgente que chegou para você, só para te "obrigar" a clicar, por exemplo, agora são barradas por padrão no Chrome 71. Sites que persistirem na estratégia também serão totalmente bloqueados no navegador.

Outra novidade é o alerta de cobrança. O Chrome agora vai avisar o usuário quando a página que ele está acessando não deixou claro que está prestes a cobrar por algum serviço que o usuário talvez não saiba que esteja quase sendo contratado.

Os alvos são sites que induzem o indivíduo a digitar seu telefone para baixar um toque ou conteúdo no celular, mas que não informam que uma cobrança será gerada na conta da operadora, por exemplo. Se o site insistir na prática, também será bloqueado a partir do Chrome 71.

As novidades estão a bordo da versão 71.0.3578.80 do Google Chrome disponibilizada nesta semana para Windows, Mac e Linux. Os navegadores serão atualizados automaticamente (a não ser que você tenha impedido o update automático). A versão para celular também chega nos próximos dias.

Dez ameaças virtuais que você deve ficar atento em 2019

Publicado em Tecnologia
Terça, 01 Janeiro 2019 21:27

Todo cuidado é pouco antes de clicar em links ao longo do próximo ano ou repassar mensagens com ofertas milagrosas

O ano de 2019 promete ser bastante desafiador no campo da cibersegurança. Afinal, cada vez mais os cibercriminosos tem se profissionalizado e buscado novas formas de atrair suas vítimas, seja via WhatsApp, mensagens de textos, e-mail ou download de arquivos maliciosos. Portanto, todo cuidado é pouco antes de clicar em links ao longo do próximo ano ou repassar mensagens com ofertas milagrosas.

Para te ajudar a ficar mais precavido, o Olhar Digital reuniu algumas potenciais ameaças para o próximo ano, bem como dicas para que você evite problemas. Confira a seguir o que deve movimentar o que deve ser tendência na cibersegurança em 2019.

1 – Ataques de Phishing e vazamento de dados

Não é segrego algum: os dados pessoais e financeiros de internautas são a mercadoria de maior interesse do cibercriminosos online. Por isso, tenha muito cuidado antes de digitar seu nome, endereço, cartão de crédito e outras informações em páginas da internet e aplicativos. Verifique com antecedência se a página possui uma conexão segura, se o domínio está registrado por uma empresa ou pessoa confiável com CNPJ ou CPF, bem como se a informação que te levou até o endereço é realmente verdadeira.

Além dos ataques focados diretamente no usuário, os bancos de dados de empresas também devem ser um grande alvo em 2019 em busca de informações sensíveis. Portanto, forneça e salve seus dados em sites que você realmente precisa. Se possível, dê preferência a inserir manualmente todas as informações na página a cada compra e utilize um cartão de crédito virtual para proteger os números do seu cartão real.

2 – Golpes sofisticados com dados pessoais

Como consequência do número crescente de vazamentos de dados, é possível que 2019 traga mais ataques de phishing super direcionados para o usuário. Segundo o especialista Fábio Assolini, da Kaspersky Lab, esse tipo de ataque tende a chegar já personalizado para o seu alvo, trazendo informações pessoais dele como nome, endereço e até mesmo o CPF. Assim, tende a ficar ainda mais difícil para o indivíduo diferenciar uma mensagem verdadeira de uma falsa.

Por via das dúvidas, a recomendação é a mesma do caso anterior: desconfiar sempre. Se a mensagem se passa por uma instituição financeira ou empresa, entre em contato com esta por outros canais de atendimento para confirmar o conteúdo da mensagem. Além disso, observe a estrutura dos links, construção da página e se há palavras escritas incorretamente nesses sites, já que isso tende a ser um fator importante de denúncia.

3 – Notícias falsas e ofertas enganosas via WhatsApp, e-mail e redes sociais

Reprodução

Em 2018, as chamadas fake News dominaram a corrida eleitoral. No próximo ano, a tendência é que o cenário se repita com outros assuntos importantes do calendário. Portanto, ao receber uma mensagem com uma suposta notícia muito bombástica, procure conferir a veracidade da informação em agências de checagem ou em grandes portais de notícias antes de clicar em seus links.

