O que você acha de ser enterrado e dar vida a uma árvore?

Publicado em Tecnologia
Quarta, 04 Março 2015 14:09

 

A ideia do “ciclo da vida” agrada muitas pessoas independentemente da fé. Em poucas palavras, é vida se transformando em vida — a morte fica em segundo plano.
O projeto italiano The Capsula Mundi é uma representação perfeita desse conceito.

Desenvolvido pelos designers Anna Citelli e Raoul Bretzel, o projeto consiste em uma cápsula orgânica e biodegradável que é capaz de transformar um corpo em decomposição em nutrientes para uma árvore.

Primeiro, o corpo do falecido é colocado dentro da cápsula e então enterrado. Depois é plantado uma árvore ou uma semente por cima para aproveitar a matéria orgânica.
O projeto veio da ideia de criar uma alternativa ecologicamente sustentável para caixões.

 

Cada cliente pode escolher sua árvore favorita

awebic-caixao-organico-2

É a transformação do cemitério…

awebic-caixao-organico-3

… em uma floresta de memórias!

awebic-caixao-organico-5

 

O projeto é ousado e mexe em tradições seculares, por isso ainda não foi colocado em prática. A Itália tem leis restritas sobre enterros.

 

Fonte: capsulamundi.it

João Pessoa será a capital mundial da internet em novembro

Publicado em Tecnologia
Terça, 17 Março 2015 17:22

 

A cidade de João Pessoa será a capital mundial da internet no período de 10 a 13 de novembro com a realização da 10ª edição do Internet Governance Fórum (IGF) da Organização das Nações Unidas – ONU. Nesta terça-feira (17), o governador Ricardo Coutinho, representantes da ONU, do Itamaraty e do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI) assinaram um protocolo de intenções, no Palácio da Redenção, garantindo a realização do evento pela segunda vez no Brasil e primeira vez no Nordeste.

O acordo para a realização do Fórum Mundial da Internet no Centro de Convenções de João Pessoa foi firmado na presença de secretários de Estado pelo governador Ricardo Coutinho, pelo representante da ONU, Vyacheslav Cherkasov; pelo embaixador da Letônia e coordenador do evento, Janis Karklins; pelo secretário do IGF, Chengetai Masango; pelo secretário executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil, Hartmut Glaser; e pelo chefe da Divisão de Sociedade da Informação do Itamaraty, Jandyr Santos. A presidente Dilma Rousseff, o secretário Geral da ONU, chefes de Estado de 130 países e pesquisadores de todo mundo devem participar do fórum.

O governador Ricardo Coutinho disse que o Governo do Estado garante a realização do evento mais importante já realizado na Paraíba e os organismos públicos e a sociedade precisam compreender a semente que está sendo plantada e o que pode gerar. "Esse é o grande evento da ONU sobre internet e que pela 2ª vez é realizado no Brasil com a vinda de chefes de estado de 130 países e cerca de 3 mil pessoas que vão discutir o tema sustentabilidade na internet. Isso dialoga com tudo que está acontecendo no Estado como o programa de fibra ótica, as cidades digitais, a robótica nas escolas e grandes eventos como Canadá 3.0 e a Robocup", destacou.

De acordo com o governador, são questões que dialogam com a grande riqueza no mundo de hoje, que é o conhecimento e que encontra na universalização da internet uma grande ferramenta para o desenvolvimento. Ricardo ressaltou ainda a importância de eventos como a Copa do Mundo de Robótica e do próprio Centro de Convenções para a captação deste evento da ONU que, além da discussão das questões tecnológicas, vai beneficiar o trade turístico que precisa estar preparado para receber turistas e aprimorar uma segunda e terceira línguas estrangeiras. "Todas as cidades do mundo gostariam de sediar esse fórum mundial sobre a nova internet e garantimos isso pelo trabalho da CGI e do Itamaraty. Estamos iniciando uma caminhada e tenho certeza que a Paraíba estará à altura deste grande evento com um olhar no futuro", observou.

O secretário executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil e chefe da missão, Hartmut Glaser, disse que o Fórum terá uma estrutura multisetorial e que João Pessoa foi escolhida por ter um excelente Centro de Convenções e pela experiência exitosa da Robocup, que foi acompanhada presencialmente pelos representantes da ONU. "As decisões do fórum que acontecerão em João Pessoa são decisões mundiais e que determinarão os próximos passos da internet. Por outro lado, algumas estruturas vão ficar para sempre, como fibra ótica, mecanismos de segurança e incentivo ao aprendizado de outras línguas estrangeiras”, enfatizou.

Sustentabilidade na Internet - Glaser adiantou que o tema que norteará o fórum será Evolução da Internet enriquecendo um desenvolvimento sustentável e que esse conhecimento e novas políticas tiradas a partir de João Pessoa serão disseminadas em todo o mundo. "João Pessoa será por uma semana a Capital mundial da internet e as sementes plantadas aqui vão gerar frutos para o mundo todo”, observou.

O secretário da Infraestrutura, dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia, João Azevêdo Lins Filho, destacou que no mundo hoje está se discutindo qual é a melhor maneira de se fazer a gestão da internet. “Esse é um dos mais importantes eventos já realizados ao longo desses anos na Paraíba, primeiro porque é o encerramento de um ciclo e, segundo porque daqui de João Pessoa sairá uma carta que será um indicativo para padronização desse tipo de governança”, explicou o secretário.

O presidente da Fundação de Pesquisa da Paraíba, Fapesq-PB, Claudio Furtado, destacou que o evento será um grande teste para a internet em João Pessoa a partir da fibra ótica já instalada em João Pessoa atendendo as 3 mil pessoas do evento e mais outras pessoas interligadas no mundo. "Algumas soluções tecnológicas de controle e identificação dos participantes e do que fica sobre a governança dos 3 mil km em fibra ótica que estão sendo instalados no Estado. O que a gente vai aprender no macro poderemos aplicar no micro, na perspectiva de atender ao desafio do desenvolvimento sustentável na internet", pontuou.

Remédio que impede HIV encoraja sexo inseguro

Publicado em Tecnologia
Sexta, 10 Abril 2015 23:45

 

Nova York -- Mais de dez anos após ser aceito como tratamento para o HIV e passados já 30 meses desde que conseguiu ser oficialmente considerado como uma profilaxia para o vírus (PrEP), o remédio Truvada vai ganhando popularidade e cobertura, influenciado a vida sexual dos americanos.

Este medicamento produzido pelo laboratório Gilead, que tem sua versão genérica do laboratório indiano Cipla, passou por vários estados: tratamento regular para infectados, pílula "do dia anterior" ou do "dia seguinte" de ter relações de risco e, já há dois anos e meio, tratamento regular diário para pacientes em risco.

Neste último formato, o PrEP só funciona por enquanto nos Estados Unidos, Brasil e África do Sul, embora esteja em processo para ser aprovado na França.

E enquanto os laboratórios, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês) são claros e o catalogam como uma precaução adicional ao uso de outras medidas, especialmente o preservativo, a aplicação prática não é exatamente assim.

"Eu escolhi não usar preservativos. Estou tomando PrEP desde o dia 19 julho de 2011. No primeiro ano o combinava com preservativos, porque ainda era muito novo. Minha cabeça não podia sentir-se segura sem preservativo. Mas, uma vez que minha experiência demonstrou que realmente funciona e que o tomo todos os dias, já não uso preservativo", disse à Agência Efe Damon Jacobs, terapeuta sobre transmissão do HIV e medicado com Truvada.

Jacobs está em tour pelos Estados Unidos com uma palestra na qual conta sobre sua experiência com o remédio, que foi adquirido em farmácias com prescrição médica para uso profilático por 3.253 pessoas entre janeiro de 2012 e março de 2014.

O Truvada, uma combinação dos antirretrovirais tenofovir e emtricitabine, já é um tratamento aceito em modo coparticipativo pela grande maioria dos seguros médicos privados, no Obamacare, para o qual a própria farmacêutica oferece um plano de financiamento. Nova York e Washington são os estados que encabeçaram esta medida.

O medicamento pode interferir na função renal e provocar dores de cabeça e náuseas nos primeiros meses de uso. Para Jacobs, tudo muito pouco perto dos benefícios.

"Os únicos efeitos colaterais que tive são paz mental e um sexo incrível, porque sexo sem medo é algo extraordinário e não sabia o que era até agora pouco", comentou.

O terapeuta faz parte de um dos grupos apontados pela OMS como os de maior risco: a população homossexual, à qual "recomendou encarecidamente" que adote a medicação como medida para acabar com a epidemia da aids, já que tem 99% de efetividade, assim como outros grupos de risco, como heterossexuais com vários parceiros sexuais e usuários de drogas injetáveis.

"Nos últimos dez anos, a população negra, gay e bissexual, entre 13 e 24 anos é a que mais registrou aumentos do percentual de contaminação pelo HIV", explicou Jacobs.

Talvez por isso, e porque no caso dos homossexuais não existe risco de concepção, nos sites e aplicativos de contatos para gays, a palavra PrEP começa a entrar na categoria de sexo com ou sem preservativo.

A fabricante explicou que 40% dos usuários do Truvada são mulheres (especialmente do sul dos Estados Unidos), mas embora o consumo entre homossexuais esteja aumentando, entre as mulheres está caindo.

Como é possível imaginar, seu uso não está livre de polêmica. Michael Weinstein, o presidente da Fundação do Cuidado da Aids, é seu principal crítico, por considerá-lo contraproducente, por causa do risco de uso irregular da pílula ou da possibilidade que o vírus se tornar mais forte e imune ao fármaco. Para ele se trata de "um desastre sanitário em processo".

Jacobs insistiu que ele é uma "camada extra" de proteção para quem não pratica sexo seguro. "As pessoas têm feito sexo sem preservativo de maneira persistente nos últimos anos. Por isso há 50 mil novas infecções por ano", contestou Jacobs.

"A parte racional do cérebro é neutralizada quando estamos excitados e esse é o momento em que precisamos lembrar de usar preservativo. É mais provável tomar um comprimido no dia seguinte", argumentou Jacobs.

Em todo caso, ainda existe entre a população o medo lógico de uma medida incapaz de ser fiscalizada como o látex e a própria farmacêutica decidiu não divulgar este uso do Truvada para pacientes que não são HIV positivo.

"A companhia não empreendeu atividades de promoção do Truvada como tratamento profilático", informou à empresa em comunicado enviado à Agência Efe, mas realizou uma campanha informativa "sobre o uso apropriado" do medicamento.

Também há vozes que apontam que a utilização do PrEP como alternativa ao preservativo poderia aumentar o contágio de outras doenças como gonorreia ou clamídia, embora seu uso também obrigue os usuários a realizarem controles trimestrais para monitorar as condições renais e a sorologia.

"Já não há argumentos científicos ou econômicos para rebatê-lo e só restou o argumento de que as pessoas vaão fazer mais sexo com o remédio, o que parece continuar a incomodar alguns setores da sociedade. Aconteceu o mesmo quando a pílula anticoncepcional foi inventada ou quando descobriram a cura para a sífilis", concluiu Jacobs.

Rússia vai propor estação espacial conjunta dos BRICS

Publicado em Tecnologia
Quarta, 22 Abril 2015 17:12

A Rússia está pronta para propor aos Estados membros do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) a criação de uma estação orbital comum, segundo informou o chefe do Conselho Técnico-Científico da Agência Espacial Federal Russa (Roscosmos), Yuri Koptev, em entrevista coletiva nesta quarta-feira (22).

Segundo ele, o desenvolvimento de uma estação orbital conjunta pode ser iniciado se o programa da Estação Espacial Internacional (EEI) for suspenso devido a divergências políticas entre os atuais parceiros do laboratório orbital.

031522

"Se tivermos uma situação de força maior devido a alguma diligência política, temos uma possibilidade, depois de 2019, de preservar a espinha dorsal da estação, [possibilidade] que poderemos desenvolver em conjunto com os BRICS ou com alguns outros países", explicou Koptev.

A expansão da cooperação espacial entre Brasil e Rússia, especificamente, foi tema de uma entrevista exclusiva da Sputnik com o diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da Agência Espacial Brasileira, Petrônio Noronha de Souza. Ele destacou a parceria que vem ocorrendo com os russos no desenvolvimento das estações do Glonass (Sistema de Navegação Global por Satélite) no Brasil — que, aliás, acaba de ganhar sua segunda antena, a ser instalada no campus da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio de Grande do Sul – e comentou sobre um possível interesse do Governo brasileiro em um projeto russo, chamado Lançamentos Marítimos, para a construção de uma espécie de cosmódromo marítimo – um ponto de lançamento flutuante em uma plataforma em alto-mar, aproveitando a extensa costa brasileira, com latitudes bem próximas à linha do Equador, o que proporcionaria maior carga útil dos satélites.

Cientistas criam humano transgênico e provocam polêmica

Publicado em Tecnologia
Sexta, 24 Abril 2015 14:52

 

Pela primeira vez na história da ciência, pesquisadores conseguiram modificar a estrutura genética de um embrião humano.

Cientistas da Universidade de Sun Yat-sen, na cidade chinesa de Guangzhou, descobriram uma maneira de alterar o genoma de células embrionárias humanas, a partir de uma técnica chamada de CRISPR/Cas9.

O CRISPR/Cas9 tem o poder de destruir o gene HBB relacionado à talassemia beta, uma disfunção que causa doenças sanguíneas fatais, como anemia severa.

A ideia dos cientistas é simples: uma enzima complexa (também chamada de “tesoura genética”) corta e substitui genes defeituosos por pedaços de DNA em bom estado. Assim, o embrião não teria o gene da talassemia beta e não desenvolveria as enfermidades.

Os cientistas afirmam que a técnica ainda não pode ser usada pelos médicos, pois está em fase de aperfeiçoamento.

Debate ético

A publicação dos resultados da experiência na revista Protein & Cell, do dia 18 de abril, iniciou um debate ético entre cientistas de todas as partes do mundo, que decidiram publicar um artigo sobre o tema na revista Nature, no dia 22 de abril.

Os defensores da modificação genética argumentam que o método poderia levar à eliminação de doenças como a Síndrome de Down e o mal de Parkinson, antes mesmo de uma pessoa nascer.

Já os críticos comentam que destruir uma doença antes de a vida se desenvolver pode trazer consequências genéticas inesperadas, que podem ser ainda piores que as atuais.

Há também os cientistas que acreditam que a técnica ultrapassa todas as barreiras éticas sobre o assunto. “Somos seres humanos, não ratos transgênicos”, escreveu Edward Lanphier, presidente da Aliança pela Medicina Regenerativa, em um artigo para a revista Nature.

Os cientistas chineses atenuaram os conflitos ao assegurarem que os embriões utilizados no experimento não estariam prontos para a implantação. Eles foram produzidos em clínicas de fertilização e não poderiam resultar em uma gestação.

Dos 86 embriões usados no estudo, 71 sobreviveram, mas apenas 28 tiveram seus genes alterados com sucesso.

“Se você quer usar essa técnica em embriões normais, precisa chegar perto de 100% de sucesso. Por isso, nós paramos”, relata o pesquisador-chefe da Universidade de Sun Yat-sen, Junjie Huang.

NASA libera mapa de impactos de asteróides com a Terra

Publicado em Tecnologia
Domingo, 26 Abril 2015 13:57

 

E eles colidem com nossa atmosfera em uma escala muito maior do que imaginávamos...

Um mapa divulgado pelo Programa de Monitoramento de Objetos Próximos da Terra (Near Earth Object - NEO) da NASA, revela que pequenos asteróides entram frequentemente e se desintegram na atmosfera da Terra, com distribuição aleatória ao redor do globo.

Lançado para a comunidade científica, o mapa mostra informações de dados recolhidos por sensores dos EUA de 1994 a 2013. Os dados indicam que 556 pequenos asteróides impactaram na atmosfera da Terra, resultando em um bólido (bola de fogo)durante esse período de 20 anos. Quase todos os asteróides deste tamanho se desintegram na atmosfera e são geralmente inofensivos. A única exceção foi o evento de Chelyabinsk, que foi o maior asteróide a atingir a Terra nesse período.

Esse novo mapa pode ajudar os cientistas a refinar as estimativas de impactos de asteróides com a Terra, e também, determinar os tamanhos dos NEOs (Objetos Próximos da Terra), incluindo os maiores que podem representar um perigo para o nosso planeta.

bolidos mapa

Encontrar e caracterizar asteróides perigosos para proteger nosso planeta é uma alta prioridade para a NASA. Por isso, a Agência Espacial Norte-Americana tem aumentado 10 vezes seus investimentos em detecção de asteróides ao longo dos últimos cinco anos. Além disso, a NASA desenvolveu estratégias agressivas com seus parceiros, a fim de detectar, rastrear e catalogar os NEOs. Essas atividades também ajudarão a construir um desenvolvimento de defesa planetária, identificando NEOs que possam constituir uma ameaça de impacto com a Terra.

O mais interessante é que esse grande esforço global para a defesa do nosso planeta contra possíveis impactos não se restringe apenas aos cientistas e astrônomos profissionais, afinal, diversos astrônomos amadores têm contribuído na detecção de asteróides próximos da Terra, seja através de programas como o Asteroid Grand Challenge da NASA, ou até.no quintal de casa usando um bom telescópio.

A NASA também está em busca de um asteróide próximo da Terra para sua grande missão Asteroid Redirect Mission (ARM), que deverá identificar, redirecionar sua órbita e enviar astronautas para explorar sua superfície e coletar amostras. A missão tem o intuito principal de demonstrar técnicas de defesa planetária e deflexão de asteróides que poderiam um dia, vir a colidir com a Terra.

Nave russa perde controle e cai em direção à Terra

Publicado em Tecnologia
Quarta, 29 Abril 2015 14:35

 

Os operadores de voo russos perderam o controle da Progress, uma nave espacial sem tripulação que ia abastecer a Estação Espacial Internacional (ISS) e que agora cairá na Terra, indicou nesta quarta-feira uma autoridade russa.

"Começou a cair", disse o funcionário, que não quis se identificar.

De acordo com a fonte, os controladores de voo russos tentarão agora restabelecer duas vezes a conexão com a nave de carga, mas com poucas possibilidades de sucesso.

"É impossível saber quando cairá exatamente na Terra, depende de muitos fatores. Mas a queda acontecerá em condições incontroláveis", explicou.

A Progress M-27M transporta material científico e produtos de primeira necessidade, como água e comida, mas sua perda não representará um problema para os seis astronautas que estão na ISS e que dispõem de vários meses de reserva.

Na terça-feira, pouco depois do lançamento da nave dentro de um foguete Soyuz a partir do cosmódromo de Baikonur (Cazaquistão), os operadores russos registraram problemas de transmissão e decidiram mudar o plano de voo.

Mas as autoridades anunciaram que a Progress cumpriria o plano e seria acoplada à ISS em 30 de abril, seis horas depois do inicialmente previsto.

A Nasa confirmou que a nave de carga "não transporta nenhum material essencial para o funcionamento da parte americana da ISS".

"Os segmentos russo e americano da Estação continuam funcionando e têm reservas suficientes para muito depois de junho, quando chegará a próxima carga", anunciou a agência espacial americana, em referência à cápsula Dragon.

A nave, fabricada pela empresa americana SpaceX, tem lançamento previsto a partir de 19 de junho. Transportará 2,2 toneladas de material científico e mantimentos.

Além do material, a Progress também transporta uma réplica da bandeira soviética que o Exército Vermelho hasteou em Berlim em 1945. Ela seria utilizada pelos astronautas russos da ISS para celebrar o 9 de maio, data que marca a vitória aliada contra os nazistas na II Guerra Mundial.

A cada ano, três ou quatro naves Progress viajam até a ISS para transportar material. Depois da missão caem e se desintegram na atmosfera, acima do Oceano Pacífico.

Em 2011, um foguete Soyuz que transportava uma nave similar caiu pouco depois da decolagem na região de Altai, na Ásia Central.

App que 'adivinha' a sua idade vira febre na Internet

Publicado em Tecnologia
Segunda, 04 Maio 2015 19:27

 

A tecnologia de reconhecimento facial ganhou várias inovações nos últimos anos e a Microsoft não ficou para trás. A empresa lançou recentemente o site How Old Do I Look? que é capaz de analisar fotos e descobrir instantaneamente a idade e até mesmo o sexo das pessoas que aparecem nela; vale testar.

Como funciona

Na página inicial, a ferramenta conta com um acervo de fotos que mostra o seu funcionamento, passo a passo. Além disso, o usuário pode utilizar o campo de pesquisa do Bing para encontrar uma imagem, ou carregar um arquivo de seu próprio computador para testar. O resultado será exibido logo em seguida, sem ser necessário clicar em nenhum botão adicional.

A ideia do site surgiu para mostrar como funciona a nova API da Microsoft. No início, a equipe de desenvolvimento enviou o link para um grupo limitado de pessoas - com a expectativa de que pelo menos 50 experimentassem e enviassem feedback. Entretanto, a página viralizou e já foi utilizada mais de 35 mil vezes.

Além de identificar o sexo e a idade, a API consegue reconhecer se a pessoa na foto é a mesma encontrada em outras imagens e é capaz de agrupar rostos semelhantes em grupos ou usar várias fotos da mesma pessoa para identificá-la.

Se você temia o sistema de tag automático do Facebook, este pode ser um avanço e tanto! Confira se ele descobre a sua idade ou a de seus amigos.

Bateria doméstica da Tesla pode revolucionar energia solar

Publicado em Tecnologia
Sexta, 08 Maio 2015 23:37

Elon Musk está focado em tentar mudar o mundo. Desta vez, o CEO e fundador da Tesla anunciou que a empresa irá produzir bateriais.

São modelos residenciais e industriais que servirão para armazenar energia solar. É o esforço da empresa para uma transição para energia solar nos Estados Unidos.

Arquiteto apresenta a Warka Water, uma torre de bambu que “faz” água

Publicado em Tecnologia
Domingo, 12 Julho 2015 05:35

 

Uma das grandes atrações do FISL (Fórum Internacional de Software Livre) desse ano, o arquiteto italiano Arturo Vittori apresentou nesta quarta seu projeto Warka Water: uma espécie de torre feita de bambu para captar umidade do ar e armazená-la como água potável, produzindo até 100 litros de por dia.

O projeto da Warka Water nasceu na Itália, em 2012. Em sua apresentação no FISL, Vittori mostrou imagens do protótipo que está em fase de testes no vilarejo de Dorze, na Etiópia, onde há grande dificuldade de se obter água potável. A própria comunidade ajudou na construção da torre, não só na implantação, mas também na adaptação de materiais — Vittori conta que as cordas usadas são feitas pelos próprios moradores, usando folhas de bananeira secas.

Basicamente, a Warka Water é uma torre de 9,5 metros de altura, revestida de um material parecido com uma rede, que capta a água do orvalho e a condensação da umidade do ar — uma técnica inspirada no que as aranhas fazem em suas teias. A água vai para um tanque, que fica na parte inferior da torre. Há ainda um toldo, para fazer sombra no tanque e agregar a comunidade ao redor da Warka Water. Uma torre dessas pode extrair até 100 litros de água por dia, custa menos que US$ 1.000 na Etiópia e leva cerca de uma hora para ser montada com a ajuda de 8 pessoas.

A Warka Water não está pronta, entretanto. “Estamos no meio do caminho, e o que faremos daqui em diante vai depender do feedback deste protótipo”, explica o arquiteto. A análise dos dados vai ser feita por um hardware baseado em Arduino — “uma invenção italiana”, Vittori faz questão de lembrar. Segundo o cronograma, a produção em larga escala está prevista para 2019. Até lá, outra campanha no Kickstarter está prevista para levantar mais fundos — o projeto não tem fins lucrativos nem patrocinadores oficiais, e está aceitando doações.

Mas a Warka poderia ajudar São Paulo — uma das maiores cidades do mundo, que enfrenta uma seca de grandes proporções há cerca de dois anos? Vittori acha que, por enquanto, não: “A Warka foi desenvolvida na Etiópia, pensando na situação local. Em grandes cidades, você tem outras questões, como a poluição, então a água produzida muito provavelmente não seria limpa, e ainda iria precisar de tratamento. Mas, no futuro, quem sabe.”

Mas, ei, o que um projeto deste está fazendo num evento de software livre? Explica-se: a Water Warka é open source — os detalhes de como uma Warka é construída estão disponíveis para quem quiser ver como se faz (ou até mesmo fazer) uma. Esta escolha, aliás, foi tomada desde o começo do projeto. “A natureza é open source. Nós só descobrimos os segredos dela com a tecnologia, mas ela é aberta”, diz Vittori.

Pagina 1 de 5

Compartilhe nas Redes Sociais!

Temos 164 visitantes e Nenhum membro online

Telefones Úteis

Energisa - (83) 2106-7000
Ultragás - (83) 3292-2217
Audicon - (83) 3246-0599
Cagepa - 115
GVT - 10325
NET - 10621
SKY - 10611
Tely - (83) 3049-4229
Polícia - 190
Bombeiros - 193
SAMU - 192
(83) 3216-2500
Dele.da Mulher
(83) 3218-5316

Entre em Contato

 

Av. Senador Ruy Carneiro, 636 sl 201

Manaíra, João Pessoa, Paraíba, Brasil

Tel: (83) 3021-8885 - Cel: (83) 98725-1693

Email: redacao@24horaspb.com

Website: http://www.24horaspb.com

JoomShaper