Festa Pantim Maia com Totonho e Caburé neste sábado

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Sexta, 03 Abril 2015 18:07

Neste sábado, dia 04, acontecerá em João Pessoa, no Ibiza Music Club, a festa Pantim Maia, uma homenagem ao síndico da música brasileira, Totonho tocará além de suas músicas estezanções e sucessos do Tim Maia, terá também, muita animação com o carimbó da Caburé Carimbó Clube, os sons tropicais de DJ Kylt e ainda as participações de Seu Pereira e de Débora Malacar.

Compositor, produtor e cantor, Totonho nasceu em 1964 na cidade de Monteiro, na Paraíba, Em 82 decidiu que queria mesmo seguir a carreira de músico, resolveu desbravar a capital e depois as capitais, saiu de Monteiro para João Pessoa e em João Pessoa fundou o Musiclube da Paraíba juntamente com outros grandes nomes da música paraibana, e no final de 88 de João Pessoa para o Rio de Janeiro para fazer pós-graduação e tentar a vida como músico.

Sempre que pode está aqui e está lá. Em 2001 lançou o cd “Totonho e os Cabra”, resultado de sua parceria com o produtor Carlos Eduarda Miranda, e em 2005 lançou o cd o “Sabotador e Satélite”. A música de Totonho é de tudo um pouco, reggaeton da América Central ao funk carioca, tudo junto e misturado.

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Festa Pantim Maia, uma homenagem ao síndico da música brasileira/Foto Rafael Mendes

 

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Festa Pantim Maia, uma homenagem ao síndico da música brasileira/Foto Jéssica Oliveira

 

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Festa Pantim Maia, uma homenagem ao síndico da música brasileira/Foto Andréa Gisele

 

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Festa Pantim Maia, uma homenagem ao síndico da música brasileira/Foto Andréa Gisele

Teremos A Banda Caburé Carimbo Clube, que além de trazer todo o seu som envolvente, será a banda que acompanhará Totonho, juntamente com o baixista Daniel Pina e o baterista Pablo Ramirez.

A Caburé está no cenário musical de João Pessoa desde 2013, é composta por Tiago Moura (voz e percussão), Rudá Barreto (guitarra), Marcelo Vilar (guitarra e contrabaixo), Uaná Barreto (teclado e contrabaixo), Pedro Freire (percussão), Matheus Andrade (baixo) e George Glauber (bateria), todos jovens músicos interessados pela reabsorção das tradições estéticas da música brasileira, trazendo de volta o carimbó tão tradicional da nossa cultura, trazendo influências de mestres do carimbó, como Pinduca, Dona Onete e Aldo Sena, e ritmos mais telúricos da cultura afro-indígena nordestina como bois e caboclinhos.

E ainda DJ Kylt, Ana Monica Moura, mais conhecida por "Kylt" (codinome que dá significado a frase 'Keep Yourself Live and Touching' - 'mantenha-se vivo e tocante'), é de João Pessoa, capital da Paraíba. É DJ, criadora de remixes, mashups e ainda atua com produção cultural e design gráfico no campo da música. Toca ativamente há 10 anos, em sua estética sonora, busca adaptar harmoniosamente para a pista de dança a riqueza da música regional e brasileira, bem como dos diversos ritmos latinos e africanos, acarretando em um forte diálogo com o gingado das sonoridades percussivas dos trópicos e somando tal atmosfera aos efeitos e beats eletrônicos dançantes.

E para complementar esse time de feras teremos ainda as participações das vozes marcantes de Débora Malacar e Seu Pereira para dar ainda mais sabor a esse Baile. O evento será no próximo sábado, dia 04 de abril, no Ibiza Music Club que fica localizado na Rua Coração de Jesus, 141, Tambaú. Com início às 22 horas e o os ingressos podem ser comprados antecipados nas lojas Furtacor do Mag Shopping e Shopping Sul, e os primeiros 100 (cem) ingressos serão disponibilizados pelo valor de R$10,00 e R$20,00, até quinta feira (dia 02), depois os ingressos serão vendido pelo valor de R$12,50 e R$25,00, e ainda também estarão sendo vendidos ingressos na hora.