Da mesma forma, as falsas ofertas também devem dominar aplicativos sociais como o WhatsApp aproveitando de datas importantes do calendário do próximo ano. Desconfie de qualquer mensagem oferecendo, por exemplo, pacote de viagens para o carnaval, ingresso para os desfiles, entradas para a Copa América 2019, promoções de Black Friday ou Dia dos Namorados, kits de maquiagens, eletrônicos e por aí vai. Entre sempre em contato com a loja ou procure por seus registros antes de tomar qualquer decisão.

4 – Ataques financeiros

De acordo com os pesquisadores da Kaspersky Lab, o número de ataques a instituições financeiras também deve crescer na América Latina nos próximos anos. Grupos criminosos como o Lazarus também devem intensificar sua atuação na região em busca de roubos de dinheiro e dados de clientes de bancos. Portanto, para o usuário final, vale a pena ficar em qualquer comunicação recebida via e-mail, SMS ou WhatsApp.

Ainda sobre esse tópico, é importante que o leitor jamais se conecte a Wi-Fi públicos para fazer ações importantes como transações bancárias. Isso acontece porque um criminoso na sua rede pode estar direcionando o seu tráfego para páginas de ataques, bem como interceptando a sua comunicação com instituição financeira para roubar dados.

5 – Distribuição de malware

Reprodução

Velhos conhecidos dos internautas, os vírus e aplicativos maliciosos devem continuar assombrando celulares e computadores ao longo de 2019. Por isso, evite instalar aplicativos vindos de fontes desconhecidas, bem como que prometem entregar jogos e programas pagos gratuitamente. Outra recomendação importante é ter um programa antivírus instalado no seu equipamento, bem como utilizar soluções nativas como o Windows Defender e o Google Play Security.

6 – Ramsonware e mineração de criptomoedas ainda assustam

Após aterrorizar companhias e governos ao redor do mundo, os ataques de ramsonware devem ter uma atuação mais discreta em 2019. No entanto, isso não significa que este tipo de golpe esteja superado: a tendência é que os cibercriminosos foquem ainda mais seus esforços em alvos específicos. Portanto, vale a pena revisar toda a estrutura da sua empresa e a cultura preventiva dos seus funcionários.

Da mesma forma, a queda no valor das criptomoedas em 2018 deve retirar a atratividade dos ataques de mineração ao longo de 2019. No entanto, isso não significa que o usuário não deve ficar atento contra essa ameaça. Verifique sempre o consumo de recursos do seu computador e use software antivírus para limpeza da máquina, bem como navegadores que possuem ferramentas de bloqueio dessas ameaças em sites.

7 – Espionagem internacional

O mundo vive a iminência de uma guerra comercial entre as duas maiores potências mundiais, que pode se espalhar para outras regiões. Nesse cenário, é possível que casos de espionagens industrial cometidas por agentes públicos se tornem ainda mais comuns. Portanto, vale a pena revisar a estrutura de sua empresa e do seu banco de dados para evitar possíveis vazamentos ou roubos de informações estratégicas.

8 – Ataques a equipamentos de IoT

O lançamento das primeiras redes 5G ao redor do mundo deve dar fôlego aos equipamentos de internet-das-coisas (IoT, em inglês). Trata-se de pequenos computadores que serão usados para criar fábricas conectadas, cidades inteligentes, carros autônomos, entre muitas outras possibilidades. Em 2019, é possível que vejamos os primeiros casos de ataques direcionados a este tipo de aparelho com o início da operação do 5G

9 – Clonagem de chips

Um dos golpes que chamou a atenção em 2018 foi a clonagem de chips de operadoras e, consequentemente, de contas do WhatsApp. Conforme publicado pelo Olhar Digital, criminosos usaram esse tipo de ameaça para extorquir familiares de suas vítimas, normalmente pessoas públicas ou empresários de sucesso. A expectativa é que mais golpes como esse ocorram em 2019.

Por isso, fique bastante atento ao comportamento da sua linha telefônica: caso o aparelho fique repentinamente sem sinal, entre em contato com a operadora ou vá até alguma loja para checar se algo aconteceu. Além disso, reforce a segurança dos seus serviços de mensagens ativando a autenticação em duas etapas via aplicativo, evitando o recebimento de códigos SMS.

10 – Ataques a perfis com senhas fracas e sem autenticação em duas etapas

Todo ano é a mesma coisa: os internautas continuam usando senhas fracas para se conectar às redes sociais e serviços online. Isso tende a significar um risco enorme para a sua privacidade online, especialmente se você repetir a mesma palavra-passe em diversos serviços. Para contornar essas ameaças em 2019, comece a usar um gerenciador de senhas gratuito ou pago, como o LastPass e o 1Password.

