Apps de relacionamento inusitados concorrentes do Tinder

Publicado em Tecnologia
Sexta, 13 Abril 2018 11:32

Opções servem como alternativa para quem está cansado de apps como Tinder

Aplicativos de relacionamento inusitados podem ser uma boa alternatica para quem está cansado de apps no estilo vitrine virtual, como Tinder, Happn, Badoo e Jaumo. A lista a seguir traz algumas opções que fogem um pouco deste conceito e permitem encontrar o par ideal mandando só áudios, comparando o DNA ou através do horóscopo. Conheça apps de relacionamento grátis com propostas inusitadas para quem deseja encontrar o match ideal. Eles estão disponíveis para iPhone (iOS) e/ou celulares com Android.

1. Waving

Waving permite que usuários façam descrição por voz (Foto: Divulgação/Waving)

Waving permite que usuários façam descrição por voz (Foto: Divulgação/Waving)

O Waving é um app é quem os usuários se apresentam apenas por trechos curtos de áudio, que ficam disponíveis em um perfil. Desta forma, acreditam os desenvolvedores, as pessoas ficam menos tentadas a cair em ciladas, como se sentir atraído por perfis fake com fotos chamativas. Além disso, já dá para ter uma noção de como será uma conversa futura. O aplicativo está disponível apenas para iPhone (iOS).

2. Astrolink

Astrolink tem serviço pago que permite ver compatibilidade astral com outros usuários (Foto: Reprodução/Gabriel Ribeiro)

Astrolink tem serviço pago que permite ver compatibilidade astral com outros usuários (Foto: Reprodução/Gabriel Ribeiro)

O Astrolink não é um aplicativo de paquera. Ele é um serviço online especializado em fazer mapa astral. No entanto, o Astrolink também funciona como uma rede social. E lá, é onde as coisas podem acontecer, pois o app reúne em um único lugar pessoas com interesses em horóscopo e outros assuntos ligados à astrologia. O site também permite ver a compatibilidade com possíveis relacionamentos. Veja se você combina com o crush de acordo com os astros.

3. Pheramor

Pheramor analisa DNA dos usuários para sugerir par ideal (Foto: Divulgação/Pheramor)

Pheramor analisa DNA dos usuários para sugerir par ideal (Foto: Divulgação/Pheramor)

Com o Pheramor, é a ciência que pode ajudar a encontrar o par perfeito. A empresa promete saber o match ideal com base em uma análise de DNA. Para isso, após se cadastrar no aplicativo, a empresa manda um kit de coleta para o usuário, que reenvia a Pheramor para concluir o teste de laboratório.

Os cientistas isolam os genes ligados aos feromônios, substâncias químicas voltada à atração. Com esses dados e em conjunto com as informações de perfil, um algoritmo faz a sugestão de pretendentes com mais chances de combinar. O recurso está disponível para Android e iPhone (iOS), mas funciona por enquanto apenas em Houston, no Texas, nos Estados Unidos.

4. Cuddli

Cuddli é aplicativo de paquera destinado ao público geek (Foto: Divulgação/Cuddli)

Cuddli é aplicativo de paquera destinado ao público geek (Foto: Divulgação/Cuddli)

O Cuddli é um "Tinder" para nerds, com algumas funções bem específicas. No perfil é possível incluir ícones com cinco coisas que mais identificam o usuário, como computadores, gatos e livros, por exemplo. A partir daí, você consegue ver nos outros perfis algo em comum.

Assim como o Tinder, a conversa só é liberada caso aconteça o match. Em seguida, os usuários podem optar por entrar em "modo casal". Dessa forma, os perfis ficam privados, não são exibidos outros pretendentes e as conversas com outras pessoas ficam "congeladas". O aplicativo está disponível para Android e iPhone (iOS).

5. Hater

Hater (Foto: Gabrielle Lancellotti/TechTudo)

Hater (Foto: Gabrielle Lancellotti/TechTudo)

A proposta do Hater é unir casais que odeiam as mesmas coisas. O aplicativo lista uma série de tópicos que vão desde celebridades e políticos até situações cotidianas. Os usuários precisam dizer se gostam ou não das questões apresentadas pelo Hater. A partir disso, um algoritmo sugere pretendentes de acordo com as respostas. Encontre alguém que não gosta de dias ensolarados, de pessoas que andem devagar na rua ou que detesta a Katy Perry. O app está disponível para Android e iPhone (iOS).

