Festival Municipal de Quadrilhas lota arquibancadas em JP

Publicado em Cultura
Sábado, 07 Junho 2014 22:18

 

O colorido das bandeirinhas, o xaxado, o forró e as coreografias das quadrilhas fizeram a diferença na abertura do XVIII Festival Municipal de Quadrilhas e uma das etapas do Estadual, nesta sexta-feira (06/06), no Ponto de Cem Réis. O evento, que é promovido pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da sua Fundação Cultural (Funjope), acontece até o dia 15 de junho.

Cerca de 7 mil pessoas, de acordo com a Polícia Militar, lotaram as arquibancadas na primeira noite de apresentações para prestigiar as quadrilhas Arriba Saia (Colibris), Aconchego (Cruz das Armas), Arco Verde (Bairro das Indústrias), Flor de Lírio (Funcionários IV) e Ligeiro Seco (Róger).

Satisfeito com a presença do público, o diretor executivo da Funjope, Maurício Burity, enfatizou que a cada ano as quadrilhas estão se organizando e querendo fazer o melhor. “Fico feliz ao saber que estamos conseguindo melhorar e dar mais qualidade ao festival, que vem fazendo sucesso e trazendo pessoas de várias partes da cidade. Não é a toa que lotamos as arquibancadas no primeiro dia de apresentação”, avaliou.

Para o presidente da Liga das Quadrilhas Juninas de João Pessoa e da União Nordestina das Quadrilhas Juninas (Unej), Edson Pessoa, as quadrilhas estão saindo do amadorismo e fazendo um trabalho mais profissional. Ele também destacou o apoio dado pela PMJP, com uma estrutura capaz de atrair as pessoas a prestigiar o evento e torcer. “Uma boa rivalidade pelo nível técnico que estamos adquirindo, proporcionando belos espetáculos da cultura paraibana. Quero parabenizar o prefeito pelo incentivo que vem dando ao evento e colaborando para que possamos fazer um grande São João”, avaliou.

Neste sábado (7), a partir das 20h, estarão se apresentando no mesmo local as quadrilhas Asa Branca (Alhandra), Jovem Matuto (Funcionários IV), Sanfona Branca (Mangabeira I), Paraíba (Roger) e Fogueirinha (Cruz das Armas), vice do ano passado, além de Lajeiro Seco (Roger), que foi à campeã. As quadrilhas do grupo A se apresentam até neste sábado (7), enquanto a do B, de domingo (8) ao dia 10.

Estrutura - A PMJP montou a estrutura da festa em uma área de 750 metros quadrados, com um grande pavilhão coberto para as apresentações, três arquibancadas com capacidade total para 7 mil pessoas, espaço de acessibilidade e para idosos (150 cadeiras), tendas para a concentração das quadrilhas e palcos para trios de forró e jurados.

Sessenta banheiros químicos estão distribuídos pelo perímetro da festa, da Praça 1817 até a Rua Visconde de Pelotas. O acesso, gratuito, é facilitado por quatro entradas dispostas em cada vértice do quadrilátero e controladas por detectores de metais.

Etapa Estadual - Do dia 11 a 15 de junho, o Ponto de Cem Réis sediará uma das fases eliminatórias da etapa Estadual. Uma média de cinco apresentações por noite agitará a arena a partir das 20h, com meia hora de passagem cronometrada para cada agremiação. Até o dia 15 de junho 48 agremiações, sendo 24 da Capital e 24 das demais cidades paraibanas, estarão se apresentando no festival. Todas as quadrilhas serão julgadas conforme seis critérios: marcador, coreografia, conjunto, figurino, trio pé-de-serra e casamento matuto.

As três mais bem colocadas do grupo B sobem, enquanto que as três menos cotadas da ‘primeira divisão’ serão rebaixadas. As premiações são de R$ 8 mil, R$ 7 mil e R$ 5 mil para os três primeiros colocados do grupo A e de R$ 6,5 mil, R$ 5,5 mil e R$ 4,5 mil para o pódio do grupo B.

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Confira a programação do Festival Municipal de Quadrilhas:
Sábado- 7 de junho

Horário


20h Asa Branca Alhandra
20h30 Jovem Matuto Funcionários IV
21h Sanfona Branca Mangabeira I
21h30 Paraíba Róger
22h Fogueirinha Cruz das Armas
Domingo – 8 de junho

Horário


20h Pó de Serra Mangabeira
20h30 Viana Cabedelo
21h Matuto Show Mangabeira I
21h30 Botijinha Cruz das Armas
22h Tiko Show Mangabeira I
22h35 Explode Coração Colinas do Sul
Segunda-feira – 9 de junho

Horário


20h Macambira Cabedelo
20h30 Balão Dourado Alhandra
21h Mangue Seco Mandacaru
21h30 Sacode Poeira 13 de Maio
22h Xote e Baião Ernani Sátiro
22h35 Nação Matuta Valentina
Terça-feira – 10 de junho

Horário


20h Cangaceiros do Sertão Mandacaru
20h30 Industrial Bairro das Indústrias
21h Linda Flor do Sertão Mangabeira VIII
21h30 Zé Monteiro Cristo
22h Xiado do Xinelo Funcionários IV
22h35 Flor do Mandacaru Mandacaru

Centro Cultural Casa da Pólvora recebe festival de jazz

Publicado em Cultura
Terça, 10 Março 2015 16:58

 

O revitalizado complexo tombado do Centro Cultural Casa da Pólvora, no Centro Histórico, vai realizar neste domingo (15), às 17h, o Pólvora Jazz Festival, o primeiro evento do gênero com seis atrações locais, nacionais e internacionais que vão explorar o jazz e suas múltiplas vertentes num dos pontos mais belos e arquitetonicamente privilegiados da cidade.