Outra medida bastante importante, já tocada anteriormente, a ativação de autenticação em duas etapas. Isso tende a exigir uma camada adicional de segurança antes de fazer login em serviços online, protegendo seus perfis quando o bandido já tiver a sua senha. Atualmente, aplicativos como Facebook, Google, Microsoft, Instagram, Twitter, iCloud e outros já possuem suporte a este recurso gratuitamente. Portanto, não há desculpa para não usar.

Imagem vazada mostra celular da Nokia com cinco câmeras

Publicado em Tecnologia
Terça, 01 Janeiro 2019 21:33

A imagem foi vazada por Evan Blass, jornalista conhecido por obter material de divulgação de celulares que ainda não foram anunciados oficialmente

Já faz algum tempo que a Nokia vem preparando um celular com nada menos do que cinco câmeras traseiras, e uma imagem vazada dá uma boa ideia do que esperar do futuro Nokia 9 PureView.

A imagem foi vazada por Evan Blass, jornalista conhecido por obter material de divulgação de celulares que ainda não foram anunciados oficialmente.

A foto obtida pelo repórter mostra em destaque o sistema de cinco câmeras traseiras adotado pela Nokia para o novo dispositivo. Elas ficam posicionadas em um formato circular junto com o flash e um outro sensor usado para medir distância.

A tela tem 5,9 polegadas e proporção 18:9. Ela ocupa quase toda a parte frontal do dispositivo, mas não tem o notch adotado por outros modelos. A imagem de divulgação também revela que o Nokia 9 PureView vai ter um sensor de digitais integrado ao display.

Em relação ao software, a imagem confirma que o Nokia 9 PureView vai ser mais um celular do programa Android One, que visa acelerar a distribuição de atualizações do sistema do Google para celulares. O hardware é de respeito: o processador é um Snapdragon 845 com 6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno.

Ainda não há previsão para quando a HMD Global - que administra a marca Nokia - vai anunciar oficialmente o celular, mas é provável que ele seja mostrado durante a Mobile World Congress que ocorre em fevereiro em Barcelona, na Espanha.

MPSP manda retirar do ar vídeos de youtubers mirins

Publicado em Tecnologia
Quarta, 02 Janeiro 2019 16:46

De acordo com o órgão, tais peças fazem propaganda de forma velada de produtos ao público infantil, o que fere a lei

O Ministério Público do Estado de São Paulo solicitou ao Google, por meio de ação civil pública, que a empresa retire do ar vídeos protagonizados pelos chamados "youtubers mirins". De acordo com a entidade, tais peças fazem propaganda de forma velada de produtos ao público infantil, o que fere a lei, segundo a interpretação da Constituição Federal, do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), da Convenção das Nações Unidas sobre as Crianças (Decreto no 99.710/1990), do Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/1990) e da Resolução nº 163, de 13 de março de 2014, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente – Conanda.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, a ação começou a partir de um inquérito civil que envolvia a fabricante de brinquedos Matel do Brasil, a partir de uma ação divulgada pela youtuber mirim Júlia Silva. Em uma série de doze vídeos, eram lançados desafios relacionados aos personagens da Monster High, com os vencedores convidados a participar de um evento na sede da empresa.

Baseado nesta ação, o inquérito investigava o “uso de estratégias abusivas de comunicação mercadológica dirigida ao público infantil”. A assessoria psicossocial do MP analisou o tema e concluiu que “diversas empresas, aproveitando-se da hipervulnerabilidade tanto da criança youtuber, como da criança espectadora, passaram a enviar seus produtos a esses influenciadores digitais para que eles os desembrulhassem, apresentassem, como verdadeiros promotores de vendas”.

A partir desta análise, o promotor Eduardo Dias decidiu pedir à Justiça que o Google – controlador do YouTube – faça a retirada dos vídeos de sua plataforma de streaming. Além disso, o MP notificou empresas que aderiram à prática para tentar um acordo para que elas se abstenham de fazer propaganda disfarçada por meio de influenciadores mirins.

Contatado, o Google afirma que não comenta casos isolados.