6. Wingman+

Wingman+ é o seu cupido digital (Foto: Melissa Cruz/TechTudo)

Wingman+ é o seu cupido digital (Foto: Melissa Cruz/TechTudo)

Não seja mais "dedo podre", deixe um amigo escolher com quem você deve sair. O Wingman+ permite aos usuário escolher amigos para gerenciar sua vida amorosa. O match só acontece quando os "cupidos" aprovam os perfis de forma simultânea. É possível criar um ranking entre os amigos que mais conseguem marcar encontros. O aplicativo, por enquanto, está disponível apenas na App Store (iOS) dos Estados Unidos.

 

Apple não deve mais produzir roteadores AirPort

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Sexta, 27 Abril 2018 16:10

A empresa continuará oferecendo suporte de software e firmware para quem já tem um

A Apple oficializou nesta semana um rumor que circulava há anos pela imprensa. A empresa desistiu do mercado de roteadores de Wi-Fi, e não vai mais produzir os modelos da linha AirPort (na foto).

Quem quiser um roteador da Apple, terá de comprar os que ainda estão em estoque. No Brasil, há modelos custando entre R$ 829 (o AirPort Express) e R$ 3.300 (o AirPort Time Capsule).

A empresa continuará oferecendo suporte de software e firmware para quem já tem um desses roteadores, lançando correções de bugs e atualizações para cobrir falhas, se necessário.

Ao Engadget, um porta-voz disse que a Apple pode voltar a fazer roteadores se encontrar uma forma de "contribuir significativamente" para a tecnologia de distribuição Wi-Fi.

O motivo oficial para a decisão não foi divulgado. O primeiro AirPort foi lançado em 1999, quase 20 anos atrás, e a última atualização de hardware do produto foi lançada em 2013.

Hubble revela captura de um gigantesco 'arco' cósmico

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Segunda, 28 Maio 2018 21:18

Acredita-se que qualquer ajuntamento de matéria de grande massa interage com a luz e faz com que seus raios curvem, como as lentes óticas

O observatório espacial Hubble descobriu na constelação de Leo uma galáxia incomum cuja gravidade "atraiu" a luz das estrelas distantes, formando uma espécie de arco (ver na foto).

Acredita-se que qualquer ajuntamento de matéria de grande massa interage com a luz e faz com que seus raios curvem, como as lentes óticas. Esse efeito se chama lente gravitacional, que às vezes ajuda os astrônomos a ver as galáxias mais distantes que não podem ser observadas a partir da Terra sem "ampliação" gravitacional.

Se dois objetos se localizam um atrás do outro para os observadores terrestres, surge um fenômeno incomum: a luz do corpo mais distante se divide enquanto atravessa a lente gravitacional do primeiro corpo. Por isso os astronautas na Terra verão cinco pontos brilhantes, em vez de dois, quatro dos quais serão "cópias" luminosas do corpo mais distante. Frequentemente, essas lentes de Einstein se sobrepõem, intensificando a luz dos objetos mais distantes.

Um bom exemplo disso é a galáxia SDSS J1156+1911 na constelação de Leo, que fica a cerca de 7,5 bilhões de anos-luz da Terra. Ela está dentro de um grande aglomerado de galáxias cuja massa, segundo os cientistas, supera vários trilhões de vezes a do Sol.

A SDSS J1156+1911, por sua vez, é considerada o corpo celeste mais massivo desse aglomerado. É uma galáxia 600 milhões de vezes mais massiva que o Sol e com um tamanho semelhante ao da Via Láctea. Graças à sua enorme massa, a SDSS J1156+1911 curva e intensifica a luz da galáxia que está atrás dela, que fica ainda mais longe da Terra.

O número desses arcos gigantes é bastante pequeno – até hoje os cientistas conseguiram descobrir sete objetos desse tipo. O seu estudo ajuda os cientistas a desvendar os mistérios da vida do universo primordial e buscar explicações para a existência de matéria escura e energia escura. A localização da galáxia antiga e a da SDSS J1156+1911 não correspondem plenamente, por isso, se observa uma espécie de arco verde.