O festival conta com o patrocínio da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), através da sua Fundação Cultural (Funjope), e de parceiros privados. A entrada é gratuita. Nomes confirmados incluem o renomado pianista francês Jean Kapsa, premiado no Golden Jazz Trophy, a grande revelação austríaca do piano David Helbock, laureado no conceituado Festival de Jazz de Montreux, e o argentino Ernesto Jodos, que já acompanhou talentos do calibre de Michael Brecker e Paquito D ́Rivera. Completam o time a Tortorello Jazz Band (PB), o saxofonista mineiro Alex Corezzi e o saxofonista argentino Alejandro Chiabrando.

“A nossa intenção é despertar o interesse do público pela música instrumental e tornar acessível esse estilo pouco difundido, e muitas vezes até desconhecido, do grande público”, destaca a idealizadora e produtora Emanuelle Amaral.

“O festival valoriza a política cultural pensada para o Centro da cidade, em especial para um monumento restaurado, como a Casa da Pólvora. Somado à Mostra Internacional de Teatro (MIT) e ao Festival Internacional de Música Clássica, o evento enaltece o cenário da cidade antiga como palco das manifestações culturais”, declara o diretor-executivo da Funjope, Maurício Burity.

Alejandro Chiabrando (Argentina) - Nativo de Rosario, Argentina, Alejandro graduou-se em clarineta clássica pela Universidade Nacional de Rosario e em Jazz pelaBerkleeCollegeof Music, de Boston (EUA), onde estudou com mestres do jazz, como Joe Lovano, George Garzone, Eddie Tomassi, Dino Govoni, Frank Tiberi, Shannon Leclaire, Dave Santoro, entre outros.

Foi saxofonista e professor de clarinete na Escola Municipal de Música de Rosario e trabalhou como saxofonista profissional na Argentina e EUA por mais de 15 anos, tocando no Rosario Jazz Festival por nove desses. Fez shows com músicos como Bob Gullotti, Leo Genovese, Baron Brown, Boby Gay e Bandoneon Player e venceu o Grammy Raul Jaurena.

David Helbock (Áustria) - Premiado com a maior audiência do mundo em competição solo de piano no Festival de Jazz de Montreux, e depois de conquistar o "Artist Award Outstanding" no seu país natal, David Helbock, austríaco da pequena aldeia de Koblach, acena com uma das mais promissoras carreiras entre os seus pares.

Hoje aos 31, Helbock começou a tocar aos 6 anos de idade. Já viajou o mundo em apresentações e gravações. Desde o início, também se mostrou muito ativo como compositor. Em uma de suas obras, batizada de "Um Ano de Projeto de Composição", se dedicou a escrever uma nova peça por dia durante um ano inteiro. Em 2010, o seu "Personal Realbook" com mais de 600 páginas de música, foi lançado.

Alex Corezzi (Minas Gerais) - Corezzi começou na música com a guitarra e foi seduzido pelo jazz a trocar pelo saxofone. Começou com o maestro Edson Rodrigues (do Conservatório Pernambucano de Música) e se especializou no estilo pela American Schoolof Modern Music - Berklee Paris, tendo estudado com nomes como Brad Wheler, Esteve Carbonara, Peter Giron, entre outros.

Começou a atuar profissionalmente como saxofonista nas orquestras de frevo de Olinda, ao passo que se apresentava em bares com bandas de blues, quando foi convidado a ser o primeiro sax alto da Orquestra Tropicália, na Expo Hanoverde 2000. Já gravou cinco CDs, o último com o pianista francês Jean Kapsa.

Ernesto Jodos (Argentina) - Acompanhou em turnês pela Argentina Michael Brecker, Paquito D ́Rivera e George Garzone. O reconhecimento pela crítica veio com "A pesar del diablo", de 1997:Melhor Músico de Jazz e melhor Pianista de Jazz, segundo o “La Nación” (2001), Prêmio Clarínde Melhor Disco de Jazz por "Cambio de Celda"(2001); Prêmio Clarín Revelação em Jazz (2002), Prêmio Clarín “A Figura do Ano” e o Rubro Jazz (2004), Prêmio Konex de Melhor Solista da Década (1995-2005) e Prêmios Gardel (2008 e 2009) pelos discos "Ernesto Jodos Trío" e "El Jardín Seco".

Jean Kapsa (França) - Os festivais Jazz à Vienne, Respire Festival Jazz e Jazzaufil de l’Oise alimentaram a fama deste pianista, que acompanhou artistas como Magnus Lindgren e Bob Mintzer.Kapsa faturou com o quarteto Festen, o Tremplin Jazz de Lagny, presidido por Stéphane Huchard, e o Golden Jazz Trophy, presidido por Martial Solal. O seu primeiro álbum, “Festen”, de 2010, foi bem recebido pela crítica.

Além disso, evoluiu no quarteto Back, fundado em 2006 pelo saxofonista Benoit Berthe. O grupo atuou nos festivais Jazz in Marciac, Jazz à Vienne, Avoriaz Jazz Up e Recife Jazz Festival, e ganhou em 2011 o prêmio do European Jazz Contest, em Roma.

Dirceu Tortorello (PB) - Já na infância, Tortorello tocava como caixa-mestre em uma banda marcial, onde demonstrava grande paixão pela música. Teve aulas de rudimentos e concepção com Jack Dejonhette.