Veja como a China virou a maior dor de cabeça para a Apple

Publicado em Tecnologia
Sexta, 04 Janeiro 2019 12:46

A expectativa é de que a receita fique US$ 9 bi abaixo do que foi projetado ao final do trimestre anterior

A Apple está presente no mercado chinês há um bom tempo, mas ainda não conseguiu o mesmo feito do que em outras regiões: crescer. Com as vendas do iPhone estagnadas no país, a China virou a maior dor de cabeça para a empresa.

Em carta aberta aos investidores, o CEO da Apple, Tim Cook já alertou: a expectativa é de que a receita fique US$ 9 bilhões abaixo do que foi projetado ao final do trimestre anterior. Um dos grandes motivos, disse Cook, foi o mercado chinês. Em outras palavras, a Apple não está conseguindo competir com as grandes concorrentes locais, como Huawei, Oppo, Vivo, Xiaomi, entre outras.

O mercado mundial de smartphones amadureceu e atingiu seu ápice há cerca de dois anos, por isso, começamos a notar uma pequena, mas persistente, diminuição no volume de vendas total de dispositivos móveis no mundo. De acordo com a empresa de pesquisa de mercado Canalys, os envios globais de smartphones caíram 7% no terceiro trimestre de 2018 em relação ao ano anterior. Com isso, tivemos o quarto trimestre consecutivo de quedas. Enquanto isso, a China, o maior mercado de smartphones do mundo, caiu ainda mais, cerca de 15%.

Contudo, mesmo neste cenário, Huawei, Oppo, Vivo e Xiaomi conseguiram aumentar sua participação no mercado, enquanto a Apple manteve-se no mesmo lugar. O que estaria acontecendo com a gigante de Cupertino?

A Apple não oferece preços competitivos

Por mais que a empresa tenha adaptado os seus smartphones ao mercado chinês, oferecendo os mesmos recursos que as concorrentes, o preço do iPhone é muito superior ao das demais fabricantes locais.

Para se ter uma ideia, o novo iPhone XR, lançado no ano passado com o preço mais baixo dos três novos modelos da Apple, pode ser comprado na China por 6,499 yuan (R$ 3.557,95). Já o Huawei Mate 20, o último lançamento da fabricante chinesa, com o hardware mais recente, pode ser comprado por 3.999 yuan (R$ 2.187,95).

Além desta discrepância no preço dos modelos, o Mate 20 possui uma das melhores câmeras do mercado e roda com um software adaptado para o mercado chinês. Logo, oferece mais e é mais barato.

E não se engane achando que a Apple vai manter os preços dos novos iPhones como estão. Em uma espécie de último esforço para impulsionar as vendas dos seus aparelho, nas últimas semanas, a companhia se viu obrigada a oferecer descontos no país para usuários que queriam trocar seus aparelhos usados.

A Apple oferece recursos importantes por último

Nos últimos anos, a Apple tentou adaptar os seus iPhones às necessidades do usuários chineses. Os modelos mais recentes da linha já oferecem a opção dual-SIM, bastante popular no país. Porém, todas as fabricantes locais fazem isso há algum tempo. Logo, além de chegar por último, a Apple necessariamente não introduz algo novo no mercado em seus smartphones.

Além disso, dada a importância do mercado chinês para a gigante de Cupertino, concessões também foram feitas no que toca ao serviço Apple ID, que na China pode ser usado com o número de telefone em vez da conta de email, visto que muitos chineses não possuem um endereço eletrônico.

Contudo, nada disso chega a ser uma função exclusiva da Apple em relação às demais concorrentes locais. E o cenário fica ainda pior quando envolvemos o WeChat.

A Apple não consegue competir com o WeChat

A China é um mercado único. Para os chineses, a marca Apple ou iPhone não possui o mesmo peso estético e social que existe em países como o Brasil, por exemplo. Logo, os consumidores se preocupam muito mais com as funcionalidades de um smartphone do que com a representatividade dele.

Em uma declaração ao Wall Street Journal, Mark Natkin, diretor executivo da empresa de consultoria Marbridge, afirmou que “as outras fabricantes estão um pouco mais próximas do que interessa aos consumidores chineses [do que a Apple]”.

Tanto é verdade que o iOS não possui tanta relevância no mercado chinês quanto em outras regiões, pois os chineses passam grande parte do tempo usando apenas um serviço, o WeChat, o qual é uma espécie de rede social, messenger e sistema de pagamento em um só lugar.