Encontradas pegadas de dinossauros com 170 milhões de anos

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Sexta, 08 Junho 2018 15:44

Os fósseis datam do período Jurássico Médio e acredita-se que eles pertençam às famílias saurópodes e terópodes

Uma das pegadas de um dinossauro da família saurópode (Foto: Paige dePolo, da Universidade de Edimburgo/ Divulgação)

Gigantescas pegadas (nas fotos acima e ao lado) estavam escondidas no solo na gelada Ilha de Skye, localizada no arquipélago das Hébridas, na Escócia, há muito tempo. Para ser mais exato, as marcas estão ali por cerca 170 milhões de anos e só foram descobertas recentemente, graças a um grupo de paleontologistas da Universidade de Edimburgo (Escócia), do Staffin Museum (Reino Unido) e da Academia Chinesa de Ciências (China).

De acordo com os cientistas, os grandes rastros milenares são pegadas de dinossauros e foram marcadas durante o Jurássico Médio, período importante para a história, mas que carecia de fósseis até então.

Ao todo, foram achadas 50 pegadas – algumas do tamanho de pneus de carro – marcadas no solo da plataforma Brother’s Point, um pico acidentado localizado na ilha escocesa de Skye.

Segundo os paleontólogos, a maior parte dos rastros pertence à família saurópodes, tais como os braquiossauros, répteis herbívoros caracterizados por corpos e pescoços compridos e cabeça pequena. Há também poucas pegadas de terópodes, grupos de dinossauros bípedes e carnívoros, como os tiranossauros, por exemplo. Acredita-se que os animais estavam caminhando sob uma rasa lagoa que existia na região.

Os achados são importantíssimos para a arqueologia, visto que o número de fósseis que se tem de dinossauros entre 174 a 164 milhões de anos atrás são escassos – isso porque grande parte dos sedimentos daquele período não estão mais tão expostas na Terra.

“Essa época foi um período importante para a evolução dos dinossauros, porque foi provavelmente quando as primeiras aves tomaram os céus, quando os mais primitivos tiranossauros carnívoros e os estegossauros se diversificaram e quando os saurópodes de pescoço longo começaram a crescer em tamanhos colossais”, escreveram os pesquisadores em seu artigo.

Felizmente, a Ilha de Skye é um dos lugares em que esses rastros podem ser vistos. Inclusive, essa é a segunda vez que pegadas foram encontradas ali. A primeira ocasião foi em 2015, quando centenas de rastros foram localizados na Baía de Duntulm.

No entanto, estudar essas pegadas não foi uma tarefa simples: a Ilha de Skye fica em uma região isolada, é caracterizada por um clima rigoroso e por chicoteios do mar. Adicione-se também o fato de que o processo erosivo e as mudanças na paisagem dificultaram o processo de identificação e estudo dos rastros dos répteis.

A pesquisa foi conduzida com a ajuda de drones e câmeras, equipamentos que possibilitaram ao grupo de cientistas descobrir os autores das pegadas. As espécies exatas ainda não foram identificadas, mas há indícios de que algumas delas pertençam aos breviparoupus (saurópodes) e aos eubrontes (terópodas), duas espécies registradas pela arqueologia somente por icnofósseis, que são registros de atividade biológica de organismos.

Porém, quaisquer que sejam os dinossauros autores das marcações, os achados reforçam o que a paleontologia já havia descoberto em 2015, na Baía de Duntulm: os saurópodes gostavam muito de passar tempo em lagoas da Escócia durante o Jurássico Médio.

Apple vai lançar óculos de realidade aumentada em 2020

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Quarta, 15 Agosto 2018 16:12

Rumores de que a Apple prepara óculos de realidade aumentada crescem a cada dia

Um dos próximos produtos inéditos da Apple deve ser um óculos de realidade aumentada. Segundo Ming-Chi Kuo, analista da TF Internacional Securities, é possível que a fabricante do iPhone introduza o novo dispositivo em 2020.