Começou tocando jazz em 1983, em Curitiba, com Jeff Sabbag e Mauro Martins, seguindo para São Paulo, com Hildebrando Brasil, Bocatto e Tomate. No Nordeste há 25 anos, difunde a música instrumental improvisativa, tendo se apresentado com Zeca Baleiro, Max de Castro, Renata Arruda, Gesse, Erick Flamarion, entre outros.

Mosaico Coral realiza concerto cênico-musical na capital

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Quinta, 19 Março 2015 14:16

O projeto Mosaico Coral, que surgiu no ano passado após a fusão de dois corais de João Pessoa, sobe aos palcos da Sala de Concertos Radegundis Feitosa neste sábado (21/03), em apresentação única às 20h. “TrueColors” é o nome do espetáculo cênico-musical, que envolve 23 cantores e quatro instrumentistas, sob a regência do maestro Onivaldo Júnior.

No repertório, 20 canções são divididas em três blocos: o primeiro, predominantemente de hits internacionais, alguns retrôs (de Aretha Franklin a Frankie Valli, por exemplo), outros mais contemporâneos (como Avril Lavigne); o segundo, com canções de compositores nacionalmente conhecidos, a exemplo de Milton Nascimento, Beto Guedes e Zeca Baleiro, entre outros; e um terceiro, cujo foco é mostrar os talentos de cantores e instrumentistas que integraram o projeto: Alana Franco, Luís Carlos Venceslau e Rammon Felipe.

Cada bloco será aberto por um quarteto solista, que se apresentam como narradores musicais do que será cantado pelo coro. Além das performances vocais, os integrantes também realizam coreografias ou movimentações cênicas na maior parte do espetáculo, que, junto com as trocas de figurinos, fazem jus ao conceito de “Mosaico Coral”.

Mosaico CoralOs componentes do espetáculo são divididos em seis classificações vocais: Sopranos (Clívia Pontes, Dani Rabelo, Flaviana Dantas, Maria Betânia e Trícia Nunes); Mezzo-Sopranos (Camilla França, Elza Almeida, Mônica Melo, Paula Regina e Salete Lélis); Contraltos (Juliana Araruna, Nathalia Andrade e Vanessa Dantas); Tenores (Ariclenes Araújo, Luciano Albuquerque e Ricardo Gomes); Barítonos (Abidias França, Diôgo Santos e Moisés Fernandes) e Baixos (Hugo Tavares, Raphael Rodrigues, Robson Lima e Thyago Freire). A apresentação conta, ainda, com a participação dos músicos Rammon Felipe (violão), Breno Eduardo (percussão), Alice Lumi (piano) e Fernando Pintassilgo (flauta).

Onivaldo Júnior, que assina a direção musical e regência, é também responsável pela maioria dos arranjos. Concluinte da Licenciatura em Música pela Universidade Federal da Paraíba, ele foi aluno de professores conceituados no que se refere à prática coral em João Pessoa: Tom K, Eduardo Nóbrega, Geraldo Rocha e Eli-Eri Moura, entre outros, com quem recebeu formação em harmonia e regência. Ele idealizou o projeto quando unificou os corais que regia até 2013: o Vocatus (pertencente ao Centro de Ciências da Saúde da UFPB) e o Legatto (grupo independente), além de abrir vagas para novos integrantes.

Estacine contará com a presença do cinéfilo Andrés Von Dessauer

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Sexta, 20 Março 2015 11:23

 

O projeto Estacine deste domingo (22), em especial, contará com a presença do cinéfilo Andrés Von Dessauer que irá comentar, após a exibição, o filme mexicano “O Labirinto do Fauno” (EUA, Espanha, México, 2006). A exibição acontece às 16h, no miniauditório da Estação das Artes, prédio ao lado da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no altiplano. A entrada é gratuita e a classificação indicativa é de 16 anos de idade.

“O Labirinto do Fauno” está inserido na programação da Mostra “Guerra Civil Espanhola” e se passa em 1944. Oficialmente, a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia (Ivana Baquero), de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen (Ariadna Gil). Lá espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade.

Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes (Maribel Verdú), jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta.

No sábado (21), dentro da Mostra Mulheres, será exibido o filme “Anna Karenina” (EUA,1997), um drama dirigido por Bernard Rose, de classificação livre, que traz no elenco os atores: Sophie Marceau, Sean Bean, Alfred Molina, Mia Kirshner. O filme conta a história de Anna Karenina (Sophie Marceau), uma mulher jovem e elegante que é casada com Alexei Karenin (James Fox), um homem rico e nobre, e 20 anos mais velho que ela. Ela se sente infeliz na relação matrimonial, e vive apenas para o seu filho.

Uma noite, durante um baile, Anna conhece o charmoso Conde Alexei Vronsky (Sean Bean), que logo se encanta por ela e começa a perseguí-la. Inicialmente ela recusa suas investidas, mas depois cede aos sentimentos, e se torna sua amante. Eles são felizes juntos, mas a relação dos dois desanda quando Anna aborta o filho que esperava de Vronsky. A entrada também é gratuita e exibição será no mesmo local, às 16h.

Sobre o comentarista - Andres von Dessauer é cinéfilo e comentarista, chileno, radicado em João Pessoa há mais de 10 anos. Escreve em vários periódicos no Brasil e no exterior.