Como a China virou a maior dor de cabeça da Apple

Analisando a trajetória da Apple no mercado chinês, sem deixar de lado, claro, a questão do fortalecimento da moeda americana, que acabou deixando os iPhones mais caros no mundo todo, a China é uma pedra no sapato de Tim Cook. Mais do que isso, caso não haja uma ação mais contundente por parte da empresa, as chances de continuar perdendo espaço no país são grandes.

No último mês de dezembro, vimos as tensões entre os Estados Unidos e a China aumentarem. E, neste sentido, um dos fatosres que mais prejudicou a Apple foram, talvez, as constantes sanções do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à Huawei. Com a prisão da diretora financeira da empresa, Meng Wanzhou, no Canadá, muitas empresas chinesas passaram a incentivar que seus funcionários comprassem dispositivos da Huawei em detrimento aos da Apple. Contudo, de acordo com uma fonte do WSJ, isso não deve ter causado tanto impacto nas vendas da companhia no país.

Por fim, olhar para o mercado chinês e ver empresas como a Apple e a Samsung - que é a maior fabricante de smartphones do mundo - perdendo espaço de forma tão significativa para novos nomes, é um sinal de mudança de ciclo. Isso aconteceu com a Nokia e a BlackBerry nos anos 2000.

Digo mais, se não houver uma mudança no mercado de smartphones, talvez impulsionada pelo 5G e pela Internet das Coisas, as chances de vermos a Samsung e a Apple perdendo participação significativa de mercado a médio prazo são muito grandes. Tanto é que a Huawei, em menos de 10 anos, já desbancou a Apple e, em 2018, se tornou a segunda maior fabricantes de smartphones do mundo, ficando atrás apenas da Samsung.

E neste cenário, a Apple enxerga a sua frente a Huawei e, atrás, a Xiaomi e a Oppo. Não coincidentemente três fabricantes chinesas. Logo, se a "Maçã" não crescer na China, vai acabar sendo engolida por ela.

Huawei cria app que transforma expressões faciais em sons

Publicado em Tecnologia
Terça, 08 Janeiro 2019 15:36

O Facing Emotions é um dispositivo baseado em Inteligência Artificial

A Huawei criou um aplicativo que permite que pessoas com deficiências visuais transformem expressões faciais em diferentes sons, facilitando as relações interpessoais. Este é o Facing Emotions, um aplicativo baseado em Inteligência Artificial capaz de converter sete emoções em sete sons diferentes.

Graças a ele, as pessoas cegas poderão interpretar a raiva, o medo, o desgosto, a felicidade, a tristeza, a surpresa e o desprezo de seu interlocutor.

Como funciona o app Facing Emotions?

O aplicativo funciona, por enquanto, no Huawei Mate 20 Pro, um celular que é caracterizado pelo seu processador projetado para Inteligência Artificial. Para começar a usá-lo, basta acionar a câmera traseira para escanear o rosto da pessoa com quem estamos falamos e identificar características diferentes, como olhos, sobrancelhas, nariz ou boca, bem como as posições entre eles.

Feito isso, é hora da Inteligência Artificial aplicar o aprendizado automático para que pessoas com deficiências parciais ou totais de visão sejam capazes de identificar a expressão facial do seu interlocutor.

Para fazer isso, um algoritmo é responsável por interpretar as emoções (que já havia aprendido a identificar depois de ver uma variedade de imagens com rostos de diferentes expressões) e transformá-los em sons que a aplicação joga com o viva-voz em tempo real.

A Huawei desenvolveu o aplicativo em colaboração com a Polish Blind Association, que se dedica a pesquisar as necessidades das pessoas cegas. Os clipes de som são obra do compositor Tomasz Bilecki e, segundo a Huawei, são "curtos, concisos, simples e não invasivos para o usuário e seu ambiente".

Ao lado do aplicativo, a Huawei também desenvolveu um suporte impresso em 3D projetado para que as pessoas cegas que precisam de uma bengala possam usar o aplicativo com as mãos livres. Os arquivos podem ser baixados gratuitamente no Shapeways .

Não é a primeira vez que a Huawei desenvolve aplicativos para pessoas com algum tipo de deficiência. A empresa chinesa já criou o StorySign, que permite que crianças surdas leiam livros infantis em linguagem de sinais com seus pais.

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