Segundo o site 9to5Mac, Kuo fez algumas previsões dos próximos passos a serem seguidos pela Apple. O analista especula que um carro autônomo da Apple deve ser lançado entre 2023 e 2025. A Apple prepararia tanto hardware para equipar veículos quanto o software de controle dos carros autônomos, segundo Kuo.

Antes disso, no entanto, a empresa deve se aventurar no mundo da realidade aumentada com um visor próprio para isso. Rumores de que a Apple prepara óculos de realidade aumentada não são recentes, e Kuo estima que o dispositivo deve chegar às lojas em 2020 com uso do ARKit integrado ao iOS.

Positivo lança linha de PCs gamers com preço de carro zero

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Quarta, 03 Outubro 2018 16:50

Inaugurada nesta quarta-feira a linha é composta por notebooks, desktops e acessórios voltados para games

Quando você pensa em computadores para jogos, a empresa brasileira Positivo pode não ser a primeira marca que vem à sua cabeça, mas a companhia quer mudar isso com o anúncio da linha de computadores 2 A.M., voltada para quem busca desempenho para games.

Inaugurada nesta quarta-feira (03/10), a linha é composta por notebooks, desktops e acessórios voltados para games. O portfólio é realmente diversificado, variando entre PCs de R$ 3.000 até insanidades como um computador de R$ 50 mil para quem realmente tem mais dinheiro do que juízo.

Começando pelo básico: o PC mais barato da família tem uma configuração bem simples, que, na realidade, terá dificuldades de rodar bem a maior parte dos jogos mais recentes com qualidade, com um processador Intel Core i3-7100 e uma placa de vídeo GTX 1030 custando R$ 2.900. No entanto, há variações um pouco mais parrudas: por R$ 5.000, é possível adquirir um PC com um processador Intel Core i5-7400 com uma GPU GTX 1060 com 6 GB de memória de vídeo GDDR5.

Já na família de notebooks há três variações: Performance, Challenger e Extreme. A primeira conta com processador Intel de 8ª geração com uma GPU MX 150 e até 8 GB de RAM com tela de 15,6 polegadas e resolução Full HD, com preço a partir de R$ 3.700. Já a versão Challenger custa a partir de R$ 4.600 e traz uma placa de vídeo mais avançada, modelo GTX 1050 da Nvidia. Por fim, o notebook Extreme custa a partir de R$ 6.200 trazendo até 16 GB de RAM e uma placa GTX 1060.

Finalizando os lançamentos da Positivo está a maior loucura da empresa, que é a linha de computadores Insane, que tem configurações, aparência e preço completamente fora do padrão. São três modelos: o I3000, mais básico, conta com uma GPU RTX 2080 da Nvidia e 16 GB de RAM com processador Intel da 8ª geração junto de um design diferentão. Já o I5000 custa R$ 28.000 e tem um chassi motorizado que pode se abrir ou fechar dependendo da ocasião. Por fim, a maior doideira é reservada para o modelo I7000, que possui um gabinete em formato esférico por algum motivo que ainda não compreendemos. Ele vem equipado com uma RTX 2080Ti e, podemos falar com certeza absoluta, não há nada que seja sequer parecido com ele em termos de visual, como você pode conferir na imagem. Mas se prepare: o I7000 tem o preço sugerido de R$ 49 mil.

Patinetes elétricos: a nova aposta da Uber para transporte

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Quarta, 03 Outubro 2018 16:53

Até o dia 07 de outubro, o novo servço será testado gratuitamente em Santa Mônica, na Califórnia

O Uber anunciou nesta quarta-feira (03/10) o início do seu serviço de aluguel de patinetes elétricos – feito em parceria com a marca Jump. A plataforma funcionará, inicialmente, na cidade de Santa Mônica, na Califórnia e deve se expandir por outras regiões dos EUA nos próximos meses.

Como acontece com alguns de seus concorrentes – como o Lift e o Lyme – o usuário poderá desbloquear os patinetes a partir da digitalização de um QR code localizado no guidão. No entanto, você não pode estacioná-los em qualquer lugar, como acontece com as bicicletas da Yellow, por exemplo. Neste novo serviço, existem zonas de estacionamento previamente designadas pelo Uber, onde os clientes precisam deixar o transporte em questão.

Até o dia 07 de outubro, o uso dos patinetes estará em caráter de testes e será gratuito. Depois eles custarão US$ 1 para desbloquear e mais US$ 0,15 por minuto.

O Uber não anunciou quais serão as próximas cidades a receber o serviço de patinetes, mas é possível que sejam as mesmas localidades onde seus concorrentes já estejam atuando. E, claro, onde esse tipo de meio de transporte seja permitido por lei.

eBay acusa a Amazon de aliciar vendedores de sua parceria

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Quinta, 04 Outubro 2018 14:01

O eBay investiga o caso depois que um de seus vendedores alertou a empresa há 10 dias, indicando que alguém estava usando o sistema de mensagens do site para convencê-lo a mudar para a Amazon

O eBay está acusando a Amazon de aliciar vendedores parceiros para a sua plataforma de marketplace. E o pior: está fazendo isso usando o sistema de mensagens do próprio eBay. As informações são do Wall Street Journal.

Segundo a publicação, o eBay enviou uma carta de cessação (um termo jurídico para pedir o encerramento de uma prática desonesta) para a Amazon na última segunda-feira (01/10), com o objetivo de impedir as ações de recrutamento ilegal. A empresa apurou que cerca de 50 representantes comerciais da Amazon espallhados pelo mundo teriam enviado mais de 1.000 mensagens para os vendedores do EBay, com a proposta de mudarem de marketplace.

O eBay passou a investigar o caso depois que um de seus vendedores alertou a empresa há 10 dias, indicando que alguém estava usando o sistema de mensagens do site para convencê-lo a mudar para a Amazon.

Por que a prática é considerada ilegal

Na carta enviada à Amazon, o eBay afirma que a companhia violou o Ato de Fraude e Acesso a Dados de Computador, uma lei que abrange crimes cibernéticos e que envolvem contratos de uso de softwares.

"Podemos confirmar que descobrimos um esquema ilegal e problemático por parte da Amazon para solicitar que os vendedores do eBay se mudem para sua plataforma ", disse um porta-voz do eBay em um comunicado. “Nós exigimos que a Amazon encerre esta atividade ilegal e tome as medidas apropriadas necessárias para proteger o eBay”.

O sistema de mensagens do eBay permite que os vendedores se comuniquem com a empresa, entre si e com os clientes, sendo que para usá-lo, eles devem configurar uma conta. E o contrato de usuário do messenger proíbe especificamente seu uso para o comércio de informações de contato externas, envio de spam e promoção de vendas que não estejam dentro do seu ambiente.

Para evitar a detecção, o eBay afirma que as mensagens enviadas pelos representantes da Amazon eram genéricas e, frequentemente, continham hífens ou pontos entre as letras para descrever a empresa rival, com termos como “a-m-a-z-o-n” ou “A.M.Z.N”. A carta de cessação aponta também a presença de endereços de e-mail e números de telefone para evitar a detecção automatizada e destinada a impedir o compartilhamento de informações de contato.

Além disso, o eBay também informa que os representantes de vendas da Amazon sugeriam falar ao telefone ou levar a conversa para fora da sua plataforma . Em alguns casos, quando um vendedor se sentia desconfortável com a abordagem, os funcionários da concorrente asseguravam que já haviam feito esses tipos de contatos muitas vezes antes.

Duelo de gigantes na disputa no marketplace

eBay e Amazon vêm travando há anos uma forte disputa no mercado de marketplace. A primeira trabalha com um “marketplace puro”, ou seja, ela não conta com estoque próprio, apenas com vendedores independentes. Já a companhia criada por Jeff Bezos opera de forma dividida: conta com suas próprias mercadorias e também com a de vendedores terceiros.

Nos últimos anos, a Amazon tem expandido fortemente o seu sistema de marketplace, até porque esse tipo de transação é mais lucrativa: para cada venda realizada, ela fica com 15% de comissão, além de cobrar taxas de publicidade e armazenamento dos vendedores independentes.

Por sua vez, o eBay trabalhou nos últimos anos para se modernizar e criar uma reputação como uma legítima “venda de garagem online”. Recentemente, a companhia ampliou suas vendas e sua base de clientes, em parte devido à agressivas campanhas de marketing, onde promovia, por exemplo, o envio rápido e gratuito dos produtos comercializados em sua plataforma. Muitos desses vendedores trabalham com ambos os sites, mas outros optaram por concentrar seus negócios em um ou em outro.

O Wall Street Journal entrou em contato com um um porta-voz da Amazon, que afirmou que a empresa está investigando as acusações.

Projeto de TCC resulta em app de caronas para universitários

Publicado em Tecnologia
Sexta, 19 Outubro 2018 17:29

O Wepool é totalmente gratuito e, por enquanto, funciona apenas para os alunos da Fecaf

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Aplicativos de carona estão se tornando cada vez mais populares e o que começou como um trabalho de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) virou o mais novo deles: o Wepool. O diferencial do app é que ele é feito para especificamente para universitários. A ideia veio de Beatriz Oliveira (na foto ao lado), aluna do curso de administração da Univesidade Mackenzie, em São Paulo.

Quando desenvolvia seu TCC, Beatriz pensou em um sistema de caronas que poderia diminuir o trânsito e também colaborar com o meio ambiente, uma vez que menos carros, menos poluição. E então verificou que começar com os alunos da faculdade seria algo muito viável, já que todos precisam se deslocar para a universidade e depois para a casa.

Ela buscou a ajuda de Allan Rangel, um conhecido da família, consultor de TI e professor de inovação tecnológica e empreendedorismo na Univesidade Fecaf, localizada em Taboão da Serra. A partir dai, o projeto de TCC acabou se tornando uma startup.

O Wepool é totalmente gratuito e, por enquanto, funciona apenas para os alunos da Fecaf. O motivo disso é a segurança. Rangel explicou que, "para validar o usuário no app, é preciso que o e-mail seja o mesmo utilizado na instituição, assim como o CPF". E como é professor de lá, "a burocracia para acessar banco de dados da faculdade é menor e mais fácil do que se começássemos por outra instituição", completa o especialista. O objetivo é expandir o uso para outras faculdades conforme o Wepool for se popularizando.

O usuário pode optar por receber ou dar a carona. Quem busca, por exemplo, vai ver a foto, o nome do aluno e o itinerário. Por enquanto, o projeto restringe-se apenas ao compartilhamento das caronas. Mas Allan e Beatriz pretendem expandir a aplicação para outras necessidades dos universtários.

Um exemplo que Rangel cita é implementar um recurso de hospedagem para os jovens que cursam faculdades fora de sua cidade. "Geralmente ele precisa alugar um quarto, pois ainda não conhece ninguém. Um recurso do app poderia ajudá-lo a checar mais alunos que estão buscando moradia na região e assim dividir um local, economizando dinheiro e fazendo amizades mais rapidamente", explica Rangel.

Por enquanto o app funciona apenas para Android e estará disponível ainda até a próxima semana na Play Store.

Mais informações da startup podem ser encontrada no site http://wepool.com.br/

 

Saiba como criminosos 'sequestram' contas de WhatsApp

Publicado em Tecnologia
Segunda, 22 Outubro 2018 22:09

O golpe é chamado de SIM Swap e consiste em transferir a linha telefônica para um chip SIM diferente do que está no seu telefone celular

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Talvez você conheça alguém que já teve o WhatsApp invadido: do nada, a pessoa parou de receber mensagens no aplicativo e, quando se deu conta do que estava acontecendo, percebeu que o número de telefone estava sob o controle de criminosos. Mas como é possível fazer isso?

Recentemente, com a instabilidade e divisão política da sociedade brasileira nas vésperas de uma tumultuada eleição presidencial, alguns jornalistas se tornaram alvo desse ataque. Revoltados com reportagens publicadas em veículos de mídia, defensores de candidatos aplicaram o golpe e, assim, conseguiram acesso aos contatos e conversas feitos por esses profissionais no WhatsApp.

O golpe é chamado de SIM Swap e consiste em transferir a linha telefônica para um chip SIM diferente do que está no seu telefone celular. Ele pode ser feito de algumas maneiras que envolvem, quase sempre, engenharia social: os criminosos fingem que são a vítima e, com informações pessoais dela, fazem com que a própria operadora ative o número de telefone em outro lugar.

Conversamos com Fábio Assolini, especialista de segurança da companhia de segurança Kaspersky, para entender como o golpe funciona, além de algumas medidas que podem ser tomadas para ao menos tentar evitar ser vítima do ataque. Não é nada legal perceber que seu WhatsApp foi invadido por outra pessoa, mas felizmente há o que fazer para se prevenir contra isso.

"Sequestrando" o número de telefone

Para um golpe como o SIM Swap funcionar, a primeira coisa que precisa acontecer é o criminoso conseguir o número de telefone da vítima. Ele consegue aplicar o golpe tanto com o simples dado do número em si, como também coletando mais algumas informações. A forma usada depende de contatos do atacante - se ele conhece alguém com acesso aos sistemas das operadoras de telefonia, tudo fica mais fácil. Caso contrário, ele vai precisar de mais informações sobre a pessoa.

No primeiro caso, o ataque é bem fácil para o criminoso: com ajuda de um funcionário da operadora ou alguém que tenha acesso ao sistema das operadoras, ele consegue transferir o número da vítima para um outro chip. Assim, ele passa a controlar a linha telefônica da vítima sem que ela perceba.

A segunda forma é um pouco mais trabalhosa, mas, facilmente executável por pessoas má intencionadas. "O próprio criminoso se apresenta a uma loja da operadora portando documentos falsos como se fosse a vítima. Ele diz que foi roubado, ou que perdeu o celular, e tenta ativar o número em outro chip," explicou Assolini.

Esse segundo método também pode ser usado de outra forma, mas que não resulta no "sequestro" do número - só na desativação dele. "O criminoso liga para a central telefônica, se passa pela vítima e apresenta dados pessoais. Ele diz que o número foi roubado e pede que seja cancelado." Caso ele queira acessar de fato o número, vai precisar se dirigir a uma loja da operadora para pedir que ele seja ativado em outro chip.

Depois que o golpe do SIM Swap é feito e o criminoso controla o número de telefone, fica fácil para ele acessar o WhatsApp da vítima: é só instalar o aplicativo em outro celular com o chip clonado inserido para carregar conversas e contatos. A partir daí, ele pode tentar ganhos financeiros: ao se passar pela vítima, pode pedir dinheiro emprestado para alguém com a promessa de pagar depois.

Outra coisa que pode ser feita é o acesso aos seus perfis de redes sociais. Caso a pessoa use autenticação em duas etapas, via código enviado por SMS, é só pedir que essas informações sejam mandadas para o número do celular da vítima - que está sob o controle do criminoso.

E para recuperar?

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Em primeiro lugar, é preciso identificar que, de fato, o número foi "sequestrado". "Existem alguns sinais que indicam que o celular foi comprometido e ativado em outro chip", explica o especialista da Kaspersky. "O primeiro sinal é parar de receber notificações, mensagens SMS e chamadas telefônicas. O WhatsApp mesmo para de funcionar e a pessoa não recebe mais mensagens nem em grupos", conta Assolini.

A partir daí, é preciso entrar em contato com a operadora. "Pode ser por telefone ou pessoalmente, mas o indicado é que seja pessoalmente. Na loja, ela consegue ativar o número em um novo chip na hora e já resolve o problema", conta.

Assolini também cita uma medida que não chega a impedir que o golpe aconteça, mas ao menos dificulta bastante a ação dos criminosos. "Ative a autenticação em dois passos no WhatsApp. É um código PIN de seis dígitos que é solicitado de tempos em tempos para o usuário não esquecer. Assim, se o criminoso fizer o SIM Swap e não souber essa senha, ele não vai conseguir habilitar o WhatsApp nesse número," explica.

O pesquisador alerta que, apesar da autenticação em dois fatores ser uma camada extra de segurança, é bom evitar que o método adicional usado seja um código enviado via SMS - caso o número tenha sido roubado, quem vai receber esse código é o golpista, e não a vítima. Por isso, ele recomenda o uso de aplicativos que geram tokens de autenticação.

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