Projeto Estacine – O Estacine é um projeto de cinema idealizado pelo setor de eventos da Estação Cabo Branco, que surgiu no ano de 2009, com o intuito de levar cinema de forma gratuita para a população. No cardápio das exibições estão filmes que estão fora do circuito das salas de exibições da cidade. No primeiro momento eram exibidos apenas filmes nacionais, mas o público queria mais e o projeto passou a exibir filmes nacionais e internacionais. No ano seguinte o projeto Estacine ganha nova roupagem e passa a ser concebido em forma de Mostra, contemplando determinado tema/assunto ou mesmo homenageando atores famosos de dentro e fora do país. A necessidade aumentou e o projeto ganhou comentadores, ou seja, a cada exibição um ator, diretor, conhecedor e amante do cinema debate sobre o filme. Desde sua criação já foram exibidos mais de 1.200 filmes.

SERVIÇO
PROJETO ESTACINE
MOSTRA MULHERES
Filme: Anna Karenina
Sábado (21)
Hora: 16h
Local: Miniauditório da Estação das Artes
Entrada gratuita

MOSTRA GUERRA CIVIL ESPANHOLA
Filme: O Labirinto do Fauno
Domingo (22)
Hora: 16h
Local: Miniauditório da Estação das Artes
Entrada gratuita

Homenagem a Marcos Pinto marca reabertura do Paulo Pontes

Publicado em Cultura
Domingo, 22 Março 2015 15:33

O Teatro Paulo Pontes, localizado no Espaço Cultural, foi reaberto na noite de sábado (21/03) com a apresentação do espetáculo “A Saga de Daluz”, do grupo Geca, um dos últimos trabalhos dirigidos pelo diretor e ator Marcos Pinto, morto no ano passado, e da peça “Amálgama”, da Cia de Dança Lunay. O governador Ricardo Coutinho, a vice-governadora Lígia Feliciano e o secretário de Cultura do Estado, Lau Siqueira, fizeram a entrega do equipamento, que foi totalmente reformado e ganhou uma nova caixa cênica e cabine técnica, que possibilita receber grandes atrações nacionais e internacionais.

O novo Teatro Paulo Pontes voltou a ficar lotado e os espectadores puderam conferir o conforto das novas poltronas, tratamento acústico, nova climatização e o novo corredor central com acessibilidade. Dos 660 lugares disponíveis, 640 são poltronas convencionais, 14 lugares para cadeirantes e seis assentos para portadores de necessidades especiais. O investimento no Teatro Paulo Pontes foi de R$ 8 milhões, dentro dos R$ 48 milhões investidos na reforma do Espaço Cultural José Lins do Rêgo.

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O governador Ricardo Coutinho afirmou que é com alegria que entrega um dos principais teatros do Estado com acústica de qualidade, com o novo tablado, caixa cênica, acessibilidade, lembrando também as reformas do Teatro Santa Roza e do Teatro Irácles Pires, em Cajazeiras, e a construção do teatro do Centro de Convenções. “Estamos trabalhando dentro de uma concepção de que a arte e a cultura devem servir para melhorar a sociedade e ser instrumento permanente a favor das transformações e avanços. Sem cultura é impossível fazer. Esse é um investimento fundamental e eu sou uma pessoa muito feliz porque percebo que tudo que a gente lutou e sonhou está conseguindo transformar em realidade”.

Para Ricardo, o teatro paraibano está ainda mais vivo e o Paulo Pontes reabre dando espaço para grupos locais que é uma opção da gestão que sabe da capacidade dos artistas de redefinir caminhos e atrair a juventude para a cidadania. “Ao ver um teatro cheio com dois grupos locais você percebe a força do teatro paraibano”.

O secretário de Cultura do Estado, Lau Siqueira, destacou que o governo teve o cuidado diante da preciosidade do Teatro Paulo Pontes, de prestar essa homenagem à memória do grande teatrólogo e de recolocá-lo novamente na rota dos grandes espetáculos, após a reforma. Lau destacou o novo tratamento acústico que possibilita uma boa audiência em todo o teatro e possibilita, por exemplo, que aconteça de forma simultânea um show na Praça do Povo e uma apresentação no Paulo Pontes. “Iniciamos um novo período que será muito importante para o desenvolvimento cultural e econômico da Paraíba, a consolidação de um complexo teatral dos mais significativos no Nordeste. Importante fazer parte dessa história”.

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A presidente da Fundação Espaço Cultural, Márcia Lucena, explicou que a caixa cênica é a alma de um teatro e que o Paulo Pontes ganha alma e vida com todas as melhorias. Ela adiantou que o novo Paulo Pontes já tem uma pauta de espetáculos até dezembro. “Iniciamos as apresentações com essa homenagem ao artista Marcos Pinto e, a partir de agora, estamos abertos para novos espetáculos. Na próxima semana teremos a apresentação da coreógrafa Débora Colker”, completou.

Diversos atores e artistas estiveram prestigiando a reabertura do Teatro Paulo Pontes. A atriz paraibana Zezita Matos, que tem mais de 50 anos de carreira, disse que como atriz e cidadã está feliz em ver que os artistas paraibanos e também de fora têm um espaço moderno e adequado para apresentarem os seus trabalhos. “Com a caixa acústica podemos dizer que o Paulo Pontes não é apenas uma casa de espetáculo, mas um grande teatro com as peculiaridades que a arte exige”.

Zezita Matos confessou que está ansiosa para voltar ao palco do Paulo Pontes e também do Teatro Santa Rosa com grande público revivendo os tempos áureos do teatro paraibano. Zezita destacou a importância do teatro ser ocupado pelas escolas, pois “a gente tem que educar os jovens para a arte e assim manter viva a nossa cultura”, disse.