 

Funesc inscreve para oficina de HQ

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Segunda, 06 Abril 2015 20:05

 

A Fundação Espaço Cultural da Paraíba realiza, neste sábado (11) e domingo (12), mais uma edição do “Espaço HQ”, projeto que tem como objetivo reunir quadrinistas, críticos, fãs e colecionadores de quadrinhos para diálogos, intercâmbio e formação na área. A edição deste mês é uma parceria com o Rascunho Studio. Desta vez, a convidada é Cris Peter, colorista de “Casanova”. A pré-inscrição pode ser feita em formulário online (http://bit.ly/1xXPwEd) até esta quarta-feira (8) e as inscrições serão realizadas de 9 e 10 de abril, no Espaço Cultural. A taxa de participação é R$ 50 (inteira) e R$ 25 (alunos da rede pública ou do Rascunho Studio). São disponibilizadas apenas seis vagas.

O objetivo do encontro é oferecer possibilidades de aprimoramento a quadrinistas e ilustradores paraibanos, bem como profissionalizar o mercado local e fortalecer a economia criativa relacionada aos quadrinhos. Cris Peter vai ministrar o laboratório avançado de quadrinhos sobre colorização digital “A Cor nos Quadrinhos”, no sábado, das 15h às 18h, no Rascunho Studio, localizado no Edifício Epitácio Pessoa (Av. Pres. Epitácio Pessoa, 1251 - L3 - Sala 206).

Além da oficina, será realizada no domingo (12), no Espaço Cultural a mesa-redonda "O mercado americano de histórias em quadrinhos", que discutirá como funciona e como trabalhar nele. O tema será abordado por Cris Peter ao lado de Alzir Alves (Rascunho Studio) e Ricardo Jaime (Ilustração & Design).

cris peterCris Peter – É colorista há mais de 13 anos e concorreu em 2012 ao Eisner Awards por seu trabalho em ‘Casanova’, de Matt Fraction, com desenhos de Gabriel Bá e Fábio Moon. Estão também no seu currículo a colorização das graphic novels do Astronauta (Magnetar e Singularidade), da autoria de Danilo Beyruth e quadrinhos da Marvel e DC Comics como Superman, Batman, Capitão América e X-Men. Além desses, Cris também tem trabalhos autorais como ‘Patas Sujas’ seu livro sobre colorização ‘O Uso das Cores’.

Alzir Alves – Publicitário, criador do Rascunho Studio, primeiro estúdio de arte da Paraíba especializado em Histórias em Quadrinhos e em agenciamento de artistas para o mercado nacional e internacional. Fundado há quatro anos, o Rascunho Studio propõe agenciar artistas que já trabalham com histórias em quadrinhos, proporcionando uma maior profissionalização desta modalidade artística aqui no estado. A atividade do Rascunho tem dado a oportunidade de quadrinistas publicarem em revistas nacionais e internacionais, e não só a artistas paraibanos, mas de outros estados também, a exemplo de Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. Com um total de 26 agenciados que desenham os mais variados estilos, como o norte-americano, o japonês – mangá, até técnicas mais familiarizadas com os brasileiros, cartum, charge e caricaturas etc.

Dentre os desenhistas, coloristas etc, destacam-se, além do próprio Alzir Alves – colorista -, o JB Neto, Celso Ricardo, Edi Guedes, Marcos Aurélio e o cartunista e chargista William Medeiros, que é colaborador do estúdio.

Ricardo Jaime - Atua na área criativa há mais de 10 anos como diretor de arte, designer gráfico e ilustrador editorial e publicitário nas principais agências de João Pessoa e com desenvolvimento de trabalhos para clientes nacionais e internacionais. Também trabalha como quadrinista para o mercado dos Estados Unidos.
Espaço HQ - Desenvolvido pela Funesc, o projeto Espaço HQ pretende realizar mensalmente atividades voltadas a esse segmento de produção, como oficinas, laboratórios, discussões, palestras e vivência entre profissionais e amadores da área. A primeira ação do projeto ocorreu em outubro do ano passado com o Laboratório de Quadrinhos, ministrado pela quadrinista Thaïs Gualberto, coordenadora da área na Funesc e idealizadora do projeto. Desde então, novas edições aconteceram nos meses seguintes, passando a fazer parte da agenda mensal da Funesc.

Aimée Rachel: a filha secreta do "Príncipe das Trevas"

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Sábado, 11 Abril 2015 01:36

Na semana passada, Ozzy Osbourne me ligou. Me concedia 15 minutos para inquiri-lo sobre a novíssima turnê que fará por aqui, culminando com a apresentação no festival Monsters of Rock, no Anhembi, dia 25, sábado. Era mais uma entrevista com o elenco do festival que eu fazia para O Estado de S.Paulo, jornal para o qual trabalhava então (daqui a pouco publico também a entrevista com Jay Buchanan, vocalista do Rival Sons, a maior novidade roqueira da jornada).

Eu estava curioso para falar com Ozzy, confesso, não sobre o futuro do Black Sabbath, que é o que mais se especula no momento. Não queria realmente perguntar se ele ainda vota nos republicanos ou alguma baboseira sobre morcegos. O que eu queria muito saber era porque o Príncipe das Trevas tinha escondido uma de suas filhas do olho público durante 31 anos. O nome dela é Aimée Rachel Osbourne e não aparecia no reality show The Osbournes, cujo foco era justamente a vida privada de Ozzy. Só os roliços Kelly e Jack apareciam ali.

Ozzy, ao lado dos filhos Jack, Kelly e Aimée (à dir.) - Foto: Youtube

Ozzy, ao lado dos filhos Jack, Kelly e Aimée (à dir.) – Foto: Youtube

Acontece que Aimée (não sei porque os Osbournes colocaram esse nome gourmetizado nela, Ozzy pronuncia “Emi”) resolveu sair da toca no mês passado. Lançou um clipe sob o codinome ARO(pronuncia-se Arrow, ou érou), no qual canta a música “Raining Gold”. O som dela tem uma pegada meio Lana Del Rey, uma certa exacerbação dramática. Ela comentou o fato de ter se “escondido” durante tantos anos. “É natural querer se rebelar contra os pais e o que eles fazem. Uma vez eu tendo aceitado que a música era meu destino, eu me rebelei para achar meu próprio caminho. Também acho que isso foi respeitoso para com a carreira do meu pai, assumir que eu podia fazer meu caminho sem montar nas costas daquilo que ele trabalhou a vida inteira para conseguir”.

Eu enrolei um pouco para chegar ao assunto, mas eis o que Ozzy disse.

Ouvi que você passou uma cirurgia recentemente, teve que cancelar um festival…

Não foi coisa séria. Estão especulando por aí se eu vou ou não? Não há a menor chance de não ir. Eu estou chegando, estou recuperado e foi só uma coisa superficial, a recuperação foi rápida.

Você veio 2 anos atrás com o Black Sabbath. E ouvi que vocês planejam gravar um derradeiro álbum agora com o Sabbath, é verdade?

Não, não, não. Tommy (Iommi, guitarrista) ainda está lutando contra o câncer. Não temos planos de nada no momento.

Mas estão divulgando que vocês têm uma apresentação marcada para o Japão em novembro.

Com o Black Sabbath? Não. Tommy não está legal, ele não pode fazer planos desse tipo. Mas eu estou em turnê, eu estou bem. Eu ainda vou aonde me chamarem, é só me chamar. Eu amo a música e eu amo cantar. Não tenho um concerto favorito entre os que fiz no Brasil, todos foram momentos fantásticos e havia a paixão dos fãs, e é isso que me interessa.

Soube que você foi a um concerto do cantor pop Bruno Marsrecentemente. É verdade? O que viu de especial nele?

Sharon me levou, ela adora. Eu não vou muito a esses shows, mas ela ama. Ele é um garoto legal, é amigo de minha filha, Kelly. Eu ouço todo tipo de música, mas se me pergunta do que eu gosto mesmo, o que eu cresci ouvindo, era Grateful Dead, Led Zeppelin, Stones. Não há nada de realmente novo na música atualmente, na minha opinião há pouca música realmente original hoje em dia. É sempre a mesma coisa com outra roupagem.

Outro dia, Justin Bieber se fantasiou de Ozzy para dublar uma música sua num programa de TV. Você viu aquilo?

Não. Me falaram. Esse garoto é meio pancada, não sei se fez direito ou não. Também não sei se foi uma coisa boa ou ruim, é o jeito dele se promover.

Aimée Osbourne, ou ARO

Aimée Osbourne, ou ARO

Sua filha Aimée, acaba de lançar um vídeo, o primeiro dela como cantora…

Ela tem uma grande voz. Mas acho que vai ser meio sofrido pra ela, porque ela não gosta de ser objeto de atenção, não gosta de ficar na frente das câmeras… Não quis participar do programa de TV. Eu respeito, jamais forcei qualquer coisa com as crianças, elas fazem aquilo que acham que é adequado.

Foi uma surpresa. Ela parece muito tímida…

Ela não é tímida, ela tem um senso de privacidade muito exacerbado. Meu filho Jack adora a vida pública. Minha filha Kelly tem grande desenvoltura no mundo artístico. Mas Aimée sempre quis ficar atrás das câmeras, sempre quis cuidar de sua vida de forma privada. O estilo da música dela é diferente do que eu faço, mas é representativo do que ela é.

O baterista Tommy Clufetos disse que você é um entertainer 24 horas por dia, que é uma vocação inata sua…

Acho que sim. Não tenho como negar isso, é fácil de ver.

Você cancelou recentemente uma edição do Ozzyfest no México. Hoje em dia, há essa tendência de globalização dos festivais, Rock in Rio em Las Vegas, Lollapalooza em São Paulo. O que acha disso?

Não me preocupo muito com nada disso. Eu canto em qualquer lugar onde me queiram, e faço o melhor que posso. Às vezes, minha voz não está em grande forma, às vezes ela funciona maravilhosamente. Eu vou com paixão e dou o meu melhor, porque é assim que eu vivo.

Ouça “Raining Gold”, com a filha de Ozzy, ARO:

II Peleja de Bandas movimenta cena musical alternativa em Patos

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Sábado, 11 Abril 2015 15:00

 

Patos será palco do II Festival Peleja de Bandas, que acontece neste sábado, dia 11 de abril, na praça Getúlio Vargas, em pleno Centro da cidade. O evento que tem como objetivo incentivar a produção musical alternativa e independente, é uma iniciativa do grupo artístico CULTURA PÚBLICA (CULP), que tem a frente o artística plástico e promotor de eventos, Washington Queiroz.

Segundo explicou Queiroz, a exemplo do ano passado, muitas bandas estão entrando em contato e interessadas em participar. “A procura está sendo muito boa e esperamos repetir o sucesso da primeira edição. Nossa intenção é unir cada vez mais as bandas e músicos, e ainda o público que movimenta a cena musical independente, disponibilizando esse canal para que conheçam mais de perto os artistas da terra e o trabalho autoral feito por eles”, destacou.

As inscrições para a II Peleja de Bandas continuam abertas até a próxima quinta-feira, dia 09 de abril. Maiores informações ligar para: (83) 8825-2554.

O show da noite será da banda campinense Casa Verde, que vem com um repertório montado em cima de grandes clássicos da musica brasileira, a exemplo de Jorge Ben, a Nação Zumbi, Tim Maia, Otto, Pedro Luiz e a Parede, entre outros. A Beatitude Rock Band da cidade de Patos fará uma participação no evento, mesclando músicas autorias e covers de bandas conhecidas do público rockeiro.

Regras:
Serão 20 minutos para cada banda, incluindo entrada e saída de palco. Duas músicas serão apresentadas, sendo uma autoral e outra a cargo da banda. Apenas a autoral concorrerá à disputa. Em resumo, a banda terá duas músicas ou 20 minutos para atuar no palco.

Guitarrista do Metallica perde celular com músicas inéditas!

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Quarta, 22 Abril 2015 10:23

 

Algumas histórias no Rock são recorrentes. Não é a primeira vez que computadores, cassetes – e agora, smartphones – são perdidos com diversos arquivos musicais inéditos. É o caso de de Kirk Hammett, do Metallica. O fato aconteceu há seis meses, mas só foi revelado agora. O iPhone de Hammett tinha nada menos que 250 ideias para o sucessor do disco “Death Magnectic”. E agora, elas ficaram no limbo.

“Só consigo me lembrar de uns 8. Mas decidi seguir em frente e começar do zero. Não era para ser”, lamentou o guitarrista ao site Blabbermouth.

Em algum lugar do passado

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Conteúdo da mala roubada de Bono

Perder coisas importantes como músicas inéditas não é novidade, de jeito nenhum. Em 1981, o U2 foi tocar em Portland, e a vítima foi uma maleta de Bono, que desapareceu do camarim. Dentro dela, fotos, desenhos, letras de músicas e outros tesouros que permaneceriam “em algum lugar do passado”…até 2004. Foi quando Cindy Harris e Danielle Rheaume, fãs de Tacoma, Seattle, acharam em um armário os pertences que já tinham sido considerados perdidos para sempre. Eles foram devolvidos para o U2, e agora – acredito – estão bem guardados.

É um assalto!

Outro caso – um pouco diferente – aconteceu em 1973, em Lagos, na Nigéria. Paul e Linda McCartney caminhavam rumo à casa de Denny Laine em uma vila, para conversar sobre as músicas que estariam no álbum “Band On The Run”, gravado parcialmente por lá. De repente, um carro encosta perto deles. Dois caras saem com armas em punho e simplesmente levam tudo: câmera fotográfica, dinheiro e o pior: uma fita com todas as demos do álbum. Paul teve que relembrar tudo, já que a fita nunca foi recuperada.

Livro de Gilson Souto Maior será lançado nesta terça em JP

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Segunda, 27 Abril 2015 06:41

O evento acontecerá na sede da Associação Paraibana de Imprensa (API). "Rádio - História e Radiojornalismo" é um resgate histórico fiel às origens do rádio e o desenvolvimento do mais popular a abrangente veículo de comunicação social no estado

Depois do estrondoso sucesso de público e da crítica especializada durante o lançamento em Campina Grande, na útima sexta-feira (24/04), o livro "Rádio - História e Radiojornalismo", de autoria do jornalista, radialista e professor universitário Gilson Souto Maior, será lançado nesta terça-feira (28/04) em João Pessoa. O evento está prevista para as 19h00, na sede da Associação Paraibana de Imprensa (API), no Centro da capital paraibana.

"Rádio - História e Radiojornalismo" é um resgate histórico fiel às origens do rádio e o desenvolvimento do mais popular a abrangente veículo de comunicação social no estado.

Segundo o autor, a obra não tem a pretensão de ser mais uma versão histórica de fatos e 'causos' do meio, mas "uma contribuição à categoria que tem relevantes serviços prestados à sociedade civil paraibana, não só pela compilação de episódios que considero relevantes, mas, principalmente, como uma homenagem aos seus protagonistas".

Outro aspecto que envolve o livro é o seu caráter didático, uma vez que parte da obra é destinada a profissionais do radiojornalismo e estudantes do curso de Comunicação Social, através de técnicas e dicas para elaboração de uma reportagem. "Espero que o livro seja bastante útil, como forma colaborar com a radiodifusão de um produto cada vez melhor para o público ouvinte", observa Gilson.

O livro, que terá 245 páginas, tem prefácio do Professor Doutro Roberto Faustino, do curso de Comunicação Social da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), e concepção visual da designer Ilka Cristina, do escritório de Artes Gráficas, Diagramação - Brindes Personalizados Estampa-PB.

A apresentação é do jornalista e escritor Nonato Nunes, editor-chefe da revista Atual, que presta uma homenagem ao autor no artigo intitulado "Leitura Obrigatória".

O livro será lançado nas principais cidade do estado. Nos próximos, serão confirmados datas e locais do lançamento em Guarabira, Pombal, Patos, Sousa e Cajazeiras, além de órgãos públicos, casas legislativas e algumas entidades de classe e civis.

Guitarrista do Rush comenta possibilidades para turnê R40

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Terça, 28 Abril 2015 13:08

 

Alex Lifeson foi o convidado do gerente de talentos Steve Rennie em seu programa Renman Live, exibido ao vivo via YouTube na noite da última sexta feira, dia 22/04. A entrevista, que durou um pouco mais de uma hora, abordou assuntos variados, com o guitarrista respondendo inclusive perguntas feitas por fãs via telefone e chat. Não houve grandes revelações sobre a turnê R40 (que tem início no dia 08 de maio na cidade de Tulsa, Oklahoma), porém o músico reiterou novamente que o próximo set list será de fato bem abrangente, mergulhando fundo no catálogo da banda.

O guitarrista declarou que o Rush trará para seu novo show um bom número de materiais antigos que não visitam há algum tempo, buscando abranger grande parte dos quarenta anos de carreira. Lifeson mencionou também que, tendo o trio visitado uma quantidade significativa de materiais escritos durante a década de 1980 na anterior Clockwork Angels Tour, eles não se dedicarão tanto a essa fase dessa vez.

Lifeson disse na entrevista que "não há planos para transmissões ao vivo", devido ao foco total da banda em suas próximas performances.

"Será um pouco old school", diz o guitarrista. "Queremos manter esse evento, esse show, essa congregação dessa forma. Nesse sentido, vamos fazê-lo um pouco mais à moda antiga".

Quando perguntado sobre a possibilidade de liberação de gravações feitas diretamente na mesa de som, ele responde: "Não é uma má ideia. Estamos tão sobrecarregados com esse show que não discutimos algo nesse sentido. Mas é uma algo relativamente fácil de desenvolver".

O músico explica que a banda já dispõe da tecnologia necessária para realizar gravações de todos os seus shows, mas acrescenta: "Gostamos de estar no controle. Não queremos oferecer apenas uma gravação sound board, como um bootleg. Poderia soar muito bem - ouvi várias gravações da mesa que utilizamos para pesquisas, mas elas não são o que eu gostaria de ter lançado".

Lifeson está convencido de que os fãs ficarão muito felizes com o que eles vêm preparando para a R40 Tour. "É uma turnê essencial para nós - uma turnê de aniversário. Ela também vem em um tempo de mudança para a banda", reflete.

"Temos nos divertido bastante com o novo set, e acho que os fãs ficarão muito satisfeitos com o que estamos fazendo".

Acompanhe a entrevista completa (em inglês):

Pink Floyd PB grava seu primeiro DVD no próximo sábado

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Quarta, 29 Abril 2015 13:49

 

A banda Pink Floyd Paraíba gravará seu primeiro DVD em um show marcado para o próximo dia 2 de maio, às 21 horas, na Sala Vladimir Carvalho, na Usina Cultural Energisa, em João Pessoa. Durante o show, em comemoração aos cinco anos de formação da banda paraibana, o grupo tocará na íntegra o álbum Animals, gravado originalmente em 1977.
Os ingressos serão vendidos na bilheteria ao preço de R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) ou R$25,00 mais um quilo de alimento. Os números para contato são 3221-6343 e 9174-1797.
Além das músicas do Animals, o fã do Pink Floyd que comparecer ao show vai poder assistir a apresentação de outros clássicos que fizeram da banda original uma das mais influentes de rock progressivo do mundo.

A banda Pink Floyd Paraíba teve início em 2010. Ela é formada pelos amigos músicos, que têm em comum a admiração pela banda britânica: Rafael Lyra (vocal e violão), Eduardo Filho (guitarra), Marcos Vasconcelos (guitarra), Heitor Zamboni (contrabaixo / backing vocal), Ricardo Pessoa (teclados / sintetizadores / efeitos), e Sílvio Pires (bateria / backing vocal).
Nesses cinco anos de formação, o grupo já se apresentou em programas de televisão e fez shows em João Pessoa, Campina Grande e Recife, sempre com casa cheia e grande interação do público. O show é considerado pela crítica um dos melhores da Paraíba. Ele é marcado por inconfundíveis jogos de luzes e pela intensa projeção de imagens. Para quem ainda não teve chance de assistir, essa é uma grande oportunidade.

ANIMALS

Animals é o décimo álbum de estúdio do Pink Floyd, lançado em janeiro de 1977. Seguindo a linha dos álbuns anteriores, The Dark Side of the Moon e Wish You Were Here, este também é um álbum conceitual, que faz críticas às condições político-sociais da Inglaterra dos anos 70, além de apresentar uma notável mudança no estilo musical do grupo.
O disco é baseado no livro Animal Farm (A Revolução dos Bichos), de George Orwell, em que equipara os humanos a cada um dos três animais do livro: os cães são usados para representarem os homens da lei(KGB); os porcos como os políticos corruptos e moralistas; e as ovelhas, que sem pensamento próprio, cegamente seguem um líder. Enquanto o romance concentra-se no comunismo, o álbum é uma crítica direta ao capitalismo e, embora ambos defendam os ideais do socialismo democrático.

Orquestra Sinfônica apresenta músicas de Tom Jobim

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Quarta, 29 Abril 2015 14:01

 

Com um programa eclético que contempla diferentes épocas e estilos, a Orquestra Sinfônica da Paraíba realiza, nesta quinta-feira (30), mais um concerto oficial da Temporada 2015. O repertório traz uma trilogia jobiniana com arranjos de Wellington das Mercês, uma peça para piano de Maurice Ravel para a mão esquerda e obra do russo Vasily S. Kalinnikov. A apresentação tem como solista Antônio Vaz Lemes ao piano e a regência fica sob a batuta do maestro Luiz Carlos Durier. A apresentação começa às 20h30, na Sala de Concertos Maestro José Siqueira, no Espaço Cultural José Lins do Rego. A entrada é gratuita.

O concerto começa com a “Bossanovística”, de Wellington das Mercês, trazendo uma trilogia jobiniana com arranjo escrito em 2006, baseada em grandes sucessos como “Dindi”, “Falando de Amor” e “Insensatez”. O arranjo tem início levemente impressionista, com o toque sutil do vibrafone, seguido das flautas e violinos. A primeira das três músicas é ouvida com alternância da melodia, entre madeiras e cordas, e a repetição do tema ganha força e volume com os metais e cordas juntos. A melodia da segunda música é tocada pelo trombone, acompanhada de contraponto entre flautas e glockenspiegel, seguida pelas flautas e oboés. Já “Insensatez” recebe uma orquestração mais robusta, cheia e intensa, envolvendo todos os naipes da orquestra e, em alguns trechos, determinados naipes recebem um tratamento camerístico.

Na sequência, o pianista Antonio Vaz Lemes vai executar o “Concerto para mão esquerda” de Maurice Ravel (1875 -1937), obra nunca tocada em solo paraibano. O Concerto foi composto quase como um desafio para o eminente pianista austríaco Paul Wittgenstein, que tinha perdido o braço direito num combate durante a Primeira Guerra Mundial e cuja carreira parecia terminada. Contudo, Wittgenstein demonstrou coragem ao não se conformar com o fato e escreveu a vários compositores pedindo-lhes que escrevessem músicas que ele pudesse tocar em tais circunstâncias. Diante do apelo, e cedendo ao seu amor inato pela experimentação e pelo incomum, Ravel ficou fascinado por esta prova técnica e trabalhou para escrever algo que pudesse atender as necessidades do pianista tão gravemente sacrificado. A peça foi executada pela primeira vez em Viena, em 5 de janeiro de 1932, por Paul Wittgenstein, e foi ainda este perseverante pianista quem o apresentou pela primeira vez em Paris, a 17 de janeiro de 1933, sob a regência de Ravel.

A obra escolhida para fechar o concerto é “Sinfonia n. 1 em Sol Menor”, de Vasily S. Kalinnikov (1866 - 1901). A sinfonia anuncia sua nacionalidade desde o momento da sua abertura, com as cordas tocando em uníssono, o que poderia ser uma frase de uma canção popular russa. Os instrumentos de metal respondem de imediato com a música cheia de tensão harmônica. Há choques sônicos dignos de Tchaikovsky, e até mesmo um tratamento do tema inicial em contraponto em forma de fuga.
Após o drama e inquietação deste primeiro movimento, Kalinnikov começa a segunda parte com uma passagem atmosférica ancorada por uma oscilação de duas notas. Ao longo desta figura agora flutua vertentes suaves de melodia, levando em breve a uma ideia mais animada e sensual para o oboé. A música constrói a um clímax central, mas Kalinnikov retorna ao devaneio mágico do início, permitindo o movimento fechar como começou.

O terceiro movimento traz outra mudança de humor efetuada por um scherzo vigoroso com algo do caráter de uma dança russa. Um episódio central, melancólico, ou "trio", também atinge uma nota folclórica. A sinfonia termina com um final retrospectivo, que começa com uma recordação do primeiro tópico do movimento de abertura e inclui reminiscências de outros temas que têm ido antes. Para este reciclado de ideias, Kalinnikov adiciona novo material, e o movimento leva a um êxtase de conclusão típica das sinfonias na tradição romântica russa.
Antonio Vaz Lemes – Pianista, solista, instrumentista de música de câmera e acompanhador de cantores, o paulistano Antonio Vaz Lemes é detentor de sólida formação musical tanto como instrumentista clássico como popular, tendo estudado em prestigiosas instituições brasileiras, tais como o Conservatório de Tatuí, o Instituto de Artes da Unesp e a Emesp Tom Jobim.
Na França, além de um período fértil de aulas com Noël Lee, frequentou o Conservatoire Américain de Fontainebleau e a Académie Francis Poulenc. Entre aulas e masterclass, recebeu a orientação de mestres como Phillipe Entremont, Alicia deLarrocha, Jean Phillipe Collard, Christian Ivaldi, Nahin Marum e Gilberto Tinetti.
Esteve frente a orquestras como a do Festival Eleazar de Carvalho, além das Sinfônicas de Campo Grande, São Caetano do Sul, Tatuí e de Sergipe. Como camerista, tem realizado diversos trabalhos junto a importantes nomes da cena musical clássica brasileira. Destes, se destaca a parceira com o cantor Edson Cordeiro, com quem gravou o elogiado álbum Contratenor, que em 2006 foi indicado ao Latin Grammy Awards® na categoria Melhor Álbum Clássico.

Com o apoio da Capes, realizou no mestrado em performance a pesquisa “Dedilhado pianístico e suas relações com princípios técnicos e musicais”, pelo Instituto de Artes da Unesp. Residente em São Paulo, Antonio Vaz Lemes é professor na Escola Municipal de Iniciação Artística (Emia), onde desenvolve intensa atividade pedagógica na iniciação pianística infantil.
Seu primeiro álbum solo, Sonata Brasileira, é o primeiro lançado em formato aplicativo lançado na música clássica mundial. Aclamado pela mídia especializada, registra tanto sua técnica e musicalidade como seus interesses e inquietações artísticas.

Luiz Carlos Durier – Natural de João Pessoa (PB), Luiz Carlos Durier é o regente titular da OSPB Jovem há 17 anos. Seu trabalho direcionado para jovens músicos em formação tem reconhecimento em todo o Brasil. As suas interpretações cativantes e criativas produzem sempre sucesso de público e crítica. Sob sua batuta já se tornou tradição a Jovem apresentar estreias mundiais com excelente qualidade técnica e artística. Em setembro de 2013 foi nomeado diretor artístico e regente titular da OSPB.

Na UFPB concluiu o ensino superior de Música nos cursos de Licenciatura e Bacharelado. Desde que chegou à Escola de Música Anthenor Navarro (Eman), em 1991, lidera atividades de educação musical ensinando: Musicalização, Viola e Música de Câmara e Regência. Participou das XIX e XX Semana da Música da UFRN como professor da classe de regência. Na UEPB está realizando o Curso de Especiação Em Fundamentos da Educação – Práticas Pedagógicas Interdisciplinares.

Como regente convidado conduziu a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, Orquestra Sinfônica do Estado de Sergipe, Orquestra Sinfônica da UFRN e Orquestra Criança Cidadã do Recife. Regeu a Orquestra de Cordas da 29ª e 30ª Oficina de Música de Curitiba. Na sua formação como regente foi aluno de Wolfgang Groth, Nelson Nuremberg e Guilhermo Scarabino. Desde 2005 estuda com o maestro Osvaldo Ferreira. Participou de Master Class com os maestros Kurt Masur e, recentemente, com Dante Anzolini. Ainda teve como mestres o maestro José Siqueira, José Alberto Kaplan, Iara Bernette, Violeta de Gainza, Guilhermo Campos e Horácio Schafer.

Conduziu a OSPB na gravação ao vivo do CD da cantora Marines e sua Gente, do DVD Sivuca e os Músicos Paraibanos. Tem acompanhado com frequência artistas populares com a OSPB e OSPB Jovem em grandes concertos populares, tais como: Ângela Ro Ro, Arnaldo Antunes, Tico Santa Cruz e Renato Rocha (Detonautas), Flávio José, Genival Lacerda, Alcione, Toninho Ferragutti, Geraldo Azevedo e Dominguinhos, sempre com grande sucesso de público e crítica. No ano de 2012 recebeu a Comenda de Honra ao Mérito pelo brilhante desempenho profissional frente à OSPB.

Serviço: Orquestra Sinfônica da Paraíba - 5º Concerto Oficial da Temporada 2015
Solista: Antonio Vaz Lemes (piano)
Regência: maestro Luiz Carlos Durier
Data: quinta-feira (30)
Hora: 20h30
Local: Sala de Concertos Maestro José Siqueira (Espaço Cultural José Lins do Rego)
Entrada: gratuita

João Pessoa sedia Encontro de Graffiti no fim de semana

Publicado em Cultura
Segunda, 11 Maio 2015 15:20

O bairro São José e o Skate Plaza (Manaíra) em João Pessoa recebem nos dias 15,16 e 17 de maio o 2º Encontro de Graffiti CIC. O evento, patrocinado pela Petrobras, contará com a presença de artistas locais e de vários estados do país, com público estimado em 800 pessoas.

O objetivo é levar a artes às ruas e gerar debates acerca do Graffiti e temas relevantes atualmente como: o empreendedorismo, a força das mulheres e a economia criativa.

Paralelamente, haverá uma feira com produtos dos artistas participantes e outros ligados a cultura de rua e intervenções culturais, além de um mutirão de Graffiti com todos os convidados e shows ao fim de cada dia.

Homenageando Giga Brow, um artista visual pessoense que produz há mais de 18 anos, o evento contará com a presença de diversos grafiteiros locais e outros de renome nacional como: Cyber, Marquinhos Perfect, Dedo Verde, Witch, Shiko, Marcelo Ment, Acme, entre outros.

O Centro Interativo de Circo – CIC - é uma organização sem fins lucrativos que busca garantir o livre acesso à arte, educação, cultura e entretenimento através de hip hop, circo, cinema, informática, música, pintura, esporte, conferências, organização de comércio e eventos culturais, como mecanismo de transformação e inclusão cultural de jovens que vivem em áreas com vulnerabilidade social.

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