Imprensa nacional destaca indicadores da Paraíba em relação ao país

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Sexta, 13 Março 2015 14:34

 

Os índices positivos da Paraíba em diversos segmentos, como indústria e comércio, além do desempenho do setor de serviços e do mercado de trabalho, ganharam destaque na edição desta sexta-feira (13) do jornal Correio Braziliense. A matéria intitulada “Agência vê piora em indicadores do país” comenta sobre os resultados negativos do setor público nacional no ano passado e ressalta que a Paraíba é uma exceção que “segue uma tendência de fortalecimento para se consolidar como uma das economias que mais se desenvolvem no Nordeste”.

De acordo com a matéria do Correio Braziliense, a presidente da Standard & Poor’s (S&P) no Brasil, Regina Nunes, alertou que os indicadores da economia brasileira têm piorado depois que a agência de classificação de risco reduziu a nota de crédito de país, advertindo ainda que o governo deverá cumprir as metas de superávit fiscal neste ano para recuperar a confiança dos investidores. Ressalta ainda que, no ano passado, o setor público brasileiro registrou um rombo de R$ 32,5 bilhões.

Em matéria coordenada, intitulada “Paraíba, a exceção”, o jornal destaca que, “apesar do momento desfavorável da economia brasileira, a Paraíba tem apresentado índices positivos em diversos segmentos”. E ressalta que o Governo do Estado está investindo na melhoria da infraestrutura para manter a tendência de crescimento, citando como exemplo a construção e revitalização de mais de 2,4 mil quilômetros de estrada e a implantação de 730 quilômetros de adutoras.

O texto enfatiza o crescimento de 4,4% da atividade industrial no ano passado, que ficou acima da média regional (-0,2%) e nacional (-3,2%); bem como a alta de 12,2% no número de empresas no setor; de 12,5% na taxa de emprego e de 18,3% da massa salarial. E destaca ainda o desempenho dos setores de serviços e do comércio varejista ampliado em 2014, os quais registraram um incremento de 8,8% (maior taxa de crescimento nominal do Nordeste e quarta maior do Brasil) e 2,5%, respectivamente.

Cesta básica tem alta de 0,12% em João Pessoa

Publicado em Economia
Quarta, 01 Abril 2015 16:06

 

O Instituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual (Ideme) divulgou o resultado da cesta básica da cidade de João Pessoa referente ao mês de março. O estudo destaca um aumento de 0,12% no preço médio dos alimentos e um custo total da cesta no valor de R$ 295,86, referente à alimentação individual.

Dos preços praticados em João Pessoa no mês de março de 2015, foram identificadas altas em cinco dos 13 itens que compõem a cesta: óleo de soja (9,24%), feijão (8,14%), carnes (2,42%), arroz (1,18%) e café moído (0,29%).

Já os produtos que apresentaram queda nos preços médios foram os legumes: abóbora, beterraba, batata-inglesa, cenoura e tomate (3,41%); farinha de mandioca (2,90%); pão francês (2,56%); frutas: banana e laranja (1,26%); raízes: inhame, batata-doce e macaxeira (1,10%); leite pasteurizado (1,08%); açúcar (0,91%) e margarina (0,53%).

Alimentos - A ração essencial mínima (cesta básica) analisada pelo Ideme está definida pelo Decreto-Lei nº. 399, de 30.04.1938, que estabelece 13 produtos alimentares básicos (arroz, feijão, carnes, farinha de mandioca, café, pão, leite, açúcar, margarina, óleo de soja, legumes, frutas e raízes) e suas respectivas quantidades. No mês de março, a cesta de João Pessoa passou a representar aproximadamente 37,55% do salário mínimo (R$ 295,86).

Com isso, um trabalhador que no mês de março de 2015 ganhou um salário mínimo de R$ 788,00 precisou trabalhar o equivalente há 82 horas e 38 minutos para adquirir sua alimentação individual. Já para uma família composta por quatro pessoas foi necessário dispor de R$ 1.183,44, aproximadamente, para adquirir a alimentação básica.

De acordo com o levantamento do Ideme, do mês de março de 2014 a março de 2015, o preço da cesta básica de João Pessoa apresenta um acumulado positivo de 22,79%; dos quais 5,91% correspondem aos três primeiros meses deste ano. Assim como nos demais estados brasileiros, na Capital paraibana os problemas climáticos são apontados como as principais causas dos aumentos dos alimentos.

 

Para especialista, EUA temem fortalecimento dos BRICS

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Domingo, 12 Abril 2015 20:38

Washington não se importa com os interesses das economias emergentes, considerando-as como “repúblicas das bananas”, mas já agora os institutos dos BRICS ameaçam seriamente a hegemonia do dólar, opina um historiador estadunidense.

O fortalecimento de institutos alternativos ao Sistema Bretton Woods de gerenciamento econômico internacional era previsível; o Banco de Desenvolvimento dos BRICS e o Banco Asiático de investimentos em Infraestrutura (AIIB, na sigla em inglês) não podiam aguentar por muito tempo a falta de vontade por parte de Washington de rever o status quo na economia mundial, acha o historiador norte-americano William Engdahl.

Na cúpula dos BRICS em Fortaleza, nota o especialista, os líderes dos cinco países criticaram duramente a política do Fundo Monetário Internacional (FMI), nomeadamente o fato de frear o programa de reformas acordado ainda em 2010. A ausência de mudanças põe em questão a legitimidade, reduz a confiança em relação ao FMI e prejudica sua eficácia. Os líderes dos BRICS propuseram dobrar a reserva monetária do FMI em troca de aumento das quotas da China, Índia, Rússia, Brasil e outros países.

“O fato de a França, com seus três trilhões de dólares de PIB, ou a Bélgica, com 500 bilhões, terem muito mais quotas na votação na direção do FMI do que a China, cujo PIB é cerca de 10 bilhões de dólares, é absurdo, o que os líderes dos BRICS já manifestaram …”, disse Engdahl à agência Sputnik.

O historiador também frisa que o Congresso dos EUA recusou rever o status do Sistema Bretton Woods, liderado por Washington, e bloqueou as reformas.

A China e uma série de outros países não podiam se resignar a tal situação e decidiram criar uma nova arquitetura financeira global, com o AIIB no centro da nova estrutura, afirma Engdahl. A resposta de Washington, nomeadamente a recusa de cooperar com o banco e o apelo aos aliados ocidentais para ignorarem o novo instituto financeiro, mostra a incapacidade das elites norte-americanas de avaliar a situação de maneira adequada. Washington literalmente “deu um tiro em ambos as pés” quando escolheu o caminho de oposição dura à iniciativa de Pequim porque a maioria dos seus aliados resolveu juntar-se ao banco, que se opõe aos institutos obsoletos do Sistema Bretton Woods.

“Quando os BRICS começaram a pretender ao papel do jogador global independente, Washington tentou jogar a antiga carta – organizar uma ‘boa velha revolução colorida’ contra a presidente do Brasil Dilma Rousseff. Mas este método já não funciona como antes”, frisa o especialista.

Em todo o caso, opina ele, são precisamente o Banco Asiático de investimentos em Infraestrutura e o Banco de Desenvolvimento dos BRICS que mais ameaçam o controle de Washington sobre os fluxos financeiros através do sistema do dólar e os institutos financeiros criados ainda em meados do século passado.

Fundo de reservas do BRICS é escudo contra ataques especulativos

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Terça, 05 Maio 2015 14:27

 

Em entrevista à Sputnik, o economista Gilberto Braga, professor do IBMEC do Rio de Janeiro, falou sobre a ratificação, pelo presidente Vladimir Putin, do Arranjo Contingente de Reservas e suas consequências para as economias de Brasil, Índia, China, África do Sul e Rússia.

No último sábado, foi publicado no site oficial da presidência da Rússia um documento assinado pelo chefe de Estado ratificando a criação do fundo, de 100 bilhões de dólares, a ser gerido pelos cinco países que compõem o BRICS, contando com contribuições no valor de US$ 41 bilhões da China, US$ 5 bilhões da África do Sul, e US$ 18 bilhões do Brasil, da Índia e da Rússia. O chamado Arranjo Contingente de Reservas, como o próprio nome sugere, concentrará reservas monetárias e cambiais destinadas a conter eventuais pressões sobre as economias desses Estados, configurando o que muitos especialistas consideram uma alternativa ao Fundo Monetário Internacional (FMI), ou, mais especificamente, um fundo monetário dos BRICS.

Para o professor Gilberto Braga, essa nova instituição tem uma grande importância tanto econômica como diplomática. Segundo ele, além de servir como uma ferramenta de defesa contra oscilações na economia, essa iniciativa "dá cara, do ponto de vista de bloco, a esse grupo, que, até então, era um bloco mais de pesquisas e estatísticas". Ele considera que, a partir de agora, esses diferentes países, com características de crescimento especiais, "poderão efetivamente atuar como um núcleo, com propostas e vozes comuns na defesa dos seus interesses".

Sobre a relação do fundo dos BRICS com o FMI, Braga acredita que o primeiro será a opção principal dos membros do grupo no caso de alguma emergência econômica ou financeira.
"Hoje, você vai ter a alternativa de, antes de ir ao FMI, por exemplo, recorrer ao Arranjo para defesa de oscilações de suas moedas internas", disse o especialista, acrescentando que, embora a relação com o Fundo Monetário Internacional esteja mais tranquila hoje, essa instituição ainda "tem uma espécie de receita ortodoxa, bastante conhecida, que mexe muito com os brios da nacionalidade dos países".

Por que a desaceleração da China importa para o mundo

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Domingo, 10 Maio 2015 01:03

 

Até 2010, o PIB (Produto Interno Bruto, a soma de bens e serviços produzidos por um país) cresceu em média 10% ao ano durante três décadas.

Mas desde então a atividade econômica perdeu força. No ano passado, a economia chinesa cresceu 7,4%. Segundo a previsão mais recente do Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB do país deve registrar alta de 6,8% neste ano e 6,3% em 2016.

Mas por que isso é importante?

Por que a economia da China está desacelerando?
O governo queria uma retração, e, de certa forma, a incentivou porque há forças de longo prazo que, inevitavelmente, produziram tal resultado.

O melhor dos mundos é que o gigante asiático obtenha uma desaceleração moderada ─ chamada de "aterrisagem suave" ─ do que uma abrupta.

Além disso, o rápido crescimento econômico do país era baseado em alguns fatores que não durariam para sempre.

Níveis de investimento muito altos têm papel fundamental nessa história.

No ano passado, eles respondiam por 48% do PIB, segundo estimativas do FMI.

Para efeitos de comparação, no mesmo período, no Brasil, essa proporção era de 19,7%, abaixo do que os especialistas recomendam para um crescimento sustentável da economia (em torno de 25%).
Há poucas economias no mundo onde essa taxa se mantém tão alta.
Na maioria dos países, como o Brasil, o número varia entre 15% e 30%.

O investimento é certamente essencial para ampliar a capacidade da economia no futuro.

Na prática, altas taxas de investimento são um fator importante por trás das histórias de sucesso de muitos países asiáticos.

Mas é quase impossível mantê-las a um nível tão alto por tanto tempo.

Há sempre um risco com os investimentos em larga escala: alguns projetos podem ser antieconômicos.

Forte investimento em construção, por exemplo, pode criar instabilidade nos preços dos imóveis, e, atualmente, há preocupações persistentes sobre se haverá uma crise imobiliária na China.
Sendo assim, o objetivo do governo é fazer com que o consumo das famílias chinesas desempenhe um papel mais preponderante na economia, o que conta com o apoio do FMI.
Um relatório da instituição concluiu em 2012 que o nível de investimento chinês estava muito alto.

Há também o limite de oferta de novos trabalhadores que saem do campo em direção às cidades.

O FMI alertou que a China poderia enfrentar uma escassez de trabalhadores, parcialmente por causa da política de filho único vigente no país.

 

O que aconteceu com as exportações da China?

 

Veja toda metéria em: http://www.bbc.co.uk/portuguese

O BRICS sabe como acabar com o FMI

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Sábado, 16 Maio 2015 19:27

 

A criação do fundo de reservas de divisas para o banco dos BRICS poderia "abalar o trono do Fundo Monetário Internacional", segundo o jornal turco "Dunya '.

De acordo com os países do BRICS, o rotativos com fundo de reserva comuns, com um volume de 100,000 milhões de dólares, poderia representar uma excelente alternativa para o Fundo Monetário Internacional.

Além de livre comércio, o grupo do BRICS, que compreende a Rússia, China, Índia, Brasil e África do Sul, cria enormes possibilidades de aprofundar e reforçar a cooperação económica entre os seus membros.

A outra ameaça para o FMI será a criação do Banco de Desenvolvimento do BRICS, uma nova instituição bancária com sede em Xangai (China), cujo lançamento está previsto para o final de 2015.
Todas estas iniciativas devem empurrar o FMI a rever as suas políticas e tomar decisões mais organizada ", como for, o trono desta instituição internacional serão abalados", diz o diário turco.

Pesquisa aponta alta de 0,96% no custo de vida em João Pessoa

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Quinta, 11 Junho 2015 11:58

 

Pesquisa do Instituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual (Ideme) atestou que o Índice de Preços ao Consumidor da cidade de João Pessoa apresentou um acréscimo de 0,96% no mês de maio. Com esse resultado, o acumulado no ano ficou em 4,97% e nos últimos doze meses em 8,55%. No referido mês, quase todos os grupos que compõem o custo de vida apresentaram desempenho positivo - com variações entre 0,46% a 6,76%, exceto o grupo Artigos de Residência, que registrou uma queda nos preços médios de 0,29%.

De acordo com o estudo do Ideme, os grupos que apresentaram comportamentos positivos no mês de maio/15 foram: Alimentação (0,11%), Vestuário (6,76%), Serviços Pessoais (0,95%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,55%) e Habitação (0,46%).

A alta de preços registrada no grupo Alimentação foi influenciada, principalmente, pelos acréscimos dos tubérculos (9,10%), do sal e condimentos (4,66%), das carnes frescas e vísceras (2,89%), dos enlatados e conservas (1,26%) e aves e ovos (1,18%). Já os maiores decréscimos nos gêneros alimentícios foram identificados no pescado (8,07%), frutas (4,98%) e farinhas, féculas e massas (1,56%).
O aumento de preços no grupo Vestuário foi justificado pelas elevações de preços médios nos itens: roupa de mulher (8,51%), jóias e tecidos (7,63%), roupa de criança (4,75%), roupa de homem (2,48%) e calçados e bolsas (1,15%). O grupo Serviços Pessoais sofreu pressão positiva dos itens: outras despesas pessoais (7,51%), serviços pessoais (4,37%), fumo e álcool (1,37%) e recreação (1,27%).

No grupo Saúde e Cuidados Pessoais, de acordo com o Ideme, a elevação de preços foi registrada nos itens: óculos e lentes (9,40%) e higiene e cuidados pessoais (2,55%). Em Habitação, o aumento de preços foi verificado nos artigos de limpeza (1,57%) e no aluguel, condomínio e impostos (0,58%).

Levando-se em consideração apenas os reajustes individuais, os produtos que mais aumentaram de preços contribuindo para a alta do custo de vida em João Pessoa, no mês de maio, foram: passagem aérea (78,75%), pimentão (23,85%), relógio feminino (21,62%), short de criança (20,65%), cenoura (19,75%), camarão salgado (19,65%), cebola (19,49%), relógio masculino (17,90%), maçã (16,58%), conserto de relógio (15,98%), jogos lotéricos (15,73%), tomate (14,22%), alface (13,04%), armação de óculos (13%), açúcar triturado (12,50%), miúdo de boi (12,37%), língua de boi (12,15%), uva preta (11,84%), ferro elétrico (11,39%), talco (10,06%), limão (9,72%), sutiã (8,02%), material para curativo (7,91%) e vestido de mulher (7,44%). Confira detalhes da pesquisa do Ideme, no endereço eletrônico: www.ideme.pb.gov.br

Abono salarial de 2015 será pago no próximo ano

Publicado em Economia
Sexta, 03 Julho 2015 20:45

Cerca da metade dos trabalhadores com direito ao abono salarial de 2015 só receberá o benefício no próximo ano.

Mais uma medida de ajuste fiscal que mexe diretamente com o bolso dos brasileiros foi aprovada pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador. O governo pretende economizar R$ 9 bilhões com o atraso no pagamento do abono salarial do PIS-Pasep. Cerca de metade dos trabalhadores com direito ao abono salarial de 2015 só receberá o benefício no próximo ano.

A decisão afeta trabalhadores que fazem aniversário entre janeiro e junho. Essa parcela da população vai receber o abono a partir de janeiro de 2016 e não mais até outubro desse ano, como previa o calendário original. Somente quem nasceu entre julho e dezembro deste ano vai receber em 2015, já que o pagamento é feito no mês em que o trabalhador nasceu.

Só tem direito ao PIS-Pasep quem recebe até dois salários-mínimos por mês e quem trabalhou pelo menos 30 dias no ano-base. Em 2014, o PIS-Pasep pagou R$ 17 bilhões a 23 milhões de trabalhadores

O governo federal justificou a mudança no calendário para garantir a economia do superávit primário para pagar juros da dívida e a saúde financeira do Fundo de Amparo aos Trabalhadores. Em nota, a Força Sindical disse que não será "metendo a mão no bolso" dos trabalhadores que o governo vai corrigir distorções e alcançar o superávit primário.

Entre as novas regras que irão valer para o calendário de 2016 está a do pagamento proporcional ao tempo trabalhado. Hoje, o benefício é pago integralmente a quem tenha trabalhado por pelo menos 30 dias.

*Rádio Gaúcha

Cidade russa veste 'máscara' para sediar cúpula dos Brics

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Domingo, 12 Julho 2015 05:10

 

Uma edição da Gazeta Russa publicada no Brasil na semana passada já alertava: apesar de a socialite americana Paris Hilton ter achado a cidade de Ufá, sede russa da 7ª Cúpula dos Brics, "linda e encantadora", nem todos que visitam a capital da Bachquíria "sentem a vibração logo de cara".

Construída por ordem do czar Ivã, o Terrível, para proteger o território de invasões, Ufá não lembra nem de longe os tempos de fortaleza.

Encravada na Rússia Central, a mais de mil km de Moscou, próxima do Cazaquistão e dos Montes Urais, que marcam a divisa com a Sibéria, a cidade tem ruas largas, arquitetura insossa e luzinhas com aparência natalina acesas em pleno julho.

As centenas de placas do evento espalhadas pela cidade não deixam dúvida da importância para Ufá de sediar a cúpula dos Brics. Mas nos longos trajetos entre os hotéis escolhidos pela organização para abrigar jornalistas e o centro de imprensa, é difícil ver qualquer vibração.

Escolhida para sediar tanto a cúpula dos Brics – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – a cidade consumiu US$ 189 milhões nos preparativos para o evento, de acordo com o governo.A maior parte, US$ 108 milhões, veio de investimentos privados, com o governo federal e o da república da Bachquíria bancando o resto. O governo de Vladimir Putin tem interesse em mostrar pujança com o evento - a Rússia sofre sanções devido à crise na Ucrânia e o líder russo quer fazer do encontro uma demonstração de poder.

Os principais investimentos foram para a reforma do aeroporto e construção de novos hotéis – um deles, da rede Hilton, dá uma pista para justificar a propaganda positiva que a herdeira da rede fez da cidade.

Nas redes sociais russas, os preparativos causaram polêmica: o governo foi acusado de maquiar a cidade para os participantes do evento.

Fotos publicadas por um blogueiro e compartilhadas por milhares mostraram casas escondidas por falsas fachadas, feitas de uma espécie de papel de parede, e também por grandes cartazes de árvores.

Empresas precisam de mais funcionários 'rebeldes'

Publicado em Economia
Sexta, 24 Julho 2015 15:18

 

Um dos empresários mais ricos e famosos do Reino Unido, Richard Branson, diz que seria um funcionário problema para qualquer chefe e que seus superiores teriam que "aceitar que poderia não fazer as coisas exatamente como eles queriam".

Segundo o criador do grupo Virgin – que inclui 400 empresas, desde um selo musical até uma linha aérea –, empresas de todos os tamanhos deveriam contratar mais funcionários independentes, teimosos e com pouco apego às regras, como ele.

Mas além de contratá-los, as companhias em questão ainda devem "ser boazinhas" com esses funcionários, apesar dos problemas que eles inevitavelmente causariam.
"Eu diria (aos potenciais chefes): 'Se você não lidar bem comigo, vou sair daqui e criar meu próprio negócio e acabarei competindo com você. Cuide de mim, me respeite e aceite que eu sou um objeto quadrado em um buraco redondo'."

O argumento de Branson é que as novas ideias e a motivação que esses funcionários rebeldes geralmente trazem para um negócio compensam o fato de que eles costumam ser pessoas difíceis de trabalhar.

Em um mundo já repleto de palavras e frases da moda no jargão dos negócios, mais uma foi criada para descrever essas pessoas – "talento perturbador". Os autores da expressão são os psicólogos de negócios da consultoria britânica OE Cam.

'Provocadores e implacáveis'

Martyn Sakol, um dos sócios da OE Cam, diz que uma pessoa com talento perturbador tem diversos atributos positivos a oferecer para uma empresa.
"Eu definiria talento perturbador como indivíduos que pensam e agem diferentemente, inovam, desafiam o senso comum, enxergam tendências, veem oportunidades comerciais e encontram maneiras de conseguir sucesso", afirma.

No entanto, ele ressalta que essa pessoa precisa ser conduzida com firmeza, para evitar que a contribuição dela seja ruim.

"O talento perturbador pode sair dos trilhos. É preciso garantir que os funcionários tenham apoio, seja trabalhando individualmente, seja em equipes."

A empresa britânica AB Agri, especializada em alimentação de animais, é uma das que aderiu ao perfil: seu diretor executivo, David Yiend, afirma que tem buscado talentos perturbadores desde o ano passado.

"Nós ressaltamos (ao divulgar vagas) que estamos procurando candidatos que sejam provocadores, irredutíveis e implacáveis em sua busca por metas", diz Yiend.
"Eles têm que estar preparados para argumentar e debater, não só aceitar as regras."

Mas, uma vez que você conscientemente contratou esse tipo de funcionário, como você o integra à sua força de trabalho? E, mais importante, como impedir que os funcionários existentes não se incomodem com o constante fluxo de pessoas difíceis?

Segundo Yiend, o segredo é deixá-los separados. "Você não integra, na verdade. Administra os indivíduos de maneira diferente, mas com todos trabalhando para atingir as mesmas metas", afirma.

Problemas
De acordo com o psicólogo de negócios Stuart Duff, as empresas também devem estar cientes de que contratar talentos perturbadores pode trazer mais problemas do que benefícios a um negócio.

"Trabalhamos muito com pessoas assim, que são brilhantes em um tipo de trabalho, muito inventivas e criativas, mas que não têm chance de se encaixar na cultura dos negócios."
"O resultado disso é que outras pessoas na empresa não conseguem lidar com a quantidade de antagonismo e ruptura que elas trazem consigo. É por isso que pessoas que podemos chamar de talentos perturbadores tendem a abrir seus próprios negócios."

Para Richard Branson, que tem fortuna estimada em 3 bilhões de libras (R$ 15 bilhões), a ideia de abrir o próprio negócio certamente funcionou.

"Acho que qualquer pessoa que começa um negócio é, em certo sentido, um indivíduo perturbador, porque começar um negócio é simplesmente alguém pensando: 'Consigo fazer isso melhor do que qualquer outra pessoa e sei como fazê-lo", disse.

"Quando eu tive a ideia de abrir minha linha aérea e minha empresa de viagens comerciais ao espaço, as pessoas me deram muitas razões para não fazê-lo. No fim das contas, você precisa ser um líder e tentar."

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