O ator e diretor de Teatro do Espaço Cultural, Daniel Porpino, destacou a homenagem ao diretor e ator Marcos Pinto celebrando a sua vida e obra com a apresentação do espetáculo “A Saga de Daluz”, um dos últimos dirigidos por ele em vida antes de ser assassinado em dezembro do ano passado. Ele destacou que o Dia Mundial do Teatro, que será comemorado entre os dias 25 e 28 de março, terá uma programação em 12 cidades e vai homenagear Marcos Pinto.

Homenagem – A noite foi encerrada com muita emoção com depoimento emocionado da atriz Marinalva Rodrigues e dos outros atores do grupo Geca- Cena Aberta, que trabalharam com o ator e diretor. O espetáculo “A Saga de Daluz” aproveita a beleza poética e satírica, pincelada pelo humor sagaz da cultura popular. “Essa é a história de um casal em convulsão, verso tirado da rima de uma canção. Depois de quase 20 anos, surge uma nova situação, a chegada de uma nova criança, menino ou menina, eis a questão: nascer ou não nascer, essa é a grande confusão”, diz a sinopse da peça.

Espetáculos marcam Dia Mundial do Teatro e Nacional do Circo

Publicado em Cultura
Domingo, 29 Março 2015 16:09

Doze cidades interligadas pelas artes do teatro e do circo. Assim foi a noite de 27 de março na Paraíba. João Pessoa, Campina Grande, Alagoa Grande, Areia, Bananeiras, Cajazeiras, Conde, Cuité, Guarabira, Monteiro, Pombal e Sousa receberam espetáculos gratuitos em seus palcos e praças dentro da programação especial realizada pelo Governo da Paraíba, em homenagem ao Dia Mundial do Teatro e Nacional do Circo. No principal dia do evento (27), a programação promoveu uma grande circulação de grupos exclusivamente paraibanos, como forma de valorizar, divulgar e mostrar a arte produzida.

Além do teatro e do circo, a ação também promoveu uma homenagem à memoria do ator e diretor Marcos Pinto, morto em dezembro de 2014. Neste sábado (28), uma última apresentação encerra a programação em João Pessoa, “Haru – A Primavera do Aprendiz”, do grupo pernambucano Rapha Santacruz Produções. A apresentação voltada para o público infanto-juvenil começa às 18h, no Teatro Paulo Pontes no Espaço Cultural.

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Em João Pessoa, alunos do curso de Teatro da UFPB mostraram que estão prontos para encarar o palco com profissionalismo. Eles encenaram o espetáculo Henrique IV, dirigido pelo professor Osvaldo Anzolin. “Henrique IV foi um desafio muito grande. É um texto maravilhoso, longo, difícil de ser representado, então é um grande desafio. Eu fiquei bastante impressionado com o que os alunos conseguiram fazer. Conseguiram se dedicar até chegar ao ponto que eles queriam”, observou.

Para Anzolin, a oportunidade de se apresentarem num teatro renovado e moderno como o Paulo Pontes, dentro de uma programação oficial do Governo do Estado foi valiosa para os alunos. “Principalmente para os alunos que têm pouca experiência, essa é uma oportunidade riquíssima que vai valer para o resto da vida deles. Um teatro tão bem acabado é raro. É uma oportunidade única se apresentar aqui”, comemorou.

A presidente da Fundação Espaço Cultural (Funesc), Márcia Lucena, avaliou a ação como construtiva para a cultura paraibana. “Levamos espetáculos a cidades pequenas da Paraíba que não têm muito acesso à cultura em sua rotina, bem como usamos cidades polo como Cajazeiras e Pombal para abraçar uma fatia maior de nossa população, municípios que, além de receberem os seus moradores, contemplam o público da região do Sertão paraibano. É nessa tônica que pretendemos continuar o nosso trabalho, fazendo arte com nossos artistas, produtores e agentes culturais e espalhando-a, multiplicando-a por toda Paraíba”, ressaltou.

Espetáculos - Ainda no Litoral, no município do Conde, o grupo Bufões de Olavo (João Pessoa) apresentou “Clown Bar”, no auditório da Escola João Gomes Ribeiro. Em Campina Grande, o Dia Mundial do Teatro e Nacional do Circo foi festejado com o espetáculo infantil “Faz de Conta”, do Grupo Graxa de Teatro. A atração foi recebida no Cine Teatro São José. Em alagoa Grande, a Cia de Artes Vira, de Cuité, apresentou “Alforria”, no Teatro Santa Ignês. Em Areia, num dos teatros mais tradicionais da Paraíba, o Minerva, a atração foi “Os Nadadores”, do Circo de Eventos da Paraíba (João Pessoa). Ainda no Brejo, em Bananeiras, a Trupe Arlequin de Circo-Teatro (João Pessoa), apresentou o “Circo Arlequin”, na Praça Central da cidade. Em Cajazeiras, o grupo de Bananeiras Flor de Cedro encenou “Casamento de Branco” na Praça Nêgo Zé. Na cidade de Cuité, o público conferiu “Os Malefícios do Fumo”, do Monólogo de Daniel Araújo (João Pessoa). A apresentação foi no Teatro Municipal Dona Chicota. Em Guarabira, Recreio Dramático, de Areia, encenou “Adorável Família”, no Teatro Municipal Geraldo Alverga. Na cidade Monteiro, “A Saga de Daluz” do grupo Geca (João Pessoa) foi a atração do Teatro Municipal Jansen Filho. Já em Pombal, o Teatro Murarte recebeu “O Circo das Pulgas”, da Cia de Teatro e Circo Lua Crescente, e em Sousa, o espetáculo circense “De Volta ao Picadeiro”, da Família Los Iranzi (João Pessoa), foi a atração que festejou o dia 27 de março na Praça Guanabara.

Encerramento - Realizado por meio da Funesc, nos municípios o evento contou com o apoio das prefeituras locais, que acolheram as atrações no dia 27 de março. Neste sábado (28), as atrações continuam apenas em João Pessoa. Após o espetáculo, haverá debate com o tema Teatro para a Infância e Juventude, mediado por Valeska Picado, diretora do grupo Engenho Imaginário (PB).

Sinfônica PB apresenta concerto com Sibelle de Luna

Publicado em Cultura
Terça, 31 Março 2015 14:11

A Orquestra Sinfônica da Paraíba apresenta o terceiro concerto oficial da Temporada 2015, nesta quinta-feira (02/03), a partir das 20h30. Sob regência do maestro titular Luiz Carlos Durier, a apresentação acontece na Sala de Concertos Maestro José Siqueira (Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa) e traz como solista a mezzo-soprano Sibelle de Luna (Natal, RN). A entrada é gratuita.

O concerto começa com a “Abertura Festiva”, de José Alberto Kaplan (1935 - 2009), obra encomendada pelo I Festival Internacional de Música de Natal em 1998. Em seguida, a Orquestra executará “Amor Bruxo”, balé composto pelo espanhol Manuel de Falla (1876 - 1946), a pedido coreógrafa flamenca Pastora Imperio. A execução da obra conta com solo de Sibelle de Luna. A história narra as aventuras de Candela, uma jovem cigana, cuja relação com Carmelo é atormentada pelo fantasma de seu antigo amor. A música tem um caráter andaluz e o texto é escrito em dialeto cigano-andaluz. A versão original foi composta em 1915 para um grupo de câmara e posteriormente, em 1925, uma nova para orquestra sinfônica e mezzo-soprano foi escrita.

Para fechar a noite, o repertório da OSPB traz a “Suíte Chopiniana, Op. 46”, do compositor russo Alexander Glazunov (1865 - 1936). A peça se divide nos movimentos ‘Polonesa’; ‘Noturno’; ‘Mazurca’, terminando com a ‘Tarantela’.


Sibelle-3Sibelle de Luna (mezzo-soprano) - Natural de Brasília (DF), mudou-se para Natal (RN) ainda criança, quando começou estudar violão clássico na sua adolescência. Iniciou os estudos de canto em 1992 em Curitiba com os professores Luiz Pedro Gória e Denise Sartori. Anos depois teve como professores Neyde Thomas e Rio Novello. Integrou o coral lírico do Teatro Guaíra por seis anos, participando de diversas montagens de óperas e concertos junto com a Orquestra Sinfônica do Paraná – PR.

Como professora, atuou junto à UFRN na qualidade de substituta nas disciplinas de Canto e Fisiologia vocal, nos anos de 2006 a 2009. Foi supervisora musical do projeto “Meninartecidade”, na cidade de Parnamirim (RN). Ministrou dois cursos de técnica vocal na cidade de Zürich, Suíça, para comunidades espanholas e suíças. Como solista atuou em ópera no Festival Internacional de Esperanto na cidade de Curitiba, no ano de 1997, junto a OSRN sob a regência do maestro Osvaldo D’amore e da OSJPB sob a regência do maestro Luiz Carlos Durier. No ano de 2013, participou da Temporada de concertos da OSRN, cantando El Amor Brujo de Manole de Falla e em 2014 o Christmas Oratório de Sanit-Säens sob a regência do maestro Dr. Linus Lerner.

Desde o ano de 1999 é Membro do Coral Canto do Povo da FJA, e atua em produções de eventos na cidade de Natal – RN.

Luiz Carlos Durier (regente) - Natural de João Pessoa (PB), é o regente titular da OSPB Jovem há 17 anos. Seu trabalho direcionado para jovens músicos em formação tem reconhecimento em todo o Brasil. As suas interpretações produzem sempre sucesso de público e crítica. Sob sua batuta já se tornou tradição a Jovem apresentar estreias mundiais com excelente qualidade técnica e artística. Em setembro de 2013, foi nomeado diretor artístico e regente titular da OSPB.

Na UFPB concluiu o ensino superior de Música nos cursos de Lienciatura e Bacharelado. Desde que chegou à Escola de Música Anthenor Navarro – EMAN, em 1991, lidera atividades de educação musical ensinando: Musicalização, Viola e Música de Câmara e Regência. Participou das XIX e XX Semana da Música da UFRN como professor da classe de regência. Na UEPB realiza o Curso de Especiação Em Fundamentos da Educação – Práticas Pedagógicas Interdisciplinares.

Como regente convidado conduziu a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte, Orquestra Sinfônica do Estado de Sergipe, Orquestra Sinfônica da UFRN e Orquestra Criança Cidadã do Recife. Regeu a Orquestra de Cordas da 29ª e 30ª Oficina de Música de Curitiba. Na sua formação como regente foi aluno de Wolfgang Groth, Nelson Nuremberg e Guilhermo Scarabino. Desde 2005, estuda com o maestro Osvaldo Ferreira. Participou de Master Class com os maestros Kurt Masur e, recentemente, com Dante Anzolini. Ainda teve como mestres o maestro José Siqueira, José Alberto Kaplan, Iara Bernette, Violeta de Gainza, Guilhermo Campos e Horácio Schafer.

Conduziu a OSPB na gravação ao vivo do CD da cantora Marines e sua Gente, do DVD Sivuca e os Músicos Paraibanos. Tem acompanhado com frequência artistas populares com a OSPB e Orquestra Sinfônica Jovem em grandes concertos populares, tais como: Ângela Ro Ro, Arnaldo Antunes, Tico Santa Cruz e Renato Rocha (Detonautas), Flávio José, Genival Lacerda, Alcione, Toninho Ferragutti, Geraldo Azevedo e Dominguinhos, sempre com grande sucesso de público e crítica. No ano de 2012, recebeu a Comenda de Honra ao Mérito, pelo desempenho profissional frente à OSPB.

Funjope prepara estrutura para Paixão de Cristo

Publicado em Cultura
Terça, 31 Março 2015 14:49

 

A dois dias da estreia de “Divina Luz”, a nova encenação central da Paixão de Cristo, a Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) dá início à montagem da estrutura no Ponto de Cem Réis. Três arquibancadas, com capacidade total para três mil pessoas, começam a ser montadas a partir desta quarta-feira (1º), junto com os tablados, camarins, cenário, sistema de som e grides para a iluminação.

O elenco do espetáculo também está nos preparativos finais para a estreia, com ensaios diários toda noite, no mesmo local da apresentação. Com dramaturgia e direção de Paulo Vieira, “Divina Luz” contará com uma estrutura grandiosa, fazendo jus aos milhares de espectadores esperados para assistir à encenação da história santa, montada na arena de 1,6 mil metros quadrados. A temporada de quatro dias, e oito sessões, começa nesta quinta-feira (2) e vai até o domingo (5), com entrada gratuita, às 19h e 21h (apenas a segunda sessão do dia 2 terá entrada aberta ao público, sendo a primeira voltada para a imprensa e convidados).

“Vemos que os atores estão expondo toda a sua veia criativa na arena e sentimos a dimensão que a obra assume dentro do próprio movimento artístico da cidade”, cita Kalline Brito, coordenadora da Divisão de Artes Cênicas da fundação.

“Divina Luz” toma por base o Evangelho segundo São João, por ser de forte poder evocativo e profundamente simbólico, como aponta o dramaturgo. “A escolha de João se deu não apenas pela originalidade: João era judeu e tinha convivido com Jesus. O evangelho, portanto, não se contenta com meros acontecimentos históricos, pois tem como objeto a fé na pessoa e na obra salvadora do Messias”, justifica. Vieira também acredita que esta leitura pelos olhos de São João Batista tende a acentuar o potencial dramático da história santa.

Uma novidade do projeto deste ano é que não haverá falas pré-gravadas, ao contrário dos anos anteriores. A superprodução conta com 88 pessoas, divididas entre elenco, corpo cênico, coristas, músicos e equipe técnica.

“Há no evangelho um vocabulário expressivo, alegórico e de forte poder evocativo. Algumas passagens importantes dos evangelhos sinópticos não aparecem em João, tais como o Sermão da Montanha, a tentação, a transfiguração e a instituição da Eucaristia. Em compensação, o seu intenso simbolismo está presente em palavras como verdade, luz, amor, glória, espírito”, acrescenta o diretor.

Ficha técnica:
Direção e dramaturgia: Paulo Vieira
Assistente de direção: Suzy Lopes
Concepção coreográfica: Marcos Brandão
Direção musical, composição e regência: Carlos Anísio
Figurino: Ângela Lopes e Yon Pontes
Cenário e adereços: Yon Pontes
Lighting designer: Fabiano Diniz
Iluminação: Eloy Pessoa
Maquiagem: Willian Muniz
Assistentes de maquiagem: Romilson Rodrigues
Contrarregras:
Apoio do espetáculo: Agamenon Vieira, Gabriel Filho, Sofia Lopes, Arcângela Lopes, Rose Lira e Diacisa Sales
Camareiras: Maria Celina, Josileide Gomes e Penha Barreto

Elenco:
Gladson Galego – Jesus Cristo
Suzy Lopes – Maria
Jorge Felix – João Batista
Netto Ribeiro – Discípulo André
Flávio Lira – Discípulo Pedro
Servílio de Holanda - Discípulo Judas Iscariotes
Oswaldo Travassos – Discípulo Simão
Bertrand Araújo Sousa – Discípulo Nathanael
Márcio de Paula – Discípulo Felipe
Edilson Dias – Discípulo João Evangelista
Jacinto Moreno – Discípulo Tomé
Sebastião Terra – Discípulo Bartolomeu
Fabio Campos – Discípulo Mateus
Carlos Bertrand – Discípulo Tiago, o grande
Rafael Dantas – Discípulo Tiago, o pequeno
Adailson Costa – Sacerdote I
Dadá Venceslau – Sacerdote II
Thardelly Lima – Herodes
Thaismary Ribeiro – Salomé
Dudha Moreira – Herodíades
Roberto Cartaxo – Nicodemos
David Muniz – Pilatos
Ingrid Trigueiro – Claudia
Omar Brito – Caifás
Raquel Ferreira – Samaritana
Itamira Barbosa – Adúltera
Ulisses Nogueira – Noivo Canaã, soldado e bailarino
Denilce Regina – Noiva Canaã e bailarina
Márcio Bacellar – Mestre-sala
Jô Carvalho – Marta
Maurício Barbosa – Lázaro
João Brandão – Barrabás
Naiara Misa – Aleijada e bailarina
Ademilton Barros – Cego e bailarino
Dan Oliveira – Soldado e bailarino
Rafael Dante – Soldado
Amanda Auto – Mulher do povo
Luna Dias – Mulher do povo
Priscila Cler – Mulher do povo
Alice Maria – Mulher do povo

Bailarinos:
Angélica Lemos
Dan Oliveira
Giovanna Lima
Jean Oliveira
Josemberg Pereira
Luana Aires
Marcos Brandão

Músicos
Renan Rezende - Flauta/Flautim
Heleno Costa Filho - Saxofone/Fagote
Zácaro Pinto - Trompete/Flugelhorn
Sandoval Moreno – Trombone
Sonoros Luã Brito - Guitarra/Efeitos
Helio Giovanni - Teclado/Sanfona
Xisto Medeiros – Contrabaixo
Gladson Meira – Bateria
Francisco Xavier - Percussão

Coro
Fátima França
Mira Maya
Eliza Leão
Beth Pimenta
Luciana Costa
Selma Garrido
Geraldo Rocha
Ailton França
Paulo Adriano
Ottoni Melo
Gilson Santos
Pedro Paulo

Rui Leitão lança livro de crônicas na Casa de José Américo

Publicado em Cultura
Quarta, 01 Abril 2015 12:18

O livro “A Essência da Sabedoria Popular – Crônicas”, de Rui Leitão, será lançado no próximo dia 8 de abril, às 19h, na Fundação Casa de José Américo. Editada no parque gráfico de A União, a obra será apresentada pelo cronista e acadêmico Damião Ramos Cavalcanti. O prefácio é assinado pelo psicanalista e escritor Carlos Santos.

“A Essência da Sabedoria Popular”, segundo Rui Leitão, resulta de crônicas que pretendem chamar a reflexão sobre provérbios, ditados e expressões populares. “Procurando compreender melhor os saberes populares, que nos foram transmitidos de geração a geração, a sabedoria popular construída na experiência do dia a dia oferta-nos a possibilidade de, conhecendo a cultura oral dos antepassados, podermos nos orientar no enfrentamento das situações da vida real. Considero importante a tradição cultural despertando a atenção e o respeito da contemporaneidade, em razão dos conceitos nela existente”, detalha o autor.

31.03.15-ruileito lanar_livro_fundacao_casa_jose_americoPerfil – Rui Cézar de Vasconcelos Leitão, paraibano de Patos, teve sua vida profissional dedicada a atividades bancárias e no exercício de cargos na administração pública. Na área cultural, foi secretário-executivo da Comissão Organizadora dos Eventos Comemorativos do IV Centenário da Paraíba, diretor presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba (Iphaep), diretor superintendente da Rádio Tabajara da Paraíba e superintendente do Jornal e Editora A União.

Em 2013, publicou seu primeiro livro “1968 – O Grito de uma Geração”, editado pela UEPB, no qual resgata os acontecimentos históricos que fizeram daquele ano um tempo de transformações no mundo inteiro, colocando a Paraíba no contexto. Em 2014, um dos seus trabalhos de pesquisa sobre a ditadura militar dos anos 60, intitulado “A História contada pela Música”, incluído numa coletânea de textos publicada no livro “Golpe Civil-Militar e Ditadura na Paraíba”.

Assinou coluna em vários portais da Paraíba, entre eles o Portalbip, de João Pessoa, e A Palavra online, de Campina Grande. Atualmente publica diariamente suas crônicas no www.wscom.com.br, refletindo sobre temas que se fazem presente no cotidiano social. Estão no prelo dois livros: “Sentimentos Emoções e Atitudes – Crônicas” e “Refletindo através da Música”.

Brasileiro é anunciado como novo guitarrista do Megadeth

Publicado em Cultura
Sexta, 03 Abril 2015 16:44

 

O brasileiro Kiko Loureiro foi anunciado nesta quinta-feira (2) como novo guitarrista do Megadeth. O líder da banda norte-americana, Dave Mustaine, divulgou o comunicado no site oficial da banda, com uma foto ao lado de Kiko.

"Conheci Kiko há uns oito anos para uma foto de capa da revista 'Burrn!'. Eu não tinha ideia de quem ele era, a não ser pelo fato de que era tremendamente talentoso e que a equipe da 'Burrn!' tinha muita consideração por ele. Desde então, descobri como ele é um guitarrista virtuoso, e estou profundamente animado por sua profundidade e seu talento. Poucos pupilos do Megadeth tiveram a habilidade e o sentimento de Kiko. Como Frank Sinatra disse: 'O melhor está por vir!'", escreveu Mustaine.

O carioca Kiko também faz parte da banda brasileira Angra desde o início dos anos 1990. Ele já lançou oito álbuns de estúdio com a banda de metal melódico. O mais recente foi "Secret garden", de 2014. Além disso, o guitarrista já lançou quatro álbuns solo.

O Megadeth é uma das maiores bandas de thrash metal - subgênero veloz e pesado do metal. O grupo faz parte, junto com Metallica, Anthrax e Slayer, do chamado "big four" - as quatro maiores bandas do estilo.

Dave Mustaine formou o Megadeth em 1983, após ser expulso do Metallica. Desde então, a banda já foi indicada 11 vezes ao Grammy. Atualmente, o Megadeth é formado por Mustaine, na guitarra e vocais, e David Ellefson, no baixo, além de Kiko.

Apoio do Angra
Os músicos do Angra manifestaram apoio à entradada de Kiko Loureiro no Megadeth. "Uau! Que orgulho! Conheço o Kiko há muitos anos e sei que ele merece mais do que ninguém esta grande oportunidade", disse Rafael Bittencourt. "Com relação aos trabalhos no Angra. Acredito que ele irá cumprir com as atividades com as quais já de comprometeu e sempre fará parte da nossa família. Ele não será capaz de dar as costas, de maneira definitiva, para algo que ajudou a construir com tanto esforço", completou Rafael